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Banco do Brasil Lança Funcionalidade “Tap on Phone” em Parceria com a Cielo

por Redação
10/10/2024 às 18h45 - Atualizado em 11/09/2025 às 11h11
em Economia, Destaque, Notícias
Tap On Phone Banco Do Brasil - Gazeta Mercantil

O Banco do Brasil (BB), em parceria com a Cielo, anunciou uma nova solução que promete facilitar a vida de pequenos empreendedores e profissionais liberais: o “tap on phone”. A funcionalidade, que já é sucesso em diversos países, permite o recebimento de pagamentos por aproximação diretamente em celulares com sistema operacional Android, dispensando a necessidade de maquininha de cartão ou qualquer outro equipamento adicional. O lançamento, que foi divulgado nesta quinta-feira, 10 de outubro de 2024, está em fase piloto e inicialmente disponível para um grupo seleto de clientes pessoa jurídica (PJ).

O que é o “Tap on Phone” e como funciona?

O “tap on phone” é uma tecnologia que transforma um smartphone em uma máquina de cartões. Com a solução, empreendedores podem receber pagamentos por aproximação de cartões de crédito e débito, à vista ou parcelado, diretamente no aparelho celular. Isso é possível graças à integração da funcionalidade ao aplicativo do Banco do Brasil, que, por enquanto, está disponível apenas para dispositivos com o sistema Android.

Essa inovação representa um marco importante no mercado de pagamentos no Brasil, pois permite que profissionais e pequenos empresários aceitem transações com cartão de maneira simplificada, sem a necessidade de investir em equipamentos adicionais. De acordo com o Banco do Brasil, a solução está voltada principalmente para os profissionais da “gig economy”, como motoristas de aplicativos, entregadores e freelancers, além de pequenos empreendedores que precisam de flexibilidade nas formas de pagamento.

Vantagens do “Tap on Phone” para empreendedores

Com a nova funcionalidade, o Banco do Brasil e a Cielo oferecem uma série de vantagens para empreendedores, como:

  1. Praticidade e Economia: A principal vantagem do “tap on phone” é a eliminação da necessidade de uma maquininha de cartão. O celular do empresário se transforma na própria ferramenta de pagamento, o que reduz custos com aluguel ou compra de terminais de pagamento tradicionais.
  2. Aceitação de Diversos Tipos de Pagamento: A solução aceita os principais cartões de crédito e débito do mercado brasileiro, permitindo que os empreendedores realizem transações de forma ágil, à vista ou parcelado, de acordo com as preferências de seus clientes.
  3. Recebimento Rápido: Outra vantagem significativa é o prazo de recebimento. O valor das vendas cai na conta do cliente já no dia seguinte, um benefício importante para manter o fluxo de caixa positivo, especialmente em pequenos negócios.
  4. Maior Segurança: A tecnologia de pagamento por aproximação (NFC) utilizada no “tap on phone” oferece um alto nível de segurança para as transações, com proteção de dados e autenticação criptografada. Isso traz tranquilidade tanto para o empreendedor quanto para o cliente.
  5. Facilidade de Implementação: Como a funcionalidade é integrada ao aplicativo do Banco do Brasil, os clientes PJ já podem começar a usá-la de forma prática, sem precisar adquirir ou configurar novos equipamentos.

Potencial de crescimento da tecnologia de aproximação no Brasil

De acordo com Pedro Bramont, diretor de Meios de Pagamento do B.B., a nova funcionalidade vem ao encontro de uma demanda crescente por soluções simples e acessíveis para pagamento eletrônico. “As soluções do tipo ‘tap on phone’ já são realidade em outros países e atraíram principalmente profissionais liberais, participantes da ‘gig economy’ e pequenos empreendedores, que são o nosso público-alvo. É a solução que faltava para nossos clientes poderem usar o celular para receber praticamente qualquer tipo de meio de pagamento”, afirma Bramont.

O lançamento do “tap on phone” acontece em um momento em que o mercado de pagamentos no Brasil vive uma transformação digital acelerada. Com o aumento do uso de carteiras digitais, pagamentos por aproximação e soluções de pagamento instantâneo como o PIX, o “tap on phone” surge como mais uma opção prática e moderna para quem busca alternativas para transações rápidas e seguras.

Oportunidade para pequenos negócios

Segundo Marcelo Henrique Gomes da Silva, diretor de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, o lançamento dessa nova funcionalidade reforça o compromisso da instituição com o sucesso de seus clientes PJ. “Com esse lançamento, o Banco do Brasil reforça seu propósito de ser próximo e relevante no sucesso de nossos clientes PJs, principalmente os empreendedores e pequenos negócios. Proporcionar soluções inovadoras de recebimento é fundamental para a alavancagem das vendas e fidelização de clientes”, disse Silva.

O “tap on phone” oferece uma oportunidade única para pequenos negócios e profissionais autônomos que ainda não possuem maquininha de cartão ou que buscam formas mais práticas e econômicas de receber pagamentos. Com o crescimento da “gig economy” no Brasil, a expectativa é que essa tecnologia seja amplamente adotada por empreendedores que precisam de flexibilidade e rapidez nas suas transações.

Expectativas para o futuro

O Banco do Brasil e a Cielo apostam que o “tap on phone” poderá atrair milhares de novos clientes, especialmente entre os micro e pequenos empresários. Com a popularização dos smartphones e a crescente aceitação dos pagamentos por aproximação, essa solução tem o potencial de se consolidar como uma das principais alternativas para recebimento de pagamentos no país.

O próximo passo para o Banco do Brasil será expandir o acesso à funcionalidade, liberando-a para mais clientes nos próximos meses. Embora esteja disponível inicialmente apenas para dispositivos Android, há expectativas de que a solução também seja oferecida para usuários de iOS em um futuro próximo, ampliando ainda mais o alcance da tecnologia.

O lançamento da funcionalidade “tap on phone” pelo Banco do Brasil, em parceria com a Cielo, representa um avanço importante no modelo de pagamentos no Brasil. Ao permitir que pequenos empreendedores, profissionais liberais e participantes da “gig economy” aceitem pagamentos diretamente em seus celulares, a solução traz praticidade, economia e flexibilidade para as transações do dia a dia. Com a facilidade de aceitação de cartões de débito e crédito, e a rapidez no recebimento das vendas, o “tap on phone” tem tudo para se tornar uma ferramenta indispensável para quem busca eficiência no gerenciamento de seus negócios.

Tags: Banco do Brasilcelular como máquina de cartãoCieloempreendedoresgig economypagamentos por aproximaçãorecebimento de pagamentostap on phonetecnologia de pagamento

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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