terça-feira, 13 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Negócios

BNDES eleva Brasil Soberano 3 a R$ 22,6 bilhões; pedidos começam em até 15 dias

Banco acrescenta R$ 4,1 bilhões ao programa, amplia apoio a exportadores, fertilizantes e minerais críticos e prepara nova abertura de protocolos

por Alice Nascimento
02/09/2026 às 12h04
em Negócios
Bndes - Gazeta Mercantil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ampliou nesta terça-feira, 1º de setembro, em R$ 4,1 bilhões sua participação no Brasil Soberano 3, elevando para R$ 22,6 bilhões o volume destinado à nova etapa do programa de financiamento a empresas afetadas por choques no comércio internacional e a setores considerados estratégicos para a economia brasileira.

Com a decisão, os recursos próprios do BNDES destinados ao programa passam de R$ 5 bilhões para R$ 9,1 bilhões. Outros R$ 13,5 bilhões virão de recursos federais já previstos para a iniciativa. A expectativa do banco é que as empresas enquadradas nas novas regras possam começar a protocolar os pedidos em aproximadamente 15 dias, diretamente no BNDES ou por meio das instituições financeiras credenciadas.

Leia também: ‘Chatbot’ gratuito que detecta risco de autismo é lançado no Brasil.

Isso significa que, apesar do anúncio do novo orçamento, os R$ 22,6 bilhões ainda não devem ser tratados pelas empresas como recursos imediatamente disponíveis para contratação. O BNDES continuava informando, na noite desta terça-feira, que o recebimento de novos pedidos nas modalidades Giro e Giro Exportação permanecia temporariamente suspenso desde 31 de julho, enquanto o banco adapta seus sistemas e procedimentos às mudanças aprovadas para a terceira etapa do programa.

A ampliação anunciada agora consolida uma mudança importante no desenho do Brasil Soberano. Criado inicialmente como resposta aos impactos de barreiras comerciais sobre exportadores brasileiros, o programa passou a alcançar também empresas expostas aos efeitos da instabilidade no Oriente Médio e segmentos considerados essenciais para a segurança econômica e produtiva do país, como fertilizantes e minerais críticos.

Leia também: Agência de classificação de risco eleva nota de crédito do Brasil.

Programa terá recursos distribuídos entre diferentes setores

A maior parcela do novo orçamento, de R$ 8,8 bilhões, será destinada a exportadores e fornecedores afetados pelas tarifas comerciais majoradas pelos Estados Unidos. Outros R$ 6,8 bilhões serão direcionados a companhias brasileiras que exportam para países do Golfo Pérsico ou fornecem produtos a essas empresas e que tenham sido atingidas pelos efeitos da instabilidade geopolítica na região.

Além desses dois blocos, o programa reservou R$ 1 bilhão para setores industriais considerados relevantes para o comércio exterior brasileiro. A cadeia de adubos e fertilizantes terá R$ 4 bilhões, enquanto outros R$ 2 bilhões serão direcionados a atividades industriais e tecnológicas relacionadas a minerais críticos e estratégicos.

Leia também: Como é o novo submarino nuclear da Marinha do Brasil.

A distribuição ajuda a explicar a transformação do programa ao longo dos últimos meses. O Brasil Soberano deixou de funcionar apenas como uma resposta pontual às tarifas norte-americanas e passou a ser utilizado como instrumento de financiamento para cadeias que o governo considera vulneráveis a choques externos ou importantes para reduzir a dependência brasileira de fornecedores estrangeiros.

Quem poderá acessar as novas linhas

O enquadramento depende da atividade da empresa e de sua relação com os mercados afetados. A legislação que sustenta a terceira etapa do programa ampliou o universo de potenciais beneficiários ao incluir exportadores de bens industriais, seus fornecedores, empresas ligadas a produtos agropecuários e seus derivados, companhias da cadeia mineral e negócios de setores industriais considerados relevantes para a inserção internacional do país.

Leia também: Brasil assina Parceria com a ONU para Desenvolvimento Sustentável.

Nos casos relacionados às tarifas dos Estados Unidos, um dos principais critérios é a participação das vendas elegíveis no faturamento da empresa. Também existe tratamento específico para fornecedores dessas companhias, desde que seja possível comprovar a relação comercial com exportadores enquadrados nas regras do programa.

Outro grupo passou a reunir empresas que exportam para países do Golfo Pérsico ou fornecem produtos a esses exportadores. A inclusão surgiu como resposta aos efeitos econômicos provocados pela instabilidade na região, que afetou fluxos comerciais, custos logísticos e capacidade de pagamento de alguns compradores internacionais.

Há ainda empresas que poderão entrar no programa em razão da atividade econômica exercida. Nesses casos, o CNAE registrado pela companhia ganha importância, mas o enquadramento não depende apenas do cadastro. O investimento que será financiado precisa estar relacionado à atividade considerada elegível pelas normas do programa.

Fertilizantes ganham acesso a capital de giro

Uma das mudanças mais relevantes ocorreu poucos dias antes do novo anúncio do BNDES. Em 27 de agosto, a Resolução CMN nº 5.336 modificou as condições do programa e permitiu que determinadas empresas ligadas à fabricação de adubos e fertilizantes, à produção de insumos intermediários e à extração de minerais destinados a essa cadeia também possam utilizar recursos para capital de giro.

A mudança tem efeito prático importante para um setor que trabalha com descasamento financeiro relevante entre pagamentos e recebimentos. Empresas de fertilizantes frequentemente precisam desembolsar recursos antecipadamente para comprar matérias-primas, parte delas importada, e só recebem após a venda do produto acabado ao mercado agrícola.

Ao permitir capital de giro para essas companhias, o governo tenta reduzir o risco de interrupção de uma cadeia considerada estratégica para o agronegócio brasileiro. O país ainda depende de importações para parcela expressiva dos fertilizantes consumidos internamente, o que torna o setor particularmente sensível a variações cambiais, problemas logísticos e crises internacionais.

Minerais críticos terão condições diferenciadas

A mesma resolução criou condições especiais para projetos relacionados a minerais críticos e estratégicos. Determinadas operações voltadas à aquisição de máquinas e equipamentos ou a investimentos industriais e tecnológicos poderão utilizar recursos com custo financeiro de 3% ao ano, desde que estejam enquadradas nos critérios definidos pela regulamentação.

A condição se aplica a projetos associados ao processamento industrial e tecnológico desses minerais, incluindo etapas como beneficiamento, refino e transformação realizadas no Brasil. O objetivo é estimular atividades de maior valor agregado dentro do país e reduzir a dependência de processamento externo.

O percentual de 3%, no entanto, não deve ser interpretado como a taxa final disponível para qualquer empresa que participe do Brasil Soberano. Trata-se de uma condição específica para determinadas operações da cadeia de minerais críticos. Outras modalidades do programa seguem regras e custos diferentes, e operações realizadas por meio de instituições financeiras parceiras também podem incorporar remuneração do banco repassador e demais encargos.

Linhas terão custos diferentes conforme finalidade e porte

As condições financeiras variam conforme a modalidade contratada e o perfil da empresa. No capital de giro, a referência divulgada é de 9,8% ao ano para grandes empresas e de 8,3% para micro, pequenas e médias companhias. O Giro Exportação também tem referência de 8,3% ao ano.

Para aquisição de bens de capital, a taxa indicada é de 8% ao ano, enquanto operações voltadas a investimentos têm custo de referência de 6,5%. No caso específico das operações elegíveis da cadeia de minerais críticos, a condição pode chegar aos 3% previstos na regulamentação.

Essas taxas, porém, não eliminam a necessidade de análise individual. Empresas que contratarem recursos por meio de bancos credenciados estarão sujeitas à avaliação de risco da instituição financeira, às garantias exigidas e às condições aplicadas à operação. O fato de uma empresa estar enquadrada no programa não significa, por si só, que o financiamento será aprovado.

Recursos poderão financiar caixa, máquinas e expansão

O Brasil Soberano foi estruturado para atender tanto necessidades imediatas de liquidez quanto projetos de adaptação de médio e longo prazo. Uma empresa que perdeu vendas externas ou passou a enfrentar maior dificuldade para receber de clientes pode recorrer ao capital de giro para preservar caixa, manter estoques, pagar fornecedores e sustentar a operação enquanto reorganiza seus mercados.

Há também linhas destinadas especificamente à atividade exportadora, além de financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos. Os recursos de investimento podem ser usados na modernização de unidades produtivas, ampliação de capacidade, adaptação de processos, fortalecimento de cadeias industriais e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias.

Essa combinação permite que o programa seja usado tanto para enfrentar uma dificuldade conjuntural quanto para financiar mudanças mais profundas no modelo de produção. Uma indústria que perdeu competitividade em determinado mercado, por exemplo, poderá tentar reorganizar sua operação para buscar novos destinos de exportação ou reduzir custos produtivos.

Pedidos ainda dependem de reabertura operacional

Apesar do aumento do orçamento, o principal ponto de atenção neste início de setembro é o calendário operacional. O BNDES ainda mantém aviso de suspensão temporária dos novos protocolos nas modalidades Giro e Giro Exportação, medida adotada em 31 de julho para permitir a adequação do programa às alterações legais aprovadas posteriormente.

A nova etapa ampliou o público beneficiado, modificou algumas condições financeiras e incluiu setores que não estavam contemplados no desenho anterior. Essas mudanças exigiram ajustes nos sistemas de consulta e nos procedimentos usados pelo banco e pelas instituições financeiras parceiras para verificar a elegibilidade das empresas.

A previsão divulgada nesta terça-feira é que os pedidos relacionados à nova configuração possam começar a ser apresentados em aproximadamente 15 dias. Até lá, as empresas interessadas podem usar o período para conferir o enquadramento, organizar documentos financeiros, levantar dados de faturamento e exportações e definir com maior precisão a finalidade do financiamento.

Prazo regulatório foi ampliado até 2027

Outro ponto relevante é que a regulamentação mais recente aumentou o horizonte do programa. A Resolução CMN nº 5.336 ampliou para 31 de dezembro de 2027 o prazo aplicável ao protocolo das operações abrangidas pelas novas regras, substituindo referências anteriores que ainda podem aparecer em materiais operacionais mais antigos.

A prorrogação reduz a pressão sobre as empresas para contratar recursos apenas por receio de que o programa termine ainda em 2026. Para o empresário, a decisão deve considerar o custo total do financiamento, a necessidade efetiva de caixa ou investimento e a capacidade de geração de receita para pagar a dívida.

O crédito subsidiado pode melhorar a estrutura financeira de uma empresa quando utilizado para preservar uma operação viável ou financiar investimentos capazes de aumentar produtividade e receita. O efeito pode ser o contrário quando o dinheiro apenas adia problemas de caixa sem corrigir desequilíbrios estruturais.

Empresas já podem preparar documentação

Embora os protocolos da nova etapa ainda não estejam plenamente abertos, as empresas interessadas podem começar o trabalho de enquadramento. Exportadores devem organizar dados sobre os produtos vendidos ao exterior, os países de destino e o peso dessas operações no faturamento. Fornecedores precisarão comprovar sua relação comercial com companhias ou cadeias beneficiadas quando isso for exigido pelas regras.

Empresas enquadradas por atividade econômica devem verificar se seus CNAEs aparecem entre os contemplados e se o projeto pretendido guarda relação efetiva com a atividade elegível. Também é recomendável definir previamente se a necessidade envolve capital de giro, financiamento à exportação, aquisição de equipamentos ou investimento produtivo.

A próxima etapa será a reabertura dos protocolos pelo BNDES e a divulgação das orientações operacionais definitivas para o público ampliado. Até que isso ocorra, o anúncio dos R$ 22,6 bilhões deve ser entendido como a definição da capacidade financeira da terceira fase do Brasil Soberano, e não como uma liberação automática de recursos. A empresa que quiser aproveitar a nova rodada terá de comprovar enquadramento, passar pela análise de crédito e demonstrar que o financiamento solicitado está de acordo com as finalidades previstas pelo programa.


Fontes:

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social — Plano Brasil Soberano 2026
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social — Normativos que disciplinam o Plano Brasil Soberano
Presidência da República — Lei nº 15.473, de 22 de julho de 2026
Presidência da República — Decreto nº 13.091, de 5 de agosto de 2026

LEIA MAIS

Terras Raras Concentram Cerca De 42% Dos Valores Mapeados, Enquanto Grupos Chineses Ampliam Presença E Grandes Mineradoras Reduzem Exposição A Ativos Fora De Suas Prioridades-Gazeta Mercantil
Negócios

Fusões e aquisições na mineração somam US$ 8,2 bi e terras raras concentram 42%

A mineração brasileira atravessa uma forte reacomodação de capital, impulsionada pela disputa internacional por minerais estratégicos e pela revisão dos portfólios de grandes grupos do setor. Fusões e...

Leia MaisDetails
Tiktok Shop Cresce 102 Vezes No Brasil E Entra Na Estratégia De Grandes Marcas - Gazeta Mercantil
Negócios

TikTok Shop cresce 102 vezes no Brasil e entra na estratégia de grandes marcas

Plataforma transforma influenciadores em vendedores e vídeos em lojas virtuais

Leia MaisDetails
Hotel Rosewood - Gazeta Mercantil
Negócios

Cidade Matarazzo projeta superar R$ 1,5 bilhão em movimentação em 2026

Com mais de R$ 3 bilhões investidos, complexo Mata São Paulo, no Cidade Matarazzo, reúne hotel, restaurantes, arte, moda e novas atrações na Bela Vista

Leia MaisDetails
Lynas Compra Meteoric Por Us$ 672 Milhões E Incorpora Projeto De Terras Raras Em Minas Gerais-Gazeta Mercantil
Empresas

Lynas Rare Earths (LYC) fecha acordo de US$ 672 milhões para comprar a Meteoric Resources

A Lynas Rare Earths fechou um acordo vinculante para adquirir 100% da Meteoric Resources em uma operação avaliada em aproximadamente A$ 968 milhões, o equivalente a cerca de...

Leia MaisDetails
Parcelamento Do Mei 2026 Termina Hoje Às 19H; Veja Como Aderir - Gazeta Mercantil - Negócios
Negócios

Parcelamento do MEI 2026 termina hoje às 19h; veja como aderir

Os microempreendedores individuais que possuem débitos elegíveis inscritos na Dívida Ativa da União têm até as 19h desta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, no horário de Brasília,...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

17:04:29
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
â‚¿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Motos (Foto De Paulo Pinto, Abr)
Economia

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

Leia MaisDetails
Vivara Aprova Emissão De R$ 300 Milhões Em Debêntures Com Vencimento Em 2031-Gazeta Mercantil
Empresas

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH registra queda de 5% em moda e ações acumulam perda de 40% em 2026

Leia MaisDetails
Mercado Livre
Mercados

Mercado Livre (MELI): Citi corta preço-alvo para US$ 2.100 antes do balanço do 3T26

Leia MaisDetails
Governo Notifica 37 Fintechs Ligadas A Bets Ilegais
Política

Lula atribui à pressão popular mudança de Flávio Bolsonaro sobre fim da escala 6×1

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

LVMH registra queda de 5% em moda e ações acumulam perda de 40% em 2026

Mercado Livre (MELI): Citi corta preço-alvo para US$ 2.100 antes do balanço do 3T26

Lula atribui à pressão popular mudança de Flávio Bolsonaro sobre fim da escala 6×1

Embraer (EMBJ3) fecha acordo com Latam para suporte a 24 jatos E195-E2

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP