terça-feira, 18 de agosto de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Bradesco (BBDC4) pode surpreender no 2T26; Santander (SANB11) acende alerta

Projeções apontam aceleração do lucro no Bradesco, rentabilidade acima de 24% no Itaú e pressão crescente sobre a carteira de crédito do Santander

por João Souza
17/07/2026 às 13h59
em Empresas
Bradesco-Bbdc4 - Gazeta Mercantil

A temporada de balanços dos grandes bancos privados deverá expor, no segundo trimestre de 2026, três momentos distintos do sistema financeiro brasileiro. O Bradesco (BBDC4) chega à divulgação como candidato à maior aceleração de resultados, o Itaú Unibanco (ITUB4) deve preservar a liderança em lucro e rentabilidade, enquanto o Santander Brasil (SANB11) enfrenta o desafio de conter a piora do crédito sob uma nova administração.

O Santander Brasil (SANB11) abrirá a rodada em 29 de julho. O Itaú Unibanco (ITUB4) apresentará seus números em 4 de agosto, seguido pelo Bradesco (BBDC4), em 5 de agosto.

As estimativas da XP indicam lucro recorrente de R$ 6,9 bilhões para o Bradesco no período entre abril e junho, crescimento de 15% na comparação anual. O retorno sobre o patrimônio líquido, conhecido como ROE, poderá chegar a 15,8%.

Para o Itaú, a projeção é de lucro de R$ 12,3 bilhões, alta de 7,7%, com ROE de 24,3%. Já o Santander deverá registrar lucro de R$ 3,3 bilhões, retração de 7,7% em relação ao segundo trimestre de 2025, e rentabilidade de 14%.

Os números colocam o Bradesco como o banco com maior possibilidade de mostrar melhora relativa. Isso não significa que superará o Itaú em resultado absoluto. O Itaú deve continuar gerando quase o dobro do lucro e mantendo uma diferença expressiva de rentabilidade sobre os concorrentes.

Bradesco chega ao balanço com recuperação mais visível

O Bradesco (BBDC4) atravessa uma reconstrução iniciada depois da deterioração de sua carteira de crédito entre 2022 e 2023. O banco passou a reduzir exposições menos rentáveis, rever políticas de concessão, reforçar provisões e direcionar capital para operações com melhor relação entre risco e retorno.

Essa estratégia começou a aparecer com maior clareza nos resultados recentes. No primeiro trimestre de 2026, o Bradesco registrou lucro recorrente próximo de R$ 6,8 bilhões, mantendo a trajetória de recuperação da rentabilidade.

A expectativa para o segundo trimestre é de novo avanço, sustentado pelo crescimento da margem financeira com clientes, pela expansão seletiva da carteira e pela contribuição do segmento de seguros.

O banco deverá priorizar financiamentos de veículos, antecipação de recebíveis e empréstimos a pequenas e médias empresas. São linhas nas quais garantias, relacionamento bancário e conhecimento do fluxo financeiro dos clientes ajudam a limitar as perdas.

A administração tende a manter maior cautela no crédito pessoal sem garantia e nas operações com empresas consideradas mais vulneráveis à desaceleração da economia.

O ponto central será saber se o Bradesco conseguirá aumentar as receitas sem interromper a melhora da qualidade dos ativos. Um crescimento acelerado acompanhado de provisões elevadas reduziria a percepção de que o processo de recuperação se tornou sustentável.

Margem financeira deve sustentar lucro de BBDC4

A margem financeira com clientes deverá ser o principal motor do resultado do Bradesco (BBDC4). Essa linha representa, de forma simplificada, a diferença entre os juros cobrados nos empréstimos e o custo do dinheiro utilizado para financiá-los.

Os juros elevados podem favorecer os spreads, mas também aumentam o risco de atraso. A vantagem aparece quando o crescimento das receitas supera o avanço das perdas esperadas.

