quarta-feira, 29 de julho de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Supermercados Condor mudam nome de rede atacadista

Grupo Zonta unifica operação sob a marca Condor, mantém o modelo de atacarejo e amplia o acesso dos clientes ao Clube Condor.

por João Souza
10/05/2026 às 15h52 - Atualizado em 17/07/2026 às 02h56
em Empresas,Notícias
Supermercados Condor Mudam Nome De Rede Atacadista - Gazeta Mercantil - Empresas

Os Supermercados Condor iniciaram uma nova etapa de integração de suas operações no setor de varejo alimentar. O Grupo Zonta anunciou que a rede Gigante Atacadista passou a operar sob o nome Condor Atacadista em todas as suas unidades, em um movimento que busca fortalecer a marca Condor também no segmento de atacarejo.

A mudança faz parte de uma estratégia de unificação comercial e institucional do grupo. Com a nova bandeira, as lojas mantêm o modelo de atacarejo, que combina venda em grandes volumes com atendimento ao consumidor final, mas passam a incorporar benefícios já associados aos Supermercados Condor, como o programa de fidelidade Clube Condor.

A alteração de nome busca ampliar a identificação dos clientes com a marca principal do grupo e reforçar a competitividade em um mercado marcado por forte disputa de preços, expansão de redes regionais e maior procura dos consumidores por formatos de compra mais econômicos.

Gigante Atacadista passa a se chamar Condor Atacadista

A principal mudança anunciada pelo Grupo Zonta é a substituição da marca Gigante Atacadista por Condor Atacadista. A operação segue voltada ao atacarejo, modelo que se consolidou no Brasil ao atender tanto famílias quanto pequenos comerciantes, restaurantes, revendedores e consumidores que buscam economia em compras de maior volume.

Apesar da troca de nome, a empresa informou que a proposta comercial das lojas será preservada. O objetivo não é alterar o formato de funcionamento, mas aproximar a operação da identidade dos Supermercados Condor, marca já conhecida no varejo alimentar.

Na prática, a mudança permite que o grupo concentre suas ações de comunicação, relacionamento com clientes e campanhas promocionais sob uma marca mais forte. A estratégia também reduz a fragmentação entre bandeiras e facilita a percepção de que as operações fazem parte do mesmo ecossistema empresarial.

Clube Condor será ampliado para a nova bandeira

Um dos principais efeitos da mudança será a ampliação do acesso ao Clube Condor, programa de fidelidade dos Supermercados Condor. A iniciativa oferece cashback, promoções exclusivas e benefícios personalizados aos clientes cadastrados.

Com a incorporação da rede ao nome Condor Atacadista, consumidores do antigo Gigante Atacadista passam a ter acesso a vantagens já disponíveis nas demais operações do grupo. A medida busca aumentar a frequência de compras e fortalecer o vínculo entre os clientes e a marca.

Programas de fidelidade têm ganhado importância no varejo alimentar porque permitem às redes conhecer melhor o perfil de consumo, oferecer descontos segmentados e estimular a recorrência. Em um setor sensível a preço, benefícios como cashback e ofertas exclusivas podem influenciar diretamente a escolha do consumidor.

Além do Clube Condor, campanhas promocionais como a Condor Premia também devem reforçar a estratégia de relacionamento. A iniciativa oferece prêmios em dinheiro e vales-compras, com sorteios realizados por meio da Loteria Federal.

Modelo de atacarejo será mantido

O Grupo Zonta informou que o modelo de atacarejo será mantido nas unidades rebatizadas como Condor Atacadista. Esse formato une características do atacado e do varejo, permitindo que consumidores comprem produtos em diferentes quantidades, com preços competitivos.

O atacarejo avançou no Brasil nos últimos anos em meio à busca por economia, especialmente em períodos de renda pressionada e inflação elevada. O modelo também passou a atrair pequenos empreendedores, que utilizam essas lojas como canal de abastecimento para bares, restaurantes, mercearias e outros negócios.

Ao manter esse formato, os Supermercados Condor preservam a proposta que já atendia os clientes do Gigante Atacadista, mas adicionam a força de uma marca consolidada. A expectativa é que a mudança aumente a percepção de confiança, conveniência e vantagem econômica.

A estratégia também permite maior integração entre campanhas comerciais, programas de relacionamento e comunicação institucional. Para o consumidor, a principal diferença deve estar na identidade visual, na comunicação da loja e no acesso a benefícios adicionais.

Mudança reforça estratégia do Grupo Zonta

A troca de nome faz parte de um movimento mais amplo do Grupo Zonta para consolidar sua presença no mercado supermercadista e no atacarejo. Ao adotar a marca Condor Atacadista, a companhia busca aproximar todas as frentes de operação dos Supermercados Condor.

O presidente do Grupo Zonta, Pedro Joanir Zonta, afirmou que a mudança tem como objetivo oferecer mais vantagens e conveniência aos consumidores. A decisão ocorre em um ambiente de competição intensa no varejo alimentar, no qual redes regionais e nacionais disputam clientes com preços, promoções e programas de fidelidade.

A unificação da marca pode fortalecer o reconhecimento do grupo e melhorar a eficiência das ações promocionais. Também pode ampliar a capacidade de comunicação com os consumidores, já que a marca Condor passa a concentrar diferentes formatos de loja.

No setor supermercadista, a força da marca é um ativo relevante. Redes com identidade consolidada tendem a ter maior facilidade para lançar campanhas, expandir programas de benefícios e reforçar a percepção de confiança junto ao público.

Setor de supermercados vive disputa por fidelização

A mudança dos Supermercados Condor ocorre em um momento em que o varejo alimentar busca novas formas de fidelizar clientes. A concorrência entre supermercados, atacarejos e plataformas digitais aumentou a pressão por preços competitivos e benefícios adicionais.

Nesse cenário, programas de fidelidade deixaram de ser apenas ferramentas promocionais e passaram a ocupar papel estratégico. Eles ajudam a rede a personalizar ofertas, identificar hábitos de compra e criar incentivos para que o consumidor retorne às lojas.

Para os clientes, a integração da antiga rede Gigante Atacadista ao Condor Atacadista pode representar acesso a um conjunto mais amplo de vantagens. Para o grupo, a mudança permite fortalecer a marca principal e ampliar sua presença em um segmento de forte crescimento.

O atacarejo é considerado um dos formatos mais resilientes do varejo alimentar, pois atende diferentes perfis de consumidores. Famílias buscam economia em produtos de uso recorrente, enquanto pequenos comerciantes procuram preços competitivos para recompor estoques.

Transição será acompanhada pelo mercado

A adoção da nova bandeira Condor Atacadista será acompanhada por consumidores, fornecedores e concorrentes. O sucesso da mudança dependerá da capacidade do Grupo Zonta de preservar a base de clientes do antigo Gigante Atacadista e, ao mesmo tempo, ampliar a percepção de valor associada aos Supermercados Condor.

Em processos de rebranding, a comunicação com o consumidor é decisiva. A empresa precisa deixar claro que a mudança de nome não significa perda de benefícios, alteração negativa de preços ou ruptura no atendimento. Ao contrário, a proposta anunciada pelo grupo é ampliar as vantagens e reforçar a conveniência.

A transição também pode abrir espaço para novas campanhas comerciais, maior integração entre lojas e fortalecimento do Clube Condor. Com isso, os Supermercados Condor buscam transformar a mudança de nome em uma oportunidade de expansão da relação com os clientes.

A estratégia indica que o Grupo Zonta pretende concentrar esforços em uma marca mais forte, com atuação em diferentes formatos de varejo alimentar. Ao rebatizar o Gigante Atacadista como Condor Atacadista, a companhia reforça sua aposta no crescimento do atacarejo e na fidelização dos consumidores por meio de benefícios integrados.

Tags: atacarejoClube CondorCondor AtacadistaEmpresasGigante AtacadistaGrupo ZontanegóciosPedro Joanir ZontasupermercadosSupermercados Condorvarejo alimentar

LEIA MAIS

Visa (Visa34) Lucra Us$ 5,6 Bilhões, Mas Ações Recuam Após Balanço Do 3º Trimestre - Gazeta Mercantil
Empresas

Visa (VISA34) lucra US$ 5,6 bilhões, mas ações recuam após balanço do 3º trimestre

A Visa (V; VISA34) encerrou o terceiro trimestre de seu ano fiscal de 2026 com lucro líquido de US$ 5,6 bilhões, alta de 7% sobre o mesmo período...

Leia MaisDetails
Mrv (Mrve3) - Gazeta Mercantil
Empresas

MRV (MRVE3) vende ativos nos EUA por US$ 139 milhões e corta dívida em 7,5%

A MRV (MRVE3) concluiu a venda dos empreendimentos Ten Oaks e Rayzor Ranch, no Texas, por US$ 139 milhões, equivalentes a aproximadamente R$ 716 milhões, e reduziu em...

Leia MaisDetails
Aegea Aprova Aporte De Até R$ 2,1 Bilhões; Itaúsa (Itsa4) Pode Elevar Participação - Gazeta Mercantil
Empresas

Aegea aprova aporte de até R$ 2,1 bilhões; Itaúsa (ITSA4) pode elevar participação

A Aegea Saneamento aprovou um aumento de capital de R$ 1,5 bilhão a R$ 2,1 bilhões, por meio da emissão de novas ações ordinárias, em uma operação que...

Leia MaisDetails
3Tentos (Tten3) - Gazeta Mercantil
Empresas

3tentos (TTEN3) perde R$ 1,2 bi em valor de mercado e Citi corta preço-alvo antes do 2T26

A 3tentos (TTEN3) perdeu aproximadamente R$ 1,22 bilhão em valor de mercado em apenas um pregão, após suas ações recuarem 16,01% na terça-feira, 28 de julho, e encerrarem...

Leia MaisDetails
Santander Brasil (Sanb11) Cai 21% No Ano E Desconto Para Matriz Reacende Debate Sobre Opa Units Do Banco Têm O Pior Desempenho Entre Os Grandes Bancos Listados Na B3 Em 2026; Diferença Recorde De Valuation Para O Grupo Santander Recoloca No Radar A Hipótese De Fechamento De Capital, Mas Operação Ainda Não Foi Anunciada As Units Do Santander Brasil (Sanb11) Voltaram Ao Centro Das Discussões Do Mercado Financeiro Após Acumularem Queda De Cerca De 21% Em 2026, Desempenho Inferior Ao Dos Principais Bancos Listados Na B3. No Mesmo Período, As Ações Do Grupo Santander Na Espanha Avançam Aproximadamente 24%, Ampliando A Diferença De Valuation Entre A Matriz E A Subsidiária Brasileira Para Um Nível Considerado Recorde Desde A Listagem Do Banco No Brasil, Em 2009. A Distância Entre Os Múltiplos Reacendeu Uma Tese Recorrente Entre Analistas: A Possibilidade De O Controlador Espanhol Lançar Uma Oferta Pública De Aquisição (Opa) Para Comprar A Fatia Restante Do Santander Brasil Em Circulação No Mercado. A Hipótese Ganhou Força Porque Apenas Cerca De 10% Das Ações Permanecem Em Free Float, O Que Reduziria O Custo Financeiro De Uma Eventual Operação Para A Matriz. Apesar Disso, Não Há Anúncio Formal De Opa. O Tema Segue No Campo Da Especulação De Mercado, Alimentado Pelo Desconto Das Units, Pela Baixa Liquidez Relativa E Pelo Histórico Do Próprio Santander Em Operações De Simplificação Societária. Em Fevereiro, O Então Presidente Do Santander Brasil, Mario Leão, Afirmou Que O Fechamento De Capital Não Estava No Foco Da Gestão. Por Que Sanb11 Ficou Para Trás Na Bolsa O Mau Desempenho De Santander Brasil (Sanb11) Não Reflete Apenas A Diferença Entre O Mercado Brasileiro E O Europeu. O Banco Também Enfrenta Pressão Operacional Em Um Ambiente De Crédito Mais Difícil, Competição Crescente Com Fintechs E Rentabilidade Abaixo Da Meta De Médio Prazo. No Primeiro Trimestre De 2026, O Santander Brasil Registrou Lucro Líquido Gerencial De R$ 3,788 Bilhões, Queda De 7,3% Ante O Quarto Trimestre De 2025 E Baixa De 1,9% Em Relação Ao Mesmo Período Do Ano Anterior. O Retorno Sobre O Patrimônio Médio, Medido Pelo Roae, Ficou Em 16%, Abaixo Do Objetivo De Médio Prazo De 20% Citado Pela Administração E Acompanhado De Perto Por Analistas. A Qualidade Da Carteira Também Pesa Sobre A Leitura Dos Investidores. O Índice De Inadimplência Acima De 90 Dias Subiu De 2,8% Em Março De 2025 Para 3,3% Em Março De 2026, Segundo A Apresentação De Resultados Do Banco. No Segmento De Pessoa Física, A Inadimplência Acima De 90 Dias Chegou A 4,9% No Fim Do Primeiro Trimestre. Desconto Para A Matriz Alimenta Tese De Opa A Principal Razão Para A Tese De Fechamento De Capital É A Combinação Entre Valuation Descontado E Baixa Fatia Em Circulação. Segundo Análise Da Genial Investimentos, O Free Float De Aproximadamente 10% Representaria Um Custo Relativamente Baixo Para O Grupo Santander Diante De Sua Geração De Capital E De Seu Histórico De Reorganização De Subsidiárias. O Próprio Histórico Brasileiro Reforça A Leitura. Em 2014, O Santander Espanha Realizou Uma Oferta Pública Voluntária De Permuta De Ações E Units Do Santander Brasil Por Bdrs Representativos De Ações Da Matriz. A Operação Elevou A Participação Do Grupo No Capital Da Subsidiária Brasileira Para 88,3%, Mas Não Retirou Integralmente O Banco Da Bolsa Brasileira. Desde Então, O Controlador Avançou Em Outros Movimentos De Simplificação. A Bloomberg Línea Informou Que A Matriz Também Fechou O Capital De Negócios Como A Operação De Financiamento Ao Consumidor Nos Estados Unidos, Em 2021, E A Unidade Mexicana, Em 2023, Além Da Getnet No Brasil. O Que Pesa Contra Uma Operação Agora Embora O Desconto De Sanb11 Torne A Discussão Mais Relevante, O Momento Do Grupo Santander Pode Reduzir A Probabilidade De Uma Opa No Curto Prazo. A Matriz Está Envolvida Em Uma Agenda Internacional Intensa, Com Aquisições Relevantes No Reino Unido E Nos Estados Unidos. Em 2025, O Santander Anunciou A Compra De 100% Do Tsb Banking Group, Do Banco Sabadell, Por 2,65 Bilhões De Libras. A Operação Fortalece A Posição Do Grupo No Reino Unido E Deve Tornar O Santander Uk O Terceiro Maior Banco Do País Em Saldos De Contas Correntes Pessoais. Em Fevereiro De 2026, O Grupo Também Anunciou A Aquisição Do Webster Financial, Nos Estados Unidos, Por Us$ 12,2 Bilhões. Segundo O Comunicado Oficial, A Transação Deve Criar Um Banco Entre Os Dez Maiores Do Varejo E Banco Comercial Americano Por Ativos, Além De Ampliar A Base De Depósitos No Nordeste Dos Eua. Essas Operações Exigem Integração, Capital E Atenção Da Administração. Por Isso, Parte Dos Analistas Avalia Que Uma Eventual Opa No Brasil Pode Fazer Sentido Estratégico, Mas Não Necessariamente Agora. Santander Brasil Tenta Recuperar Rentabilidade A Nova Fase Do Santander Brasil Envolve Uma Combinação De Controle De Custos, Seletividade No Crédito E Busca Por Clientes De Maior Renda. A Apresentação Do Primeiro Trimestre Mostrou Receita Total De R$ 21,248 Bilhões, Avanço De 0,9% Em Relação Ao Primeiro Trimestre De 2025, Enquanto As Despesas Gerais Ficaram Praticamente Estáveis Na Comparação Anual. O Banco Também Vem Tentando Melhorar A Eficiência Operacional. No Primeiro Trimestre, O Índice De Eficiência Ficou Em 37,7%, Melhora De 1,1 Ponto Percentual Ante O Trimestre Anterior, Embora Ainda 0,5 Ponto Acima Do Registrado Um Ano Antes. A Estratégia Passa Por Reduzir Exposição A Carteiras De Maior Risco, Priorizar Originação Mais Rentável E Ampliar A Participação De Segmentos Como Alta Renda, Pequenas E Médias Empresas E Atacado. Em Relatório, A Genial Apontou Que A Administração Segue Buscando Um Roe Sustentável De 20%, Mas Que Esse Patamar Pode Ficar Mais Factível Apenas Em 2027. Troca No Comando Aumenta Atenção Sobre O Banco A Mudança Na Liderança Também Entrou No Radar. Em Março, O Santander Brasil Anunciou A Saída De Mario Leão Da Presidência, Com Transição Prevista Até Julho De 2026. Para O Cargo, O Conselho Escolheu Gilson Finkelsztain, Então Presidente Da B3, Ainda Sujeito Às Aprovações Regulatórias Necessárias. A Chegada De Finkelsztain Ocorre Em Um Momento Sensível. O Banco Precisa Recuperar Confiança Do Mercado, Provar Que A Deterioração Da Inadimplência Está Sob Controle E Mostrar Que A Reestruturação Operacional Pode Gerar Rentabilidade Mais Próxima Da Meta. Para Investidores, A Troca De Comando Pode Ser Positiva Se Acelerar A Disciplina De Capital E A Simplificação Do Banco. Mas Também Adiciona Um Período De Transição Em Uma Fase Em Que Sanb11 Já Sofre Com Pressão De Resultados E Comparação Desfavorável Com Pares Locais. Fintechs Pressionam Bancos Tradicionais Outro Ponto Estrutural É A Competição Com Fintechs. O Avanço De Bancos Digitais, Especialmente Em Cartões, Conta Corrente E Crédito De Varejo, Reduziu Vantagens Históricas De Bancos Tradicionais E Pressionou Margens No Segmento Massificado. O Santander Brasil Tem Exposição Relevante Ao Financiamento Ao Consumo, O Que Torna Seus Resultados Mais Sensíveis Ao Ciclo De Juros, À Inflação E À Inadimplência. Em Períodos De Selic Elevada, O Custo De Funding E O Risco De Crédito Tendem A Pesar Mais Sobre Instituições Com Carteiras Voltadas Ao Consumo. Esse Cenário Ajuda A Explicar Por Que A Matriz Espanhola Valorizou Fortemente Enquanto A Operação Brasileira Perdeu Valor. O Grupo Global Se Beneficiou De Resultados Recordes E Expansão Internacional, Enquanto O Brasil Ainda Tenta Recompor Retorno Em Um Mercado Bancário Mais Competitivo. O Que Observar Em Sanb11 Daqui Para Frente A Tese De Investimento Em Santander Brasil (Sanb11) Passa Por Quatro Pontos Principais: Evolução Da Inadimplência, Recuperação Do Roe, Disciplina De Custos E Sinais Da Matriz Sobre Alocação De Capital. Se Os Indicadores De Crédito Estabilizarem E A Rentabilidade Caminhar Para A Meta De 20%, O Desconto Pode Diminuir Sem Necessidade De Opa. Por Outro Lado, Se Sanb11 Continuar Negociando Com Múltiplos Pressionados, A Discussão Sobre Fechamento De Capital Tende A Permanecer No Radar. Por Enquanto, A Conclusão Mais Prudente É Que Uma Opa É Uma Possibilidade Financeira E Estratégica, Mas Não Um Fato. O Desconto Recorde Para A Matriz Torna O Tema Inevitável, Mas A Agenda Global Do Santander E A Ausência De Manifestação Formal Impedem Tratar A Operação Como Iminente. Para O Investidor, O Ponto Central Não É Apenas Se O Santander Brasil Pode Sair Da Bolsa. É Se O Banco Conseguirá Recuperar Rentabilidade Em Um Ambiente No Qual Fintechs, Juros Altos E Inadimplência Ainda Limitam O Potencial De Valorização De Sanb11. - Gazeta Mercantil
Empresas

Santander Brasil (SANB11) lucra R$ 3,01 bi no 2T26, queda de 17,6%, abaixo do esperado

O Santander Brasil (SANB11) registrou lucro líquido gerencial recorrente de R$ 3,014 bilhões no segundo trimestre de 2026, queda de 17,6% em relação ao mesmo período do ano...

Leia MaisDetails

Veja Também

Visa (Visa34) Lucra Us$ 5,6 Bilhões, Mas Ações Recuam Após Balanço Do 3º Trimestre - Gazeta Mercantil
Empresas

Visa (VISA34) lucra US$ 5,6 bilhões, mas ações recuam após balanço do 3º trimestre

Leia MaisDetails
Mrv (Mrve3) - Gazeta Mercantil
Empresas

MRV (MRVE3) vende ativos nos EUA por US$ 139 milhões e corta dívida em 7,5%

Leia MaisDetails
Tarcísio Abre 15 Pontos Sobre Haddad Em São Paulo; Flávio E Lula Ficam Em Empate Técnico - Gazeta Mercantil
Política

Tarcísio abre 15 pontos sobre Haddad em São Paulo; Flávio e Lula ficam em empate técnico

Leia MaisDetails
Moraes Dá 48 Horas Para Bolsonaro Explicar Vídeo De Ia E Admite Retorno Ao Regime Fechado - Gazeta Mercantil
Política

Moraes dá 48 horas para Bolsonaro explicar vídeo de IA e admite retorno ao regime fechado

Leia MaisDetails
Pix Virou Símbolo De Ameaça Ao Domínio Financeiro Dos Eua, Diz The Economist - Gazeta Mercantil
Economia

Pix deixa dinheiro vivo para trás e alcança 42% do e-commerce no Brasil

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Visa (VISA34) lucra US$ 5,6 bilhões, mas ações recuam após balanço do 3º trimestre

MRV (MRVE3) vende ativos nos EUA por US$ 139 milhões e corta dívida em 7,5%

Tarcísio abre 15 pontos sobre Haddad em São Paulo; Flávio e Lula ficam em empate técnico

Moraes dá 48 horas para Bolsonaro explicar vídeo de IA e admite retorno ao regime fechado

Pix deixa dinheiro vivo para trás e alcança 42% do e-commerce no Brasil

Governo amplia Desenrola 2.0 até 31 de agosto e mira 10 milhões de beneficiados

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Sem resultados
Todos os resultados
  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP