quinta-feira, 17 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Vale (VALE3), Santander (SANB11) e Usiminas (USIM5) lideram agenda de balanços do 2T26

Resultados de mineração, bancos, telecomunicações e consumo podem elevar a volatilidade das ações e do Ibovespa nesta semana.

por João Souza
26/07/2026 às 23h47
em Empresas
Fevereiro Dos Balanços: Quem Brilhou E Quem Decepcionou Na B3

Imagem gerada por IA

A temporada de balanços do segundo trimestre de 2026 entra em uma semana decisiva para a Bolsa brasileira, com 11 companhias programadas para divulgar resultados entre esta segunda-feira, 27 de julho, e sexta-feira, 31. Vale (VALE3), Santander Brasil (SANB11), Usiminas (USIM5), Ambev (ABEV3), Vivo (VIVT3) e TIM (TIMS3) estão entre os nomes que podem influenciar o comportamento de ações relevantes e, em alguns casos, do próprio Ibovespa.

O calendário reúne empresas de mineração, siderurgia, bancos, telecomunicações, bebidas, infraestrutura, tecnologia, concessões rodoviárias, shopping centers e papel e embalagens. A diversidade transforma a semana em um teste abrangente sobre a capacidade das companhias brasileiras de preservar margens em um ambiente marcado por juros elevados, custos financeiros pressionados e crescimento econômico mais moderado.

A Vale concentra a maior atenção pelo peso que possui no Ibovespa e pela exposição ao preço internacional do minério de ferro. Santander será observado pela evolução da inadimplência, das provisões e da rentabilidade. Na Usiminas, o mercado buscará sinais sobre preços do aço, concorrência dos produtos importados e desempenho da mineração.

A agenda começa na segunda-feira, com os balanços da Vivo e da TIM, e ganha força na quarta-feira, quando Santander, Intelbras (INTB3) e Motiva (MOTV3) apresentam seus números. A quinta-feira concentra Vale, Ambev, Multiplan (MULT3) e EcoRodovias (ECOR3). Usiminas e Irani Papel e Embalagem (RANI3) encerram a semana.

A ISA Energia Brasil (ISAE4), incluída em alguns calendários preliminares entre as empresas que divulgariam resultados na quinta-feira, atualizou sua programação. Segundo a agenda oficial da companhia, o balanço do segundo trimestre será publicado em 3 de agosto, com teleconferência no dia seguinte.

Vivo e TIM abrem semana com disputa por receita e geração de caixa

Vivo e TIM apresentam seus balanços após o fechamento do mercado nesta segunda-feira. Os números das duas operadoras oferecerão uma leitura atualizada sobre o comportamento do setor de telecomunicações, que combina receitas recorrentes, crescimento do uso de dados e necessidade permanente de investimentos em infraestrutura.

Na Vivo, os investidores deverão observar a expansão das receitas de serviços móveis, o desempenho da fibra óptica e a capacidade de transformar crescimento operacional em geração de caixa. A companhia encerrou o primeiro trimestre com receita de R$ 15,5 bilhões, Ebitda de R$ 6,2 bilhões e uma base total de 117,4 milhões de clientes.

O mercado também deverá avaliar a evolução dos custos comerciais e operacionais, o ritmo dos investimentos e a contribuição dos negócios digitais. A estratégia da Vivo deixou de depender apenas dos serviços tradicionais de telefonia e passou a incluir soluções financeiras, segurança digital, entretenimento e serviços para empresas.

Na TIM, a atenção estará concentrada na receita média por usuário, nas adições líquidas de clientes, na eficiência operacional e na remuneração aos acionistas. A operadora vem trabalhando com uma estrutura de custos mais enxuta e com foco na expansão das margens, especialmente no segmento móvel.

A leitura conjunta dos dois balanços ajudará a medir a intensidade da competição. O setor apresenta menor necessidade de disputa agressiva por preços do que em ciclos anteriores, mas permanece pressionado por investimentos em redes, atualização tecnológica e exigências crescentes de qualidade.

Resultados superiores às expectativas poderão reforçar a percepção defensiva das ações de telecomunicações. Frustrações em margem, fluxo de caixa ou crescimento da base, por outro lado, tendem a provocar revisões nas projeções de dividendos.

Santander testa recuperação da rentabilidade bancária

O Santander Brasil divulgará o resultado na quarta-feira, antes da abertura dos mercados. A apresentação a investidores está marcada para as 10h, em um momento no qual o setor bancário acompanha de perto a qualidade das carteiras de crédito e os efeitos dos juros elevados sobre famílias e empresas.

A XP Investimentos projeta lucro de R$ 3,3 bilhões para o Santander no segundo trimestre, queda de 7,7% em relação ao mesmo período de 2025. A expectativa considera crescimento anual entre 4% e 5% da carteira de crédito e retorno sobre o patrimônio líquido, o ROE, próximo de 14%.

A rentabilidade será um dos principais pontos do balanço. Um ROE mais baixo pode indicar dificuldade do banco para ampliar receitas, controlar despesas e compensar o custo do risco. O mercado também observará se o crescimento da carteira ocorreu em linhas com retorno adequado ou por meio de produtos com maior possibilidade de inadimplência.

As provisões para perdas, os atrasos acima de 90 dias e o desempenho dos segmentos de pessoas físicas e pequenas empresas deverão receber atenção especial. Esses grupos costumam ser mais sensíveis aos juros elevados e à perda de renda disponível.

Outro indicador relevante será a margem financeira com clientes. O Santander tenta recuperar a rentabilidade sem depender de uma expansão excessiva do crédito, equilibrando concessões mais seletivas, revisão de preços e aumento da participação de produtos com tarifas.

O balanço também servirá de referência para as expectativas em relação aos demais grandes bancos. Uma deterioração mais forte da qualidade dos ativos poderá aumentar a cautela com o setor, enquanto sinais de estabilização das provisões favoreceriam a leitura de recuperação gradual dos resultados.

Vale pode definir direção das ações de mineração

A Vale divulgará o balanço na quinta-feira, após o fechamento do mercado, e realizará teleconferência na sexta-feira. A companhia já apresentou seu relatório de produção e vendas do segundo trimestre, permitindo ao mercado formar uma avaliação preliminar sobre volumes, preços realizados e custos.

A XP estima Ebitda ajustado de aproximadamente US$ 3,9 bilhões. A projeção considera um ambiente mais favorável para os preços das commodities, mas também incorpora desafios operacionais e pressões de custos.

O resultado da Vale será analisado além do lucro líquido. Investidores deverão concentrar-se no Ebitda, no custo caixa do minério de ferro, nos embarques, nos prêmios obtidos por produtos de maior qualidade e na geração de fluxo de caixa livre.

A política de remuneração aos acionistas também permanece no radar. A combinação entre geração de caixa, investimentos, dívida e obrigações relacionadas às reparações define o espaço disponível para dividendos e eventuais recompras de ações.

Por seu peso no Ibovespa, a reação de Vale pode afetar o índice mesmo em uma sessão marcada por fatores externos. Uma surpresa positiva em custos ou preços realizados tende a beneficiar também outras ações ligadas à mineração e à siderurgia.

O risco permanece associado à demanda chinesa, ao comportamento dos preços do minério e à volatilidade cambial. Mesmo quando os volumes avançam, uma queda mais intensa da commodity pode reduzir receitas, margens e geração de caixa.

Usiminas enfrenta pressão do aço importado

A Usiminas encerra a semana de balanços na sexta-feira. O Morgan Stanley estima Ebitda de R$ 676 milhões no segundo trimestre, considerando novas premissas para câmbio, preços de commodities e desempenho operacional.

O resultado será acompanhado em meio ao debate sobre o avanço das importações de aço e a eficácia das medidas de defesa comercial. A indústria siderúrgica brasileira sustenta que produtos estrangeiros, especialmente asiáticos, têm chegado ao mercado nacional em condições que comprometem a competição.

O banco avalia que ainda é cedo para concluir se as medidas antidumping serão capazes de reduzir permanentemente a participação do aço importado aos níveis históricos. Essa incerteza deverá continuar presente nas projeções para volumes e preços domésticos.

Além da siderurgia, o mercado avaliará o desempenho da divisão de mineração. A operação pode compensar parcialmente oscilações do negócio de aço, mas também expõe a companhia ao comportamento do minério de ferro e aos custos de produção.

Na siderurgia, os principais indicadores serão vendas, preço médio por tonelada, custo das placas, margem operacional e utilização da capacidade. A demanda da indústria automotiva e de bens de capital também ajudará a determinar a leitura do trimestre.

O balanço deverá esclarecer se a companhia conseguiu recompor preços sem perder participação ou se a concorrência externa continuou limitando o repasse de custos. Para a ação, o ponto central será a sustentabilidade da melhora operacional, e não apenas o resultado isolado de um trimestre.

Copa do Mundo coloca volumes da Ambev em evidência

A Ambev divulgará seus números na quinta-feira. O Citi avalia que o trimestre pode apresentar um ambiente operacional mais construtivo, beneficiado por uma base de comparação mais favorável em junho e pelo aumento do consumo relacionado à Copa do Mundo de 2026.

Grandes eventos esportivos costumam ampliar vendas em bares, restaurantes, supermercados e canais de conveniência. O efeito, entretanto, dependerá da capacidade da companhia de transformar volumes maiores em receita e margem.

Os investidores deverão observar o desempenho das vendas de cerveja no Brasil, a receita por hectolitro e o custo das matérias-primas. Alumínio, cevada, embalagens, energia e transporte permanecem componentes relevantes da estrutura de despesas.

O câmbio também pode produzir efeitos distintos. A valorização do real tende a reduzir o custo de determinados insumos, mas altera a conversão dos resultados obtidos no exterior.

A comparação com o trimestre anterior permitirá verificar se a companhia conseguiu estabilizar volumes sem ampliar descontos. Crescimento baseado em promoções excessivas pode elevar a receita, mas prejudicar a rentabilidade.

A disputa com concorrentes continuará no centro da análise. O mercado brasileiro de bebidas exige investimentos elevados em marcas, distribuição, equipamentos de refrigeração e presença nos pontos de venda.

Concessões e shopping centers medem força da atividade doméstica

Motiva e EcoRodovias apresentarão seus balanços em uma semana importante para as empresas de infraestrutura. Os resultados deverão mostrar o comportamento do tráfego nas rodovias, a evolução das tarifas e o impacto dos investimentos previstos nos contratos de concessão.

Na Motiva, o mercado acompanhará também o desempenho dos negócios de mobilidade urbana e aeroportos. A antiga CCR atravessa uma fase de reorganização de portfólio e precisa equilibrar expansão, execução de investimentos e controle do endividamento.

Na EcoRodovias, o crescimento do tráfego deverá ser analisado em conjunto com reajustes tarifários e obras em novas concessões. O aumento da receita pode vir acompanhado de maior necessidade de capital, pressionando o fluxo de caixa no curto prazo.

A Multiplan divulgará o balanço na quinta-feira. A companhia será observada pela evolução das vendas dos lojistas, aluguel nas mesmas lojas, ocupação dos empreendimentos e inadimplência.

Shopping centers têm se beneficiado da recuperação da circulação de consumidores, mas enfrentam os efeitos dos juros elevados sobre o crédito e o consumo discricionário. A qualidade do portfólio e a capacidade de reajustar aluguéis serão determinantes para a margem.

A valorização dos ativos imobiliários, o custo da dívida e a distribuição de resultados também influenciam a reação das ações. O mercado tende a favorecer companhias capazes de crescer sem comprometer a alavancagem.

Intelbras e Irani completam agenda setorial

A Intelbras divulgará os resultados na quarta-feira, após o fechamento. A companhia atua nos segmentos de segurança eletrônica, comunicação, energia e tecnologia, o que torna seu balanço uma leitura sobre investimentos corporativos e demanda por equipamentos.

O mercado deverá acompanhar receitas, estoques, margens e desempenho dos produtos de energia solar. A dinâmica cambial é particularmente relevante para empresas que dependem de componentes importados ou mantêm cadeias de fornecimento internacionais.

A Irani Papel e Embalagem encerra a agenda na sexta-feira. Seus números deverão refletir preços de papelão ondulado, volume vendido, custos de energia e matéria-prima e demanda de setores como alimentos, bebidas, comércio eletrônico e bens de consumo.

O negócio de embalagens funciona como indicador indireto da atividade econômica. A desaceleração da produção e do consumo tende a reduzir a procura, enquanto a recuperação de volumes melhora a utilização das fábricas e dilui custos fixos.

Calendário de balanços entre 27 e 31 de julho

Empresa Ticker Data Horário de divulgação
Vivo VIVT3 27/07/2026 Após o fechamento
TIM TIMS3 27/07/2026 Após o fechamento
Santander Brasil SANB11 29/07/2026 Antes da abertura
Intelbras INTB3 29/07/2026 Após o fechamento
Motiva MOTV3 29/07/2026 Após o fechamento
Ambev ABEV3 30/07/2026 Não informado
Multiplan MULT3 30/07/2026 Não informado
Vale VALE3 30/07/2026 Após o fechamento
EcoRodovias ECOR3 30/07/2026 Após o fechamento
Usiminas USIM5 31/07/2026 Não informado
Irani Papel e Embalagem RANI3 31/07/2026 Não informado

As datas podem ser alteradas pelas companhias. Investidores devem acompanhar os canais oficiais de relações com investidores, especialmente porque mudanças de horário podem modificar o momento em que os resultados são incorporados aos preços das ações.

A concentração dos balanços na segunda metade da semana tende a elevar a volatilidade de empresas importantes do Ibovespa. Mais do que os números absolutos, o mercado buscará indicações sobre margens, endividamento, qualidade do crédito, geração de caixa e projeções para o restante de 2026.

LEIA MAIS

Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

A LVMH, maior grupo de luxo do mundo, encerrou a sessão de 15 de setembro de 2026 com valor de mercado em torno de €201 bilhões, depois de...

Leia MaisDetails
Brb Recebe R$ 376 Milhões Da Xp Por Créditos Ligados Ao Banco Master-Gazeta Mercantil
Empresas

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

O Banco de Brasília (BRB) (BSLI3; BSLI4) recebeu R$ 376 milhões com a venda à XP de ativos que haviam chegado ao banco por meio de operações relacionadas...

Leia MaisDetails
Jpmorgan Corta Preço-Alvo Do Banco Do Brasil Para R$ 22 E Mantém Recomendação Neutra-Gazeta Mercantil
Empresas

Banco do Brasil (BBAS3): JPMorgan corta preço-alvo para R$ 22 e reduz projeções de lucro

O JPMorgan reduziu de R$ 24 para R$ 22 o preço-alvo das ações do Banco do Brasil (BBAS3) para dezembro de 2027 e manteve recomendação neutra para os...

Leia MaisDetails
Há 4 Anos, Lula E Bolsonaro Iniciavam Campanhas Que Definiriam A Eleição De 2022 - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Investimentos têm desempenhos diferentes nos governos Bolsonaro e Lula, aponta levantamento

A comparação entre os mercados financeiros nos governos de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva mostra resultados diferentes conforme o tipo de ativo e o período...

Leia MaisDetails
Xp Reduz Aposta Em Privatização E Rebaixa Sanepar, Com Incerteza Sobre Precatório-Gazeta Mercantil
Empresas

Sanepar (SAPR11): XP corta recomendação para neutra e vê privatização mais distante

A XP Investimentos reduziu de compra para neutra a recomendação para as units da Sanepar (SAPR11), mesmo depois de elevar para R$ 45,80 o preço-alvo projetado para o...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

09:27:36
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Governo Volta A Discutir Tributação De Lci E Lca E Reacende Alerta Sobre Custo Do Crédito Imobiliário-Gazeta Mercantil
Economia

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

Leia MaisDetails
Percepção De Envolvimento De Aliados De Bolsonaro No Caso Master Sobe 12,9 Pontos, Diz Atlas
Política

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Leia MaisDetails
Flávio Bolsonaro Usou Recentemente Apartamento Que Pertenceu A Cunhado De Vorcaro
Política

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Leia MaisDetails
Copom Corta Selic Para 13,75% No Quinto Recuo Seguido Dos Juros - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP