quinta-feira, 4 de junho de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Home Negócios

Adidas tenta virar o jogo contra a Nike após recorde histórico, mas ações seguem pressionadas na Bolsa

por João Souza - Repórter de Negócios
05/05/2026 às 14h37 - Atualizado em 14/05/2026 às 22h07
em Negócios, Destaque, Notícias
Adidas Tenta Virar O Jogo Contra A Nike Após Recorde Histórico, Mas Ações Seguem Pressionadas Na Bolsa - Gazeta Mercantil

A Adidas voltou ao centro da disputa global por tecnologia esportiva após um recorde histórico na Maratona de Londres, mas ainda enfrenta forte pressão no mercado financeiro. A fabricante alemã viu suas ações reagirem de forma positiva depois que o queniano Sabastian Sawe completou a prova em 1h59min30s usando o Adizero Adios Pro Evo 3, tênis de alta performance da marca. O feito reacendeu a rivalidade com a Nike no segmento de corrida de elite, mas não eliminou as preocupações dos investidores com tarifas dos Estados Unidos, custos de produção na Ásia e demanda mais fraca no mercado norte-americano.

Os papéis da Adidas (ETR: ADS), negociados na Deutsche Börse Xetra, acumulam queda superior a 15% no ano e recuo de mais de 32% nos últimos doze meses. A baixa reflete um conjunto de fatores que vai além do desempenho esportivo da marca. O mercado acompanha com cautela os impactos das novas tarifas de importação norte-americanas, a exposição da companhia à produção asiática e a capacidade de preservar margens em um cenário de custos mais elevados.

A reação positiva após a Maratona de Londres foi pontual. No dia seguinte à prova, as ações da Adidas subiram mais de 1%, impulsionadas pela repercussão do recorde. Ainda assim, o movimento não alterou a trajetória de desvalorização acumulada. Para investidores, a conquista esportiva reforça a força da marca, mas a recuperação dos papéis dependerá de sinais mais consistentes de rentabilidade, crescimento e controle de custos.

Recorde na Maratona de Londres recoloca Adidas no topo da corrida de elite

O desempenho de Sabastian Sawe marcou um divisor de águas para a Adidas no atletismo de alta performance. Ao cruzar a linha de chegada da Maratona de Londres em menos de duas horas, o atleta queniano superou uma barreira simbólica e colocou a marca alemã no centro de uma das maiores narrativas esportivas do ano.

O recorde anterior era de 2h00min35s, registrado pelo também queniano Kelvin Kiptum na Maratona de Chicago, em outubro de 2023. A nova marca de Sawe reforçou o papel da tecnologia nos resultados de elite e ampliou a visibilidade do Adizero Adios Pro Evo 3, modelo usado pelo corredor durante a prova.

Para a Adidas, o resultado tem valor estratégico. A empresa vinha tentando recuperar protagonismo em um segmento dominado pela Nike nos últimos anos, especialmente desde a ascensão do Vaporfly. A vitória em Londres não garante liderança comercial imediata, mas fortalece a percepção de que a marca alemã voltou a competir no nível mais alto da corrida mundial.

Em um mercado no qual inovação, desempenho e credibilidade esportiva influenciam diretamente o comportamento de consumo, associar um produto a um recorde histórico pode gerar impacto relevante. O desafio agora é transformar essa exposição em vendas, margem e ganho de participação.

Tênis de US$ 500 vira símbolo da disputa tecnológica

O Adizero Adios Pro Evo 3 passou a ocupar posição central na estratégia da Adidas para corrida de performance. Avaliado em US$ 500 o par, o modelo pesa 97 gramas, cerca de 30% menos que a versão anterior, e combina espuma de nova geração com placa de carbono na sola.

A proposta do calçado é melhorar a economia de corrida e reduzir o gasto energético dos atletas em provas longas. Segundo a Adidas, o modelo oferece ganho de 1,6% em eficiência. Em uma maratona de elite, esse percentual pode representar diferença decisiva no tempo final, especialmente em disputas nas quais segundos definem marcas históricas.

A Maratona de Londres reforçou a exposição do produto. Os três primeiros colocados da prova usavam o Adizero Adios Pro Evo 3. Além disso, a etíope Tigst Assefa, também equipada com o modelo, quebrou seu próprio recorde mundial feminino, ampliando o peso esportivo do lançamento.

O tênis foi disponibilizado exclusivamente pelo aplicativo da Adidas e se esgotou poucas horas após o início das vendas. A rápida procura indica que o apelo do produto ultrapassou o circuito profissional e atingiu consumidores de alto engajamento, especialmente corredores dispostos a pagar mais por equipamentos associados à elite do esporte.

Adidas e Nike travam nova disputa por performance

A rivalidade entre Adidas e Nike ganhou novo capítulo com o resultado em Londres. Nos últimos anos, a Nike consolidou sua liderança no imaginário da corrida de elite com modelos como o Vaporfly, impulsionados por vitórias, recordes e forte presença entre maratonistas profissionais.

A Adidas, por sua vez, buscava uma resposta capaz de recolocar a empresa na disputa por protagonismo. O Adizero Adios Pro Evo 3 surge nesse contexto como um produto de afirmação tecnológica, desenvolvido para competir diretamente com os principais modelos da rival norte-americana.

A disputa entre as duas marcas vai além das pistas. O mercado de corrida tem forte apelo global, margens elevadas em produtos premium e consumidores fiéis. Maratonas em grandes centros urbanos se tornaram vitrines comerciais para empresas esportivas, e cada recorde tende a influenciar a percepção sobre tecnologia, inovação e autoridade de marca.

Para a Adidas, vencer essa batalha simbólica é importante em um momento de pressão nas ações. A empresa precisa provar que consegue competir em produtos de alto valor agregado, preservar relevância entre atletas de elite e capturar parte do crescimento do mercado de corrida.

A Nike segue como concorrente dominante em várias frentes, mas o recorde de Londres reduziu a distância narrativa entre as marcas. A partir de agora, a Adidas terá de sustentar essa vantagem com novos resultados, disponibilidade de produto e continuidade tecnológica.

Ações da Adidas não acompanham o impacto esportivo

Apesar da repercussão positiva da Maratona de Londres, as ações da Adidas continuam distantes de uma recuperação consistente. A alta superior a 1% após o recorde foi vista como uma reação direta ao evento esportivo, mas insuficiente para mudar a leitura estrutural do mercado.

A desvalorização acumulada dos papéis reflete preocupações mais amplas. O principal ponto de atenção está nas tarifas de importação dos Estados Unidos sobre produtos fabricados na Ásia. A Adidas produz grande parte de seus calçados no Vietnã, na China e na Indonésia, países afetados por mudanças na política comercial norte-americana.

A companhia estima que as novas taxas possam acrescentar cerca de 200 milhões de euros aos custos no segundo semestre de 2025. Esse impacto potencial pressiona as projeções de margem e aumenta a incerteza sobre a rentabilidade futura.

O mercado também observa sinais de demanda mais fraca nos Estados Unidos. Para uma empresa global de artigos esportivos, o mercado norte-americano tem peso relevante em volume, posicionamento e lucratividade. Uma desaceleração nessa região tende a afetar expectativas de crescimento e valuation.

Nesse contexto, o recorde esportivo melhora a narrativa de marca, mas não resolve os pontos centrais de preocupação financeira. Para que as ações da Adidas sustentem uma recuperação mais ampla, será necessário demonstrar capacidade de absorver custos, manter vendas e proteger margens.

Tarifas dos EUA elevam risco sobre margens

As tarifas norte-americanas representam um dos maiores desafios recentes para a Adidas. A estrutura global de produção da empresa depende fortemente da Ásia, onde estão concentrados fornecedores de calçados e componentes. Qualquer aumento de custos nessa cadeia pressiona diretamente a rentabilidade.

A companhia tem alternativas limitadas no curto prazo. Repassar os custos ao consumidor pode reduzir competitividade, especialmente em categorias mais sensíveis a preço. Absorver os custos, por outro lado, preserva participação de mercado, mas reduz margens.

Esse dilema é particularmente sensível no setor esportivo. Produtos premium, como o Adizero Adios Pro Evo 3, conseguem sustentar preços elevados por diferenciação tecnológica. No entanto, grande parte das vendas da Adidas vem de linhas de maior escala, nas quais o consumidor compara preço, marca, disponibilidade e promoção.

A volatilidade cambial também pesa sobre a operação. Como a empresa vende em diversos mercados e produz em diferentes regiões, variações entre euro, dólar e moedas asiáticas podem alterar custos e receitas. O resultado é uma gestão financeira mais complexa, com efeitos diretos sobre margens e projeções.

Para os investidores, a questão central é saber se a Adidas conseguirá neutralizar parte desse impacto sem comprometer vendas. A resposta dependerá de mix de produtos, força de marca, eficiência logística e capacidade de negociação com fornecedores.

Receita supera expectativas, mas mercado cobra consistência

Mesmo com a pressão sobre as ações, a Adidas apresentou desempenho operacional acima do esperado no primeiro trimestre. As vendas totais somaram 6,6 bilhões de euros, superando as projeções de 6,3 bilhões de euros estimadas por analistas consultados pela Bloomberg.

O resultado indica que a empresa ainda mantém força comercial relevante. A receita acima das expectativas mostra que a demanda global pela marca não desapareceu, apesar dos desafios no mercado norte-americano e das incertezas sobre custos.

No entanto, investidores tendem a avaliar mais do que crescimento de vendas. Margem, fluxo de caixa, despesas, estoques e guidance têm peso decisivo na precificação das ações. Por isso, mesmo números melhores que o esperado podem gerar reação limitada quando o mercado enxerga riscos à frente.

A Adidas precisa mostrar que consegue converter receita em lucro sustentável. Em um ambiente de tarifas mais altas, câmbio instável e concorrência intensa, a qualidade do crescimento será tão importante quanto o volume de vendas.

O primeiro trimestre ofereceu sinais positivos, mas ainda não eliminou dúvidas. A empresa avançou em vendas, ganhou visibilidade com o recorde em Londres e tem eventos esportivos importantes no calendário. Ainda assim, os investidores aguardam evidências de que esses fatores serão suficientes para sustentar recuperação financeira.

Copa do Mundo entra no radar da Adidas

A Copa do Mundo de Futebol surge como uma das principais oportunidades comerciais para a Adidas nos próximos trimestres. O torneio começa em 11 de junho e termina em 19 de julho, com final no MetLife Stadium, em East Rutherford, no estado de Nova Jersey.

A Adidas patrocina seleções de grande visibilidade global, como Argentina, Espanha, Alemanha e México. A Argentina chega ao torneio como atual campeã mundial, enquanto Alemanha e Espanha mantêm forte tradição esportiva e amplo apelo comercial. O México, por sua vez, será uma das seleções coanfitriãs, o que amplia a exposição da marca em um mercado estratégico.

Grandes competições internacionais costumam impulsionar vendas de camisas, chuteiras, bolas, jaquetas, produtos licenciados e coleções especiais. Para a Adidas, a Copa do Mundo pode funcionar como vitrine global e reforçar a presença da empresa no futebol, uma das categorias centrais de sua identidade.

O torneio também pode ajudar a companhia a compensar parte das pressões em outras áreas. Se a empresa conseguir transformar visibilidade em vendas, poderá reforçar a percepção de força da marca e melhorar o ambiente para os papéis.

Ainda assim, o efeito da Copa depende de execução. Estoques, preços, distribuição, campanhas, desempenho das seleções patrocinadas e apetite do consumidor serão fatores decisivos. A competição oferece oportunidade, mas não garante recuperação automática.

Marca forte ainda precisa convencer a Bolsa

A situação atual da Adidas resume uma tensão comum em grandes companhias globais: a marca pode estar forte, mas a Bolsa exige resultado financeiro consistente. O recorde na Maratona de Londres demonstrou capacidade de inovação e recolocou a empresa em posição de destaque no atletismo. Porém, os papéis continuam pressionados por fatores macroeconômicos e comerciais.

O mercado reconhece o valor de eventos esportivos, mas precifica sobretudo lucro, margem e geração de caixa. Para que o recorde se transforme em recuperação das ações, a Adidas terá de provar que a exposição obtida nas pistas pode virar vendas recorrentes e rentabilidade.

A disputa com a Nike também será acompanhada de perto. Caso o Adizero Adios Pro Evo 3 consiga manter protagonismo em provas de elite e gerar demanda entre consumidores premium, a Adidas pode ganhar força em uma categoria estratégica. Mas a rivalidade exige inovação contínua, novos lançamentos e resultados consistentes.

O ambiente externo segue desafiador. Tarifas dos Estados Unidos, custos asiáticos, câmbio e demanda norte-americana permanecem como fatores de risco. Ao mesmo tempo, a empresa conta com ativos relevantes: força global da marca, portfólio esportivo diversificado, presença no futebol e nova visibilidade no running.

A Adidas entra nos próximos meses diante de uma janela decisiva. O recorde em Londres e a Copa do Mundo podem fortalecer a narrativa de recuperação, mas a virada dependerá da capacidade de transformar prestígio esportivo em desempenho financeiro. Nas pistas, a marca voltou a acelerar. Na Bolsa, ainda precisa provar que consegue manter ritmo.

Tags: ações da AdidasAdidasAdidas BolsaAdidas ETR ADSAdidas NikeAdizero Adios Pro Evo 3Copa do Mundocorrida de alta performanceDeutsche Börse XetraMaratona de Londresmercado esportivonegóciosNikeNike VaporflySabastian Sawetarifas dos EUAtênis de corrida

LEIA MAIS

Marfrig (Mrfg3) - Gazeta Mercantil
Empresas

MBRF (MRFG3) espera alta de até 50% nas vendas da Sadia na Copa

A MBRF (MRFG3) projeta crescimento de até 50% nas vendas de produtos Sadia durante a Copa do Mundo de 2026, apoiada pelo calendário dos jogos da seleção brasileira,...

Leia Maisdetalhes
Trump Publica Foto Com Flávio Bolsonaro Após Anúncio De Tarifa
Política

Trump publica foto com Flávio Bolsonaro após tarifa contra o Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta terça-feira (2) fotos de um encontro com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), realizado em 26 de maio no Salão...

Leia Maisdetalhes
Lula Chama Filhos De Bolsonaro De “Traidores” E Reage A Tarifaço De Trump - Gazeta Mercantil
Política

Lula chama filhos de Bolsonaro de “traidores” e reage a tarifaço de Trump

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou o tom contra a família Bolsonaro nesta terça-feira (2), durante agenda oficial em Catalão, no sudeste de Goiás, ao reagir...

Leia Maisdetalhes
Ministro Da Fazenda, Dario Durigan 31 De Março De 2026. Reuters/Adriano Machado/Foto De Arquivo
Economia

Durigan vê risco de novas tarifas dos EUA contra produtos brasileiros e defende Pix

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (1º) que o governo brasileiro vê risco de uma nova rodada de tarifas dos EUA contra produtos do Brasil,...

Leia Maisdetalhes
Dividendos
Ibovespa

Calendário de dividendos: Petrobras (PETR4), Celesc (CLSC4) e BB (BBAS3) puxam junho bilionário

O calendário de dividendos de junho começa com uma agenda robusta de pagamentos na B3, reunindo companhias de peso como Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4),...

Leia Maisdetalhes

Veja Também

Azul Azul3 - Gazeta Mercantil
Empresas

Controladora da Gol pede ao Cade para entrar em processo sobre Azul e American Airlines

Leia Maisdetalhes
Small Caps - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Small caps: Santander recomenda 11 ações para junho; veja lista e potencial de alta

Leia Maisdetalhes
Ifood - Gazeta Mercantil
Empresas

iFood: vazamento atinge 1,2 milhão; veja o que foi exposto e como evitar golpes

Leia Maisdetalhes
Aecio Neves E Joaquim Barbosa - Gazeta Mercantil
Política

Aécio Neves e Joaquim Barbosa: chapa para 2026 cria terceira via forte e desafia PT e PL

Leia Maisdetalhes
Engie, Egie3 - Gazeta Mercantil
Empresas

Engie (EGIE3) aprova incorporação da subsidiária Companhia Energética do Jari para ganhos de eficiência

Leia Maisdetalhes

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Controladora da Gol pede ao Cade para entrar em processo sobre Azul e American Airlines

Small caps: Santander recomenda 11 ações para junho; veja lista e potencial de alta

iFood: vazamento atinge 1,2 milhão; veja o que foi exposto e como evitar golpes

Aécio Neves e Joaquim Barbosa: chapa para 2026 cria terceira via forte e desafia PT e PL

Engie (EGIE3) aprova incorporação da subsidiária Companhia Energética do Jari para ganhos de eficiência

PreemieTest: tecnologia validada pela UFMS chega ao SUS para identificar prematuridade em recém-nascidos

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com

Sem resultados
Todos os resultados
  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com