quarta-feira, 4 de novembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados Ibovespa

Ibovespa fecha em queda aos 176,7 mil pontos nesta quinta

Petróleo acima dos US$ 100 favoreceu Petrobras e Vale, mas juros, bancos e aversão global pressionaram a Bolsa.

por Camila Braga
23/07/2026 às 20h58
em Ibovespa
Ibovespa Fecha Em Queda Aos 176,7 Mil Pontos Nesta Quinta - Gazeta Mercantil - Ibovespa

O Ibovespa fechou em queda de 0,46% nesta quinta-feira, 23 de julho, aos 176.723,62 pontos, pressionado pela deterioração do ambiente internacional, pela alta dos juros futuros e pelo recuo das ações de bancos e empresas mais dependentes da atividade doméstica. A disparada do petróleo acima dos US$ 100 favoreceu Petrobras (PETR3; PETR4), PRIO (PRIO3) e Brava Energia (BRAV3), enquanto a valorização da Vale (VALE3) também ajudou a impedir uma perda mais intensa do principal índice da B3.

O movimento representou uma realização parcial dos ganhos da sessão anterior, quando o Ibovespa havia avançado 2,44%. Durante o pregão desta quinta-feira, o índice chegou a subir 0,20%, aos 177.895,77 pontos, mas mudou de direção com o aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais. Na mínima, recuou 0,71%, aos 176.293,25 pontos.

Leia também: Ibovespa fechamento, 4 de agosto: Bolsa fecha em leve queda após superar 180 mil pontos.

O volume financeiro negociado alcançou aproximadamente R$ 21,6 bilhões. Mesmo com a baixa diária, o Ibovespa acumula valorização de 2,73% em julho e avanço de 9,68% em 2026. Na semana, até o fechamento desta quinta-feira, o índice registra ganho de 1,73%.

O dólar à vista acompanhou a procura global por proteção e interrompeu uma sequência de três sessões de queda. A moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 5,0839, com alta de 0,64% diante do real.

Leia também: Queda do dólar anima mercado e impulsiona Ibovespa com foco nas tarifas dos EUA.

Ibovespa em números

  • Fechamento: 176.723,62 pontos
  • Variação no dia: queda de 0,46%
  • Variação em pontos: perda de 823,95 pontos
  • Máxima: 177.895,77 pontos, alta de 0,20%
  • Mínima: 176.293,25 pontos, queda de 0,71%
  • Volume financeiro: aproximadamente R$ 21,6 bilhões
  • Desempenho na semana: alta de 1,73%
  • Desempenho em julho: alta de 2,73%
  • Desempenho em 2026: alta de 9,68%
  • Dólar à vista: R$ 5,0839, alta de 0,64%
  • Petróleo Brent: US$ 100,69, alta de 7%
  • Petróleo WTI: US$ 92,19, alta de 6,2%
  • Dow Jones: queda de 0,97%
  • S&P 500: queda de 1,21%
  • Nasdaq: queda de 2,15%

Petróleo acima de US$ 100 amplia aversão ao risco

A principal fonte de tensão no mercado financeiro foi a forte valorização do petróleo, provocada pelo agravamento dos conflitos no Oriente Médio e pelo aumento dos riscos para as rotas internacionais de transporte da commodity.

O contrato do petróleo Brent para setembro avançou 7%, encerrando a sessão a US$ 100,69 por barril. Foi o primeiro fechamento acima dos US$ 100 desde 22 de maio. Nos Estados Unidos, o WTI subiu 6,2%, para US$ 92,19, maior nível de encerramento desde o início de junho.

A alta ocorreu depois de ataques atribuídos aos houthis do Iêmen contra dois navios petroleiros sauditas no Mar Vermelho. O episódio elevou as preocupações com o transporte de petróleo pelo Estreito de Bab-el-Mandeb, uma das principais passagens marítimas para cargas que circulam entre o Oriente Médio, a Europa e a Ásia.

O mercado já monitorava as restrições ao tráfego no Estreito de Ormuz, rota estratégica para as exportações dos grandes produtores do Golfo Pérsico. Com dois pontos relevantes de passagem sob risco, investidores passaram a considerar a possibilidade de novas interrupções na oferta mundial.

O choque do petróleo produziu efeitos opostos sobre a Bolsa brasileira. A alta favoreceu as empresas produtoras e distribuidoras de combustíveis, mas reforçou a perspectiva de inflação mais persistente, juros elevados por mais tempo e menor crescimento da economia mundial.

Petrobras e petroleiras limitam queda da Bolsa

As ações da Petrobras encerraram o pregão em alta e exerceram uma contribuição positiva importante para o Ibovespa. Os papéis ordinários PETR3 avançaram 1,67%, enquanto os preferenciais PETR4 subiram 0,87%.

A elevação do barril tende a favorecer a receita e a geração de caixa das produtoras de petróleo, desde que os preços permaneçam elevados e a atividade econômica mundial não passe por uma desaceleração mais intensa.

O desempenho positivo também alcançou outras companhias ligadas à cadeia de petróleo e combustíveis. As ações da PRIO subiram 1,29%, enquanto Brava Energia avançou 1,03%.

A Vibra Energia (VBBR3) ganhou 1,77% e apareceu entre as maiores altas do Ibovespa. A Braskem (BRKM5), cujos resultados também possuem relação com os preços de petróleo, derivados e insumos petroquímicos, avançou 1,65%.

A alta dessas empresas impediu que a queda do índice brasileiro acompanhasse integralmente a correção observada nos mercados dos Estados Unidos. Petrobras e Vale possuem peso elevado na composição do Ibovespa e, quando avançam simultaneamente, conseguem compensar parcialmente o desempenho negativo de outros setores.

Vale sobe após produção recorde para o período

A Vale também contribuiu para limitar a queda do Ibovespa. As ações VALE3 encerraram o dia em alta de 0,77%, dando continuidade à reação aos dados de produção e vendas do segundo trimestre de 2026.

A mineradora produziu 84,3 milhões de toneladas de minério de ferro entre abril e junho, crescimento de 1% na comparação anual. Segundo a companhia, foi o maior volume registrado em um segundo trimestre desde 2018.

O desempenho foi sustentado pela produção recorde no complexo S11D, no Pará, e pela contribuição adicional dos projetos Capanema e VGR1. As vendas de minério de ferro somaram 79,7 milhões de toneladas, avanço de 3% sobre o mesmo período de 2025.

A companhia também apresentou crescimento na produção de metais básicos. A produção de cobre alcançou 98,4 mil toneladas, aumento anual de 6%, enquanto a produção de níquel chegou a 42 mil toneladas, alta de 4%.

Os números operacionais reforçaram a percepção de melhora na execução dos projetos da mineradora e ofereceram sustentação às ações, que também foram favorecidas pela valorização do minério de ferro no mercado asiático.

Juros futuros avançam com temor de inflação

Enquanto as empresas de commodities encontraram suporte, as ações mais sensíveis ao mercado doméstico foram pressionadas pela abertura da curva de juros.

A alta do petróleo elevou as preocupações com uma nova rodada de pressões inflacionárias. O aumento do preço da energia pode alcançar combustíveis, transportes, fretes, produtos industriais e alimentos, com impactos sobre diferentes componentes dos índices de preços.

Os contratos de juros futuros avançaram em praticamente toda a curva. A taxa do contrato para janeiro de 2027 subiu para 14,045%, enquanto o vencimento de janeiro de 2028 alcançou 14,410%. Os contratos para janeiro de 2029 e janeiro de 2031 terminaram em 14,705% e 14,850%, respectivamente.

Nos vencimentos intermediários, as taxas avançaram mais de 20 pontos-base. O movimento refletiu a expectativa de que o Banco Central poderá encontrar menos espaço para reduzir a Selic caso a valorização do petróleo e do dólar produza efeitos relevantes sobre a inflação brasileira.

Juros mais altos reduzem o valor presente dos resultados esperados das empresas e tornam os títulos de renda fixa relativamente mais atrativos. O efeito costuma ser especialmente negativo para setores como varejo, construção, tecnologia, saúde e educação.

Hapvida, Totvs e Assaí lideram perdas

A Hapvida (HAPV3) apresentou a maior queda do Ibovespa, com recuo de 8,08%, a R$ 10,47. A companhia é considerada sensível ao comportamento dos juros em razão de seu endividamento, de suas necessidades de capital e dos custos associados à estrutura operacional.

A Totvs (TOTS3) caiu 6,37%, a R$ 27,05, em meio à correção das ações de tecnologia no Brasil e no exterior.

O Assaí (ASAI3) perdeu 4,52%, para R$ 8,02, enquanto a MRV (MRVE3) recuou 4,36%, a R$ 4,39. As ações da Azzas 2154 (AZZA3) caíram 4,27%, para R$ 17,05.

A construção civil foi pressionada pelo avanço dos juros futuros. As incorporadoras dependem tanto do financiamento das obras quanto da disponibilidade de crédito imobiliário para os compradores, o que torna o setor particularmente exposto às mudanças das condições monetárias.

Bancos pressionam o Ibovespa

Os bancos, que haviam apresentado valorização expressiva no pregão anterior, passaram por uma sessão de realização de lucros.

As ações preferenciais do Itaú Unibanco (ITUB4) caíram 0,79%, enquanto Bradesco (BBDC4) recuou 1,32%. Santander Brasil (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3) também encerraram o dia no campo negativo.

O avanço das taxas de juros pode ampliar as margens financeiras das instituições em algumas linhas de negócio. Em contrapartida, juros elevados reduzem a demanda por crédito, aumentam o risco de inadimplência e podem limitar o crescimento da atividade econômica.

O peso das ações bancárias na composição do Ibovespa fez com que a correção do setor neutralizasse parte importante dos ganhos registrados pelas empresas de commodities.

A B3 (B3SA3) também fechou em queda de 1,57%. A empresa foi uma das ações mais negociadas da sessão, ao lado de Petrobras, Vale, Sabesp (SBSP3) e WEG (WEGE3).

Rumo lidera altas do Ibovespa

A Rumo (RAIL3) registrou a maior valorização do Ibovespa, com alta de 2,35%, encerrando o pregão a R$ 13,96.

Na sequência apareceram Vibra Energia, com avanço de 1,77%, Ultrapar (UGPA3), com alta de 1,71%, Petrobras ON, com ganho de 1,67%, e Braskem PNA, que subiu 1,65%.

A composição da lista de maiores altas mostrou a preferência dos investidores por companhias ligadas a petróleo, combustíveis, infraestrutura e exportações. Essas empresas tendem a ser menos dependentes do consumo doméstico e podem se beneficiar da valorização do dólar.

A WEG, que havia avançado mais de 10% na quarta-feira, passou por realização de lucros e caiu 2,29%. A Embraer (EMBJ3) oscilou durante a sessão e fechou em baixa de 0,47%.

Wall Street cai com petróleo e ações de tecnologia

As bolsas de Nova York encerraram o dia em forte queda. O Dow Jones recuou 0,97%, aos 51.711 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 1,21%, aos 7.408 pontos. O Nasdaq, com maior concentração de empresas de tecnologia, perdeu 2,15%, aos 25.137 pontos.

O petróleo acima dos US$ 100 reforçou a preocupação com a inflação americana e levou investidores a ampliar as apostas de que o Federal Reserve poderá manter uma política monetária mais restritiva.

As ações de tecnologia também foram pressionadas pela repercussão dos balanços de Alphabet e Tesla. Os investidores avaliaram o aumento dos investimentos em inteligência artificial e os custos necessários para sustentar a expansão das grandes plataformas de tecnologia.

A combinação entre preços elevados das ações, aumento das despesas de capital e juros de longo prazo mais altos provocou uma correção mais intensa no Nasdaq.

Mercado de trabalho americano permanece resistente

Os investidores também analisaram os dados semanais do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Os pedidos iniciais de seguro-desemprego somaram 187 mil na semana encerrada em 18 de julho, queda de 22 mil em relação ao dado revisado da semana anterior.

A média móvel de quatro semanas caiu para 207,5 mil pedidos. Os números mostraram que o mercado de trabalho americano permanece relativamente resistente, apesar dos juros elevados e das incertezas econômicas.

A resiliência do emprego, somada ao choque do petróleo, reduz a urgência para uma flexibilização monetária pelo Federal Reserve. Essa expectativa favoreceu o dólar no mercado internacional e pressionou moedas de países emergentes, incluindo o real.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar diante de uma cesta de moedas fortes, operava em alta de aproximadamente 0,3% no fim do pregão brasileiro.

BCE mantém juros e monitora choque energético

Na Europa, o Banco Central Europeu manteve inalteradas suas três principais taxas de juros.

A taxa de depósito permaneceu em 2,25%, a taxa de refinanciamento continuou em 2,40% e a taxa de empréstimo marginal foi mantida em 2,65%.

A instituição afirmou que os preços da energia continuam voláteis e acima dos níveis anteriores ao conflito no Oriente Médio. O banco também destacou que o impacto completo do choque energético sobre a inflação ainda não foi totalmente transmitido à economia.

A decisão reforçou a percepção de que os principais bancos centrais precisarão avaliar cuidadosamente os efeitos do petróleo antes de promover novas reduções de juros.

O que esperar do próximo pregão

O comportamento do petróleo continuará sendo o principal fator de risco para o Ibovespa. Uma permanência do Brent acima dos US$ 100 poderá sustentar as ações da Petrobras e de outras produtoras, mas também tende a manter pressão sobre juros, inflação, dólar e empresas ligadas ao consumo.

Os investidores acompanharão os desdobramentos dos conflitos no Oriente Médio, o tráfego de navios no Mar Vermelho e no Estreito de Ormuz e eventuais medidas dos grandes produtores para reduzir os riscos de desabastecimento.

No mercado doméstico, a curva de juros deverá permanecer no centro das atenções. Caso as taxas continuem avançando, bancos, varejistas, construtoras e empresas de tecnologia poderão enfrentar novas sessões de volatilidade.

O Ibovespa encerrou a quinta-feira abaixo do fechamento anterior, mas permaneceu acima dos 176 mil pontos e manteve ganhos relevantes no mês e no ano. O desempenho das próximas sessões dependerá do equilíbrio entre a valorização das commodities e os efeitos negativos do aumento da percepção de risco sobre os mercados globais.

Leia também

  • Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) disparam em Nova York após Flávio liderar 1º turno
  • Santander protocola na CVM e na B3 pedidos para OPA do Santander Brasil

LEIA MAIS

Mercados - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

BTG Pactual muda carteira após eleições e projeta alta de até 83% para ações

BTG Pactual altera carteira de ações para novembro após eleições, inclui Caixa Seguridade, Ultrapar e TIM e projeta valorização de até 83% para Rede D'Or.

Leia MaisDetails
Dólar Hoje - Gazeta Mercantil
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 5,4872, com alta de 0,79% e pressão fiscal

Dólar hoje fecha a R$ 5,4872, alta de 0,79%, pressionado por incertezas fiscais e novas projeções de inflação e juros antes da decisão do Copom.

Leia MaisDetails
Boletim Focus - Taxa Selic - Gazeta Mercantil
Economia

Focus hoje: mercado eleva projeções de inflação, Selic e dólar para 2026

Focus hoje eleva projeções para inflação, Selic e dólar. IPCA de 2026 sobe para 5,22%, juros chegam a 13,50% e dólar é projetado a R$ 5,34.

Leia MaisDetails
Saudi Aramco - Gazeta Mercantil
Empresas

Lucro da Aramco (2222) salta 35% no 3º trimestre e chega a US$ 36,3 bilhões

Lucro da Aramco cresce 35% e atinge US$ 36,3 bilhões no 3º trimestre de 2026, impulsionado pelo petróleo, refino e venda de ativos.

Leia MaisDetails
Ibovespa Hoje - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa hoje: Bolsa abre em queda com eleições nos EUA e decisão do Copom no radar

Ibovespa hoje, 3 de novembro: índice futuro cai 1,57%, com eleições nos EUA, decisão do Copom, alta do dólar e cenário fiscal no radar.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

02:39:59
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Serasa Registra 84,2 Milhões De Inadimplentes E Dívidas De R$ 597,4 Bilhões No Brasil-Gazeta Mercantil
Economia

Serasa registra 84,2 milhões de inadimplentes e dívidas de R$ 597,4 bilhões no Brasil

Leia MaisDetails
Mercados - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

BTG Pactual muda carteira após eleições e projeta alta de até 83% para ações

Leia MaisDetails
Gado Leiteiro - Gzt - Gazeta Mercantil
Agronegócio

Paraná libera construção de centro de pecuária leiteira com investimento de R$ 36 milhões

Leia MaisDetails
Dólar Hoje - Gazeta Mercantil
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 5,4872, com alta de 0,79% e pressão fiscal

Leia MaisDetails
Tesouro Projeta Dívida Pública De 86,3% Do Pib Em 2036 E Identifica R$ 4,87 Trilhões Em Riscos Fiscais-Gazeta Mercantil
Economia

Dívida bruta do Brasil deve atingir 83,7% do PIB em 2026, projeta Tesouro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Serasa registra 84,2 milhões de inadimplentes e dívidas de R$ 597,4 bilhões no Brasil

BTG Pactual muda carteira após eleições e projeta alta de até 83% para ações

Paraná libera construção de centro de pecuária leiteira com investimento de R$ 36 milhões

Dólar hoje fecha a R$ 5,4872, com alta de 0,79% e pressão fiscal

Dívida bruta do Brasil deve atingir 83,7% do PIB em 2026, projeta Tesouro

Lara Resende propõe limitar Selic enquanto juros da dívida superam R$ 1,2 trilhão

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Últimas notícias da Gazeta Mercantil