terça-feira, 3 de novembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

CVC (CVCB3) descarta follow-on e prioriza renegociação de dívida

Operadora de turismo cortou mais de 100 profissionais, tenta alongar debênture e afirma ter caixa superior a R$ 400 milhões para cobrir vencimentos até 2028

por Alice Nascimento
21/05/2026 às 14h22
em Empresas
Cvc (Cvcb3) Descarta Follow-On E Prioriza Renegociação De Dívida - Gazeta Mercantil

A CVC Corp (CVCB3) entrou em uma nova fase de reestruturação operacional e financeira, com cortes de despesas, redução de pessoal e foco na renegociação de sua dívida, em meio à pressão de resultados fracos, ações em queda e ambiente macroeconômico mais adverso para o setor de turismo. O vice-presidente de Finanças, Jurídico, Estratégia e Relações com Investidores da companhia, Felipe Gomes, afirmou que a prioridade da operadora é alongar e reduzir o custo da debênture em circulação, descartando, neste momento, uma nova oferta de ações.

Segundo o executivo, a CVC (CVCB3) não considera atualmente um novo aporte de capital. A companhia afirma ter caixa superior a R$ 400 milhões e sustenta que esse montante é suficiente para cobrir os pagamentos previstos da debênture até o fim de 2028, sem contar a geração de caixa esperada nos próximos anos.

Leia também: Xi Jinping exibe poder militar em desfile na China ao lado de Putin e Kim Jong Un.

A declaração ocorre depois de a maior operadora de turismo do Brasil desligar mais de 100 profissionais e revisar sua estrutura de custos. A empresa tenta recuperar eficiência após reportar prejuízo líquido contábil de R$ 72 milhões no primeiro trimestre de 2026 e dívida líquida de R$ 1,5 bilhão, equivalente a 3,4 vezes o Ebitda, segundo relatório do Citi.

CVC afasta hipótese de nova oferta de ações

Felipe Gomes afirmou que um follow-on, ou oferta subsequente de ações, não está no radar da CVC (CVCB3). O executivo argumenta que a prioridade da companhia é renegociar a debênture atual, buscando uma estrutura de dívida mais longa e com menor custo financeiro.

A sinalização busca reduzir a preocupação de investidores com uma eventual diluição acionária. Em empresas listadas, uma nova emissão de ações pode reforçar o caixa, mas tende a reduzir a participação proporcional dos acionistas existentes, especialmente quando feita em momento de preço deprimido.

No caso da CVC (CVCB3), esse ponto é sensível. As ações acumulavam queda de 16% em 2026 e de 20% em 12 meses até o pregão de quarta-feira (20), refletindo dúvidas do mercado sobre crescimento, alavancagem, margens e capacidade de recuperação operacional.

Para Gomes, o valor atual da ação torna uma captação via Bolsa pouco atrativa. O executivo afirmou que a empresa tem uma parcela de R$ 80 milhões da debênture vencendo no fim do ano e caixa suficiente para honrar esse compromisso.

Renegociação da debênture vira prioridade financeira

A principal frente da CVC (CVCB3) é a renegociação da debênture em circulação. A companhia quer alongar prazos e reduzir o custo da dívida, em uma tentativa de adequar sua estrutura de capital ao atual momento operacional.

Debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas para captar recursos no mercado. Quando uma companhia enfrenta pressão de caixa, queda de rentabilidade ou aumento de alavancagem, a renegociação desses instrumentos pode ajudar a reduzir vencimentos de curto prazo e preservar liquidez.

Segundo Felipe Gomes, apesar das dificuldades no mercado de crédito privado, a CVC (CVCB3) vê uma janela para reestruturar a dívida atual em condições mais favoráveis. A meta é tornar a debênture mais longa e mais barata.

A empresa afirma que todos os pagamentos relacionados à debênture até o fim de 2028 somam cerca de R$ 400 milhões. Como o caixa declarado supera esse valor, a administração sustenta que não há necessidade imediata de reforço de capital.

Cortes atingem mais de 100 profissionais

A reestruturação da CVC (CVCB3) incluiu o desligamento de mais de 100 profissionais, dentro de um quadro total de aproximadamente 2.000 colaboradores. A empresa informou que o número de cortes não chegou a 130 postos.

As demissões atingiram posições de comando em áreas consolidadas e setores internos, incluindo marketing e tecnologia. O objetivo é reduzir despesas administrativas, simplificar a estrutura e aumentar a eficiência operacional.

A medida foi concluída antes do fim de semana, segundo informações atribuídas ao CEO Fabio Mader. A companhia busca ajustar sua base de custos a um cenário de menor crescimento e maior pressão sobre margens.

O corte de pessoal ocorre em meio a um balanço trimestral desafiador. No primeiro trimestre, as despesas gerais, administrativas e de vendas avançaram 10%, segundo relatório do BTG Pactual, enquanto a receita líquida consolidada cresceu apenas 1% na comparação anual, para R$ 365 milhões.

Resultado do trimestre veio abaixo do esperado

O desempenho da CVC (CVCB3) no primeiro trimestre de 2026 ficou aquém das expectativas do mercado. A receita líquida consolidada avançou apenas 1% em relação ao mesmo período do ano anterior, somando R$ 365 milhões.

O resultado foi pressionado por queda de 17% nas receitas da subsidiária argentina e pela compressão da taxa de comissão, conhecida como take rate, nas operações brasileiras e internacionais.

A companhia também enfrentou aumento de despesas, custos mais altos de antecipação de recebíveis, carga tributária maior sobre transações bancárias e perdas cambiais. Esses fatores contribuíram para o prejuízo líquido contábil de R$ 72 milhões no trimestre.

A dívida líquida subiu para R$ 1,5 bilhão, equivalente a 3,4 vezes o Ebitda, de acordo com relatório do Citi. O indicador de alavancagem é acompanhado de perto por investidores, pois mede a relação entre dívida e geração operacional de caixa.

Turismo sente impacto de combustível, câmbio e geopolítica

A CVC (CVCB3) atribui parte da pressão recente ao ambiente macroeconômico e geopolítico. A alta dos preços do combustível de aviação e a instabilidade no Oriente Médio afetaram conexões internacionais e provocaram cancelamentos de reservas.

Segundo dados citados pela companhia, os cancelamentos entre Brasil e Argentina somaram R$ 109 milhões. O impacto foi relevante porque o grupo tem exposição ao mercado argentino e depende de fluxo internacional em parte de suas operações.

Empresas de turismo são sensíveis a câmbio, combustível, renda disponível, crédito ao consumidor e confiança das famílias. Quando há instabilidade externa, viagens internacionais tendem a ser afetadas com mais rapidez, especialmente em rotas que dependem de conexões aéreas e planejamento antecipado.

A volatilidade cambial também pesa sobre margens e demanda. Um dólar mais alto encarece pacotes internacionais, reduz a capacidade de consumo de parte dos clientes e pode elevar despesas financeiras ou operacionais vinculadas à moeda estrangeira.

CVC nega proposta formal da Decolar

Felipe Gomes também rebateu especulações sobre eventual interesse da Decolar em uma operação envolvendo a CVC (CVCB3). No início de maio, após notícia de que a rival argentina prepararia uma oferta pública de aquisição por valor superior a R$ 3,30 por ação, a CVC protocolou fato relevante na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informando que não havia recebido comunicação ou proposta formal.

O executivo reforçou que a companhia não pode comentar algo que não foi formalizado. Segundo ele, qualquer empresa interessada em adquirir participação ou fazer uma proposta pela CVC (CVCB3) precisaria apresentar oferta ao conselho de administração e, depois, submeter eventual deliberação à assembleia de acionistas.

A Decolar, controlada pela sul-africana Prosus, afirmou anteriormente que não comenta rumores de mercado, mas disse estar atenta a oportunidades de crescimento inorgânico nos mercados em que atua.

Nos bastidores, há leituras divergentes. Uma pessoa com conhecimento da operadora afirmou à Bloomberg Línea que a narrativa de atribuir a piora do trimestre ao cenário macroeconômico poderia preparar terreno para uma futura necessidade de reforço de capital. A companhia, porém, sustenta publicamente que não considera follow-on neste momento.

Estratégia premium foi recalibrada

Além dos cortes e da renegociação da dívida, a CVC (CVCB3) revisou parte de sua estratégia comercial. A holding recalibrou o plano que previa a chegada da marca argentina de luxo Biblos ao Brasil.

O segmento premium foi absorvido como uma célula interna da Visual Turismo, em vez de avançar como uma operação independente da grife no país. A decisão indica maior cautela na alocação de capital e foco na consolidação de ativos já existentes.

O redirecionamento faz parte de uma estratégia de preservação de caixa e eficiência operacional. Em vez de ampliar frentes que exigiriam investimento adicional, a companhia busca estabilizar a operação, reduzir custos e reforçar a sustentabilidade financeira.

A Fitch Ratings já havia referendado uma perspectiva de estabilidade financeira de longo prazo para a companhia, mas o mercado segue atento à capacidade da CVC (CVCB3) de converter cortes e renegociação de dívida em melhora efetiva dos resultados.

Concorrentes crescem em ritmo mais forte

O desempenho da CVC (CVCB3) contrasta com o avanço de outros players de turismo, aviação, hotelaria e distribuição online no primeiro trimestre de 2026.

A Latam Airlines registrou alta de 21,7% em vendas e crescimento de 36,7% no Ebitda, com margem operacional recorde. A Azul, em seu primeiro trimestre completo após sair do Chapter 11, reportou Ebitda recorde de R$ 1,69 bilhão, avanço de 22,6%.

Na hotelaria, Hilton teve alta de 9% na receita, enquanto Marriott avançou 6,2%, ambas com elevação de guidance para o ano. Entre plataformas digitais, Booking cresceu 16% em receita, Expedia avançou 15% e Airbnb subiu 18%. A empresa americana citou o Brasil entre seus principais mercados de expansão no trimestre, ao lado de Japão e Índia.

Na CVC (CVCB3), a expansão de vendas havia chegado a 29,8% no ano anterior, ainda sob a gestão de Fabio Godinho. No primeiro trimestre de 2026, o avanço desacelerou para 3,8%, queda de 26 pontos percentuais no ritmo de crescimento, acompanhada de retração de 10,5% no Ebitda em base anual.

Despesas de marketing sobem 48,3%

Outro ponto de atenção no balanço da CVC (CVCB3) foi o aumento das despesas de marketing. Os gastos nessa linha subiram 48,3% no trimestre, para R$ 45,1 milhões.

O crescimento das despesas comerciais em um período de desaceleração de vendas pressiona margens e levanta dúvidas sobre eficiência na aquisição de clientes. Para investidores, o dado sugere que a companhia precisou gastar mais para sustentar uma expansão menor.

Em empresas de turismo, marketing é uma ferramenta relevante para impulsionar vendas, especialmente em canais digitais, promoções e campanhas sazonais. No entanto, quando a receita não cresce na mesma proporção, o aumento de gastos pode piorar a rentabilidade.

A reestruturação recente indica que a companhia tenta revisar a relação entre despesas, crescimento e geração de caixa. O desafio será reduzir custos sem comprometer capacidade comercial, atendimento ao cliente e competitividade em um setor altamente disputado.

Mercado acompanha alavancagem e recuperação operacional

A CVC (CVCB3) entra em uma etapa decisiva para sua estratégia financeira. A companhia precisa demonstrar que consegue renegociar a debênture, preservar caixa, reduzir despesas e retomar crescimento em um ambiente competitivo.

A negativa de um follow-on reduz, no curto prazo, o temor de diluição dos acionistas. Ainda assim, não elimina a pressão sobre a estrutura de capital. A dívida líquida de R$ 1,5 bilhão, a alavancagem de 3,4 vezes o Ebitda e o prejuízo trimestral mantêm o mercado atento aos próximos movimentos.

A tese da administração depende de três frentes: alongar a dívida, estabilizar a operação e transformar cortes de custos em melhora de resultado. Caso a renegociação avance em termos favoráveis, a empresa pode ganhar fôlego financeiro até 2028.

A recuperação operacional, porém, será determinante. O turismo mostra crescimento em diferentes segmentos, mas a CVC (CVCB3) precisa provar que consegue acompanhar o ritmo dos concorrentes, recompor margens e reduzir a percepção de risco entre investidores.

CVC tenta ganhar fôlego sem diluir acionistas

A estratégia da CVC (CVCB3) é atravessar o período de pressão sem recorrer a uma nova oferta de ações. Para isso, a companhia aposta na renegociação da debênture, no caixa disponível e em uma estrutura de custos mais enxuta.

O plano pode dar fôlego financeiro se a empresa conseguir alongar vencimentos, reduzir despesas e estabilizar a geração de caixa. Mas o mercado ainda cobrará sinais concretos de recuperação nas vendas, melhora de margens e redução da alavancagem.

A combinação de cortes, dívida elevada, prejuízo trimestral e ações pressionadas mantém a CVC (CVCB3) no radar dos investidores. A próxima etapa será decisiva para mostrar se a operadora conseguirá transformar a reestruturação em recuperação efetiva.

Leia também

  • CVC Corp (CVCB3) nega proposta de aquisição após rumores de oferta da Decolar e movimenta mercado
  • S&P eleva rating da Light Sesa após fim da recuperação judicial e projeta queda da alavancagem

LEIA MAIS

Embraer (Embj3) Salta Quase 8% E Lidera Ibovespa Com Expectativa De Novos Contratos-Gazeta Mercantil
Empresas

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Embraer (EMBJ3) fecha acordo de € 590 milhões para fornecer três aviões KC-390 à Grécia, com opção de mais três. Primeira entrega será em 2027.

Leia MaisDetails
Chilli Beans Pede Recuperação Extrajudicial E Amplia Lista De Empresas Em Crise Em 2026 - Gazeta Mercantil - Empresas
Empresas

Chilli Beans pede recuperação extrajudicial e amplia lista de empresas em crise em 2026

Chilli Beans pede recuperação extrajudicial em 2026. Veja outras empresas em crise, como Braskem, Casas Bahia, Oncoclínicas e St. Marche.

Leia MaisDetails
Oncoclínicas (Onco3) - Gazeta Mercantil
Empresas

Oncoclínicas (ONCO3) tenta renegociar dívida em meio a disputa societária bilionária

Oncoclínicas (ONCO3) renegocia R$ 5,7 bilhões em dívidas enquanto disputa societária de até R$ 14 bilhões envolve Centaurus, CVM e decisão judicial.

Leia MaisDetails
Ibovespa Fecha Praticamente Estável Nesta Segunda-Feira, 29 De Junho De 2026 - Gazeta Mercantil
Mercados

Perdeu dinheiro na Bolsa após as eleições? Veja os riscos de vender ações ou comprar mais

Após queda de 17,5% do Ibovespa, veja os riscos de vender ações na baixa, comprar mais papéis e como rever a carteira após as eleições.

Leia MaisDetails
Marabraz Pede Recuperação Judicial Para Renegociar Dívida De R$ 140 Milhões - Gazeta Mercantil
Empresas

Marabraz tem recuperação judicial aceita com dívida de R$ 140 milhões; Justiça impõe restrições

Marabraz tem recuperação judicial aceita pela Justiça de SP para renegociar R$ 140 milhões em dívidas. Entenda os prazos e as restrições impostas.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

00:59:29
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Admin Ajax 2025 12 11T094346.625 (1)
Economia

Nota fiscal do Simples Nacional mudou: veja 4 passos para emitir NFS-e no novo sistema

Leia MaisDetails
Telemarketing - Gazeta Mercantil
Economia

SAC terá atendimento humano obrigatório a partir de hoje; veja as novas regras

Leia MaisDetails
Bitcoin (Btc) E Criptomoedas (Imagem: Canva Pro)
Criptomoedas

Binance registra saída de US$ 4,72 bilhões após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões

Leia MaisDetails
Embraer (Embj3) Salta Quase 8% E Lidera Ibovespa Com Expectativa De Novos Contratos-Gazeta Mercantil
Empresas

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Leia MaisDetails
Ouro Hoje - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Nota fiscal do Simples Nacional mudou: veja 4 passos para emitir NFS-e no novo sistema

SAC terá atendimento humano obrigatório a partir de hoje; veja as novas regras

Binance registra saída de US$ 4,72 bilhões após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Hackers atacam supermercados na Europa e elevam temperatura de freezers a 50°C

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Últimas notícias da Gazeta Mercantil