Em maio, a taxa média cobrada nas operações de crédito livre chegou a 49,5% ao ano. Para pessoas físicas, a média ficou em 62,8%, enquanto os empréstimos livres para empresas apresentaram taxa de 25,2%.

Esses níveis aumentam a rentabilidade nominal das operações, mas limitam a capacidade de pagamento dos clientes. Por isso, o banco precisa selecionar cuidadosamente os segmentos nos quais pretende crescer.

A XP espera que a expansão do Bradesco seja concentrada em operações com pequenas e médias empresas, financiamento de veículos e recebíveis. A combinação oferece maior possibilidade de garantia do que o crédito pessoal sem destinação específica.

A receita financeira também poderá se beneficiar do aumento dos saldos médios e da renovação de contratos a taxas mais altas. Em contrapartida, o custo de captação e as despesas com provisões continuarão limitando parte do ganho.

Seguros oferecem proteção adicional ao Bradesco

O segmento de seguros permanece como uma das principais vantagens competitivas do Bradesco (BBDC4).

A operação reúne planos de saúde, seguros, previdência, capitalização e participação na Odontoprev (ODPV3). Essas atividades geram receitas que não dependem diretamente da expansão do crédito bancário.

Em momentos de aumento da inadimplência, a diversificação reduz a volatilidade do resultado consolidado. O banco consegue compensar parte da pressão sobre empréstimos com prêmios de seguros, mensalidades, administração de planos e receitas financeiras das reservas.

O mercado acompanhará a sinistralidade da operação de saúde, indicador que mede quanto das receitas é consumido por consultas, exames, internações e demais despesas assistenciais.

Também haverá atenção para as receitas de tarifas e serviços. Consórcios, cartões, administração de recursos e produtos voltados ao público de alta renda podem reforçar o resultado.

Caso o lucro alcance os R$ 6,9 bilhões projetados, o Bradesco confirmará mais uma etapa de recuperação. O banco, entretanto, ainda precisará reduzir a diferença de rentabilidade em relação ao Itaú para que o movimento se transforme em uma reprecificação mais estrutural das ações BBDC4.

Itaú preserva vantagem de mais de oito pontos no ROE

O Itaú Unibanco (ITUB4) deverá continuar como o banco privado mais rentável do país.

A projeção de lucro de R$ 12,3 bilhões para o segundo trimestre praticamente repete o resultado recorrente registrado nos três primeiros meses de 2026. A estabilidade em nível elevado reforça a capacidade do banco de gerar resultados mesmo diante da desaceleração do crédito e do aumento da inadimplência no sistema.

O Itaú encerrou o primeiro trimestre com ROE recorrente consolidado de 24,8%. Para o segundo trimestre, a XP estima 24,3%, ainda mais de oito pontos percentuais acima do retorno projetado para o Bradesco e mais de dez pontos acima do Santander.

A carteira de crédito total do Itaú chegou a R$ 1,48 trilhão em março, desconsiderados os efeitos cambiais. O volume cresceu 9% em 12 meses, com destaque para pequenas e médias empresas, consignado e crédito imobiliário.

A inadimplência acima de 90 dias permaneceu em 1,9%, nível inferior ao observado no conjunto do sistema financeiro.

A força do Itaú está na combinação entre escala, qualidade da carteira, precificação de risco, controle de despesas e receitas diversificadas. O banco consegue crescer sem ampliar excessivamente sua exposição aos segmentos de maior risco.

Crédito para empresas menores exige atenção no Itaú

Apesar da posição mais confortável, o Itaú Unibanco (ITUB4) também enfrenta pontos de pressão.

Pequenas e médias empresas ganharam participação na expansão da carteira. Esses clientes podem oferecer margens superiores às grandes corporações, mas são mais sensíveis à queda da atividade, ao aumento de custos e ao encarecimento dos empréstimos.

O crédito consignado privado também deverá continuar crescendo. O produto ganhou impulso com o novo modelo de empréstimo vinculado aos trabalhadores formais.

A retenção das parcelas reduz o risco em comparação com o crédito pessoal comum. Ainda assim, a modalidade possui histórico curto dentro das novas regras, o que exige acompanhamento da originação, da rotatividade no mercado de trabalho e das taxas de recuperação.

O financiamento de veículos representa outro ponto de observação. O automóvel funciona como garantia, mas o valor recuperado pelo banco depende do preço dos usados e do tempo necessário para retomar e revender o bem.

No primeiro trimestre, a inadimplência do Itaú permaneceu controlada. O balanço de agosto mostrará se a deterioração observada no sistema começou a atingir carteiras específicas do banco.

Receita de serviços pode limitar avanço de ITUB4

A principal fraqueza esperada no resultado do Itaú está nas receitas de comissões e serviços.

O primeiro trimestre já mostrou queda sequencial nas receitas relacionadas a cartões, pagamentos, assessoria financeira, corretagem e administração de recursos. Parte do movimento foi sazonal, mas a atividade mais fraca no mercado de capitais pode prolongar a pressão.

Menos ofertas de ações, fusões, aquisições e emissões reduzem as comissões do banco de investimento. Fundos com desempenho menos expressivo também geram menos taxas de performance.

O Itaú deverá compensar esse efeito com controle de despesas e margem financeira resiliente. No primeiro trimestre, o banco manteve inalteradas suas projeções para 2026.

O guidance oficial prevê crescimento entre 5,5% e 9,5% da carteira total de crédito, avanço de 5% a 9% na margem financeira com clientes e custo de crédito entre R$ 38,5 bilhões e R$ 43,5 bilhões no ano.

O banco também espera crescimento de 1,5% a 5,5% nas receitas de serviços e seguros e aumento de 5% a 9% nas despesas não financeiras.

Santander enfrenta piora da inadimplência no sistema

O cenário do Santander Brasil (SANB11) é mais delicado.

A estimativa de lucro de R$ 3,3 bilhões representa queda anual de 7,7% e redução em relação aos R$ 3,78 bilhões registrados no primeiro trimestre.

A rentabilidade projetada de 14% também indica perda de ritmo. No primeiro trimestre, o Santander havia apresentado ROE de aproximadamente 16%.

A pressão ocorre em um momento de aumento generalizado da inadimplência. Segundo o Banco Central, os atrasos superiores a 90 dias alcançaram 4,7% da carteira total do sistema financeiro em maio, avanço de um ponto percentual em 12 meses.

Nas operações com recursos livres, a inadimplência chegou a 6,2%. O índice atingiu 7,6% entre as famílias e 4,1% entre as empresas.

A deterioração não afeta todos os bancos da mesma maneira. A composição da carteira, as garantias, a renda dos clientes e a qualidade da concessão determinam quanto da piora do sistema chegará ao balanço de cada instituição.

No Santander, o mercado observa maior pressão em cartões, pequenas e médias empresas e determinadas operações do atacado.

Provisões devem ser o principal obstáculo de SANB11

O custo do crédito deverá ser a linha mais sensível do resultado do Santander Brasil (SANB11).

Quando aumenta a probabilidade de um cliente não pagar, o banco precisa constituir provisões. Esse valor é reconhecido como despesa antes mesmo de a perda se tornar definitiva.

Quanto maior a necessidade de provisionamento, menor a parcela da margem financeira que chega ao lucro líquido.

As projeções indicam aumento das provisões na comparação com o primeiro trimestre. Além da piora da carteira, o banco enfrenta efeitos das regras contábeis de reconhecimento de perdas esperadas.

Cartões de crédito e pequenas empresas concentram parte da atenção. São segmentos rentáveis, mas com maior sensibilidade à renda, ao emprego, ao faturamento e ao custo dos juros.

O crescimento da carteira deverá ficar entre 4% e 5% em 12 meses. A expansão tende a ser puxada por clientes de maior renda, crédito imobiliário e financiamento de veículos.

O consignado, por outro lado, deverá oferecer contribuição limitada. A originação para beneficiários do INSS permanece fraca, enquanto o crédito privado ainda não alcançou escala suficiente para compensar a desaceleração.

Gilson Finkelsztain assume banco sob pressão por rentabilidade

O balanço também marca uma nova fase na administração do Santander.

Gilson Finkelsztain assumiu a presidência do banco depois de comandar a B3 (B3SA3). Ele substitui Mário Leão e recebe uma instituição que precisa recuperar a qualidade do crédito e elevar o retorno sobre o capital.

A mudança acrescenta um componente estratégico à divulgação. Além dos números, investidores buscarão sinais sobre as prioridades da nova gestão.

O Santander poderá reduzir a exposição aos segmentos mais arriscados, reforçar a concessão para clientes de alta renda ou acelerar iniciativas para aumentar receitas de serviços.

Seguros e consórcios oferecem algum apoio. Essas operações geram comissões e podem compensar parcialmente a pressão das provisões.

O controle de despesas também será essencial. Com crescimento moderado da carteira, a eficiência operacional ganha peso maior na recuperação da rentabilidade.

O desafio será melhorar o risco sem comprometer excessivamente as receitas. Uma retração muito forte da concessão protege o balanço no curto prazo, mas pode reduzir a margem financeira e limitar o crescimento futuro.

Selic a 14,25% mantém crédito sob pressão

Os balanços serão apresentados em um cenário no qual os juros continuam altos, apesar do início do ciclo de redução da Selic.

O Banco Central cortou a taxa básica para 14,25% ao ano em junho. Mesmo após a queda, a política monetária segue contracionista e mantém elevado o custo dos financiamentos.

O estoque total de crédito do sistema financeiro alcançou R$ 7,3 trilhões em maio, crescimento de 9,5% em 12 meses.

A expansão, porém, veio acompanhada de aumento dos atrasos. O crédito às famílias cresceu 11,2%, enquanto a inadimplência desse grupo chegou a 5,6%.

No crédito livre, o problema é mais intenso. A taxa de atraso das famílias atingiu 7,6%, ao mesmo tempo em que os juros médios permaneceram acima de 60% ao ano.

Para os bancos, o quadro produz efeitos contraditórios. Taxas elevadas aumentam receitas em determinadas modalidades, mas reduzem a demanda e elevam a probabilidade de inadimplência.

Instituições com carteiras mais protegidas por garantias e clientes de maior renda conseguem capturar melhor as margens. Bancos com exposição maior ao crédito sem garantia tendem a consumir mais resultado com provisões.

Bradesco pode vencer na aceleração, mas Itaú segue à frente

A projeção da XP coloca o Bradesco (BBDC4) como principal candidato a surpresa positiva, sobretudo pela combinação de crescimento de receitas, seguros e qualidade de crédito administrável.

O Itaú Unibanco (ITUB4), entretanto, continuará liderando em lucro absoluto e rentabilidade. O banco deve entregar quase R$ 5,4 bilhões a mais de resultado do que o Bradesco no trimestre.

A comparação mostra que existem duas formas de interpretar o possível “vencedor” da temporada.

O Bradesco pode apresentar a maior evolução em relação à própria base, reforçando a recuperação e reduzindo a diferença para os concorrentes.

O Itaú, por sua vez, deverá continuar operando em um patamar de rentabilidade que os rivais ainda não alcançaram.

Para os investidores, a reação das ações dependerá não apenas do lucro, mas da diferença entre os números divulgados e as expectativas já incorporadas às cotações.

Um resultado forte pode provocar queda se estiver abaixo do consenso. Da mesma forma, um lucro menor pode impulsionar a ação quando supera as projeções ou traz melhora relevante na qualidade da carteira.

Crédito separará BBDC4, ITUB4 e SANB11 no 2T26

As provisões e a inadimplência deverão definir a leitura final dos três balanços.

No Bradesco (BBDC4), o mercado buscará confirmação de que a retomada da rentabilidade não está sendo comprada com maior risco.

No Itaú Unibanco (ITUB4), a atenção estará na capacidade de sustentar ROE superior a 24% e manter a inadimplência abaixo do sistema.

No Santander Brasil (SANB11), o principal teste será demonstrar que a piora da carteira está próxima de um limite administrável.

As projeções indicam um trimestre de avanço para o Bradesco, estabilidade em nível elevado para o Itaú e recuo para o Santander. A publicação dos balanços mostrará se essa diferença reflete apenas o momento de cada banco ou se representa uma mudança mais duradoura na disputa entre as três instituições.

Tags: ações de bancosbalanços dos bancosBBDC4BradescoEmpresasItaú UnibancoITUB4lucro dos bancosresultados 2T26SANB11Santander Brasil

LEIA MAIS

Fidcs - Gazeta Mercantil
Mercados

FIDCs já respondem por 37% das operações do mercado de capitais em 2026

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) deixaram de ocupar uma posição periférica no mercado financeiro brasileiro. No primeiro semestre de 2026, esses veículos movimentaram R$ 53,1...

Leia MaisDetails
Governo Volta A Discutir Tributação De Lci E Lca E Reacende Alerta Sobre Custo Do Crédito Imobiliário-Gazeta Mercantil
Economia

Governo volta a discutir tributação de LCI e LCA e reacende alerta sobre custo do crédito imobiliário

O debate sobre o fim da isenção de Imposto de Renda para Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) voltou ao centro da...

Leia MaisDetails
Apex Partners Revela Passivo De R$ 985,6 Milhões E Busca Proteção Judicial - Gazeta Mercantil
Empresas

Apex Partners: Justiça bloqueia bens de Fernando Cinelli e quebra sigilo bancário

A Justiça do Espírito Santo determinou o bloqueio dos bens de Fernando Antonio Kulnig Cinelli, fundador e ex-presidente da Apex Partners, e a quebra de seu sigilo bancário...

Leia MaisDetails
Casas Bahia Lança Debêntures De R$ 3,95 Bilhões Para Reestruturar Dívida - Gazeta Mercantil
Empresas

BHIA3 perde 99,9% desde pico de 2020; entenda a derrocada das ações da Casas Bahia

A trajetória das ações do Grupo Casas Bahia (BHIA3) nos últimos seis anos resume em números a deterioração financeira de uma das empresas mais conhecidas do varejo brasileiro....

Leia MaisDetails
Braskem (Brkm5) -Gazeta Mercantil
Empresas

Braskem (BRKM5) sofre rebaixamento da Fitch para ‘RD’ após calote em juros

A crise financeira da Braskem (BRKM5) entrou em uma nova fase depois que a Fitch Ratings rebaixou a classificação de crédito da petroquímica de “C” para “RD” —...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

21:11:23
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DOLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado

Veja Também

Renan Santos - Gazeta Mercantil
Política

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Leia MaisDetails
Valuation: O Que É, Como Calcular E Quais Métodos Definem O Valor De Uma Empresa - Gazeta Mercantil
Negócios

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Leia MaisDetails
Dólar Hoje Fecha A R$ 5,22 Com Tensão No Oriente Médio E Ata Do Fed No Radar - Gazeta Mercantil - Dólar
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

Leia MaisDetails
Deputado Gilvan Da Federal - Gazeta Mercantil
Política

STF torna Gilvan da Federal réu por injúria contra Lula

Leia MaisDetails
Ibovespa Hoje - B3 - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa hoje cai pela 11ª sessão seguida e fecha aos 166 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,22

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

STF torna Gilvan da Federal réu por injúria contra Lula

Ibovespa hoje cai pela 11ª sessão seguida e fecha aos 166 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,22

FIDCs já respondem por 37% das operações do mercado de capitais em 2026

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP