terça-feira, 15 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados

Vale (VALE3), Petrobras (PETR4) e Ser Educacional (SEER3) lideram destaques corporativos desta sexta-feira (21)

Vale amplia adesões ao acordo de Mariana, Petrobras negocia blocos exploratórios em Gana e Ser Educacional aprova R$ 51,9 milhões em dividendos.

por João Souza
21/08/2026 às 12h02
em Mercados
Vale (Vale3) - Gazeta Mercantil

A ampliação do acordo de reparação de Mariana pela Vale (VALE3), o avanço da Petrobras (PETR4) sobre uma nova fronteira exploratória na África e a aprovação de R$ 51,9 milhões em dividendos pela Ser Educacional (SEER3) estão entre os principais acontecimentos corporativos desta sexta-feira, 21 de agosto de 2026.

O noticiário empresarial também reúne a venda de um ativo internacional pela Oncoclínicas, uma nova etapa da disputa entre Hapvida e Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a retirada da Cosan da observação negativa pela Fitch, negociações da Aeris com credores e mudanças relevantes nas posições acionárias de Embraer e Grupo Toky.

Os acontecimentos ocorrem em uma sessão positiva para a Bolsa brasileira, depois de uma semana marcada por volatilidade no exterior, pressão dos Treasuries e oscilações nos preços das commodities.

Vale leva adesão ao acordo de Mariana a 45 dos 49 municípios

A Vale (VALE3) informou que mais 19 municípios aderiram às condições do Acordo Definitivo de reparação e compensação pelos danos decorrentes do rompimento da barragem de Fundão, da Samarco, em Mariana, ocorrido em novembro de 2015.

Com as novas adesões, 45 dos 49 municípios considerados elegíveis passam a fazer parte formalmente do acordo, o equivalente a aproximadamente 91,8% das cidades aptas.

A nova rodada de adesões ocorreu em processo de mediação conduzido pelo Tribunal Regional Federal da 6ª Região. Entre os municípios que ingressaram agora está a própria Mariana, onde ocorreu o rompimento da barragem.

Os novos signatários terão direito aos pagamentos previstos no acordo depois do cumprimento das condições estabelecidas nos termos de adesão, incluindo a renúncia a determinados processos judiciais relacionados ao desastre. As cidades poderão receber inicialmente o equivalente às parcelas já destinadas aos municípios que aderiram anteriormente.

A expansão reduz uma das áreas remanescentes de incerteza jurídica do acordo firmado em 2024. O compromisso definitivo de reparação estabeleceu um valor financeiro estimado de R$ 170 bilhões, incluindo obrigações já executadas e compromissos futuros relacionados a indenizações, recuperação ambiental e políticas públicas.

Desse total, R$ 100 bilhões foram destinados a pagamentos ao poder público ao longo de 20 anos, enquanto outros R$ 32 bilhões correspondem a obrigações de fazer da Samarco. Aproximadamente R$ 38 bilhões já haviam sido desembolsados em iniciativas de reparação e compensação antes da assinatura do acordo.

A adesão de quase 92% dos municípios elegíveis aumenta a abrangência do mecanismo e reduz a quantidade de administrações municipais que permanecem fora da solução negociada.

Petrobras abre nova frente de exploração em Gana

A Petrobras (PETR4) avançou em sua estratégia de recomposição de reservas fora do Brasil ao iniciar negociações para contratos envolvendo blocos exploratórios em Gana, na costa oeste da África.

O Ministério de Energia e Transição Verde do país aprovou a manifestação apresentada pela companhia brasileira, permitindo o avanço das negociações sobre áreas offshore localizadas na Bacia de Keta.

A autorização ainda não significa descoberta de petróleo nem início de produção. Trata-se de uma etapa anterior, que permite à Petrobras discutir as condições contratuais para eventualmente ingressar nos ativos exploratórios.

A distinção é importante porque projetos desse tipo ainda dependem de negociação, assinatura de contratos, estudos geológicos, aquisição de dados, perfuração e avaliação de eventuais descobertas antes que qualquer reserva comercial possa ser reconhecida.

A Bacia de Accra-Keta é uma das regiões exploratórias de Gana e possui aproximadamente 33,9 mil quilômetros quadrados, segundo a Petroleum Commission do país. Embora Gana já tenha produção offshore estabelecida em outras áreas, Keta permanece como uma fronteira relativamente menos explorada.

O interesse africano ocorre simultaneamente ao avanço da Petrobras sobre outras áreas de fronteira.

Em 14 de agosto, a estatal anunciou ter identificado hidrocarbonetos no poço Morpho, no bloco FZA-M-59, localizado em águas ultraprofundas da costa do Amapá, na Bacia da Foz do Amazonas. A companhia detém 100% do bloco e informou que a perfuração continuaria para avaliar a descoberta.

Os dois movimentos, embora separados geograficamente, apontam para a mesma prioridade estratégica: ampliar o inventário de oportunidades exploratórias capazes de repor as reservas que serão consumidas pela produção nos próximos anos.

No caso de Gana, a Petrobras adiciona ainda um componente de diversificação internacional ao portfólio de exploração.

Ser Educacional distribuirá R$ 51,9 milhões em dividendos

A Ser Educacional (SEER3) aprovou a distribuição de R$ 51.923.630 em dividendos intermediários, equivalentes inicialmente a R$ 0,405525144 por ação, excluídos os papéis mantidos em tesouraria.

A decisão foi tomada pelo conselho de administração da companhia na quinta-feira (20).

Segundo a documentação encaminhada ao mercado, a distribuição corresponde a 30% do lucro líquido apurado no balanço de 30 de junho de 2026. A proporção permite estimar uma base de lucro de aproximadamente R$ 173,1 milhões para o cálculo da distribuição.

O pagamento será dividido em duas parcelas iguais de aproximadamente R$ 25,96 milhões.

A primeira está prevista para 25 de setembro, enquanto a segunda será paga em 30 de outubro. Cada parcela corresponde inicialmente a R$ 0,202762572 por ação.

Terão direito aos dividendos os acionistas registrados ao fim do pregão de 31 de agosto de 2026. A partir de 1º de setembro, as ações passarão a ser negociadas na condição ex-dividendos.

O valor unitário ainda poderá sofrer ajustes caso haja alteração na quantidade de ações considerada para a distribuição.

Oncoclínicas vende participação na Arábia Saudita

A Oncoclínicas (ONCO3) concluiu a venda de sua participação na Specialized Medical Treatment Company, na Arábia Saudita, por US$ 6,55 milhões.

A transação envolveu 45 milhões de ações, equivalentes a 27,49% do capital da companhia saudita, transferidas para a Advanced Drug Company for Pharmaceuticals.

A operação ganha relevância por ocorrer durante o processo de reorganização financeira da Oncoclínicas.

Os recursos obtidos com a alienação serão utilizados na aquisição de medicamentos, em uma etapa ligada ao plano adotado pela companhia para reorganizar sua estrutura financeira e operacional.

Mais do que o valor isolado da venda, o movimento mostra uma estratégia de monetização de ativos em um momento no qual liquidez e redução das pressões financeiras se tornaram prioridades para a empresa.

Hapvida diz não ter sido formalmente notificada pela ANS

A Hapvida (HAPV3) informou ao mercado que ainda não havia recebido notificação formal da Agência Nacional de Saúde Suplementar sobre a medida destinada a suspender preventivamente reajustes e cancelamentos relacionados à revisão de contratos que envolve cerca de 947 mil beneficiários.

A companhia afirmou que o processo envolve contratos coletivos empresariais e que as análises são realizadas individualmente, especialmente em situações de desequilíbrio financeiro ou inadimplência.

A ANS, por sua vez, colocou a revisão sob escrutínio diante da possibilidade de impactos sobre um número elevado de beneficiários.

O tema tornou-se particularmente sensível para a Hapvida depois da forte reação do mercado aos números do segundo trimestre. A empresa registrou lucro líquido ajustado de apenas R$ 12,5 milhões no período, com forte redução em relação ao mesmo trimestre de 2025, enquanto o aumento da sinistralidade pressionou a rentabilidade.

A discussão regulatória adiciona, portanto, uma segunda camada de incerteza: além da recuperação das margens, investidores passam a acompanhar de que maneira a companhia poderá reorganizar contratos deficitários dentro das limitações impostas pelas regras da saúde suplementar.

Fitch melhora situação da Cosan, mas dívida continua no radar

A Cosan (CSAN3) deixou a Observação Negativa da Fitch Ratings, embora a agência tenha mantido a perspectiva negativa para os ratings corporativos.

A Fitch reafirmou os ratings de longo prazo em moeda estrangeira e local em “BB-” e manteve o Rating Nacional de Longo Prazo em “A+(bra)”.

A retirada da observação reduz o grau de incerteza imediata associado à avaliação de crédito, mas não significa que as preocupações com a estrutura financeira tenham desaparecido.

A perspectiva negativa continua refletindo os riscos associados à execução do processo de desalavancagem da holding.

Para a Cosan, a evolução da dívida permanece uma das variáveis centrais acompanhadas pelo mercado depois de anos de expansão de investimentos e participação em ativos intensivos em capital.

Aeris busca proteção para negociar com credores

A Aeris (AERI3) também entrou no radar dos investidores ao pedir judicialmente a suspensão de execuções movidas por credores por até 60 dias.

Segundo a companhia, o objetivo é criar espaço para negociar mudanças nas condições originais de suas dívidas e adaptar a estrutura de capital à capacidade de geração de caixa e às perspectivas de longo prazo.

O pedido não significa, por si só, a abertura de uma recuperação judicial. A medida busca estabelecer uma janela de negociação antes de eventual agravamento do conflito com os credores.

O movimento coloca a fabricante de pás eólicas entre as companhias que passaram a recorrer a instrumentos jurídicos para tentar reorganizar passivos em um ambiente de juros ainda elevados.

Embraer tem redução de participação de investidor

A Embraer (EMBJ3) comunicou que clientes administrados pela Brandes Investment Partners reduziram sua participação consolidada na fabricante de aeronaves.

Segundo a notificação recebida pela companhia, a posição caiu para aproximadamente 36,46 milhões de ações, correspondentes a 4,92% do capital.

A passagem para menos de 5% é relevante por retirar o investidor da faixa de participação acionária considerada significativa para determinadas obrigações de comunicação ao mercado.

A informação, isoladamente, não significa necessariamente uma mudança na visão sobre a companhia, já que os papéis pertencem a diferentes clientes administrados pela gestora e podem ter sido movimentados por razões distintas.

Grupo Toky registra mudança entre acionistas relevantes

O Grupo Toky (TOKY3), controlador das operações de Tok&Stok e Mobly, também informou alterações relevantes em sua estrutura acionária.

A Paladino Capital passou a deter aproximadamente 13,21% das ações, enquanto fundos administrados pela SPX e pela DSK deixaram suas posições.

Paralelamente, a Soller Participações passou a deter cerca de 17,58% do capital da companhia.

As movimentações chamam atenção porque ocorrem durante uma fase de reorganização do setor de móveis e decoração e depois da combinação empresarial que reuniu ativos de Tok&Stok e Mobly.

Notícias mostram três frentes diferentes de risco empresarial

Os acontecimentos desta sexta-feira expõem três vetores distintos que estão sendo precificados pelos investidores.

Na Vale, o movimento é de redução de passivo jurídico, com a adesão de 45 dos 49 municípios elegíveis ao acordo de Mariana. Na Petrobras, o foco está na expansão de opções futuras de produção, com a entrada em uma nova fronteira exploratória internacional. Na Ser Educacional, a mensagem é de remuneração direta ao acionista, por meio da distribuição de aproximadamente R$ 51,9 milhões.

Em outras companhias, entretanto, o foco permanece sobre balanços e estrutura de capital. Oncoclínicas monetiza ativos, Aeris procura negociar dívidas, Cosan segue sob perspectiva negativa de crédito e Hapvida enfrenta simultaneamente pressão operacional e maior escrutínio regulatório.

O radar corporativo desta sexta-feira mostra, assim, que o comportamento das ações brasileiras continua dependente não apenas do ambiente macroeconômico, mas de fatores bastante específicos de cada empresa — desde desalavancagem e regulação até dividendos, exploração de petróleo e redução de contingências jurídicas.

LEIA MAIS

Mercados - Gazeta Mercantil
Mercados

CSN (CSNA3), São Martinho (SMTO3) e mais 13 ações entram no radar do Itaú BBA

O Itaú BBA iniciou a semana com 15 ações no radar para operações de compra baseadas em análise técnica, com potenciais até o primeiro objetivo que variam de...

Leia MaisDetails
Mercados - Gazeta Mercantil
Mercados

Petrobras (PETR4) recebe R$ 2,57 bilhões, Cemig (CMIG4) troca comando e Bradesco (BBDC4) paga JCP

A semana começa com uma agenda corporativa carregada na Bolsa brasileira. Petrobras (PETR3; PETR4) confirmou o recebimento de mais R$ 2,57 bilhões relacionados ao programa de subvenção econômica...

Leia MaisDetails
Banco Central (Foto: Marcello Casal Jr., Ag. Brasil)
Mercados

Focus reduz inflação para 4,90%, corta PIB e mantém Selic em 13,75% em 2026

O mercado financeiro reduziu pela terceira semana consecutiva a projeção para a inflação brasileira em 2026, mas passou a esperar um crescimento ainda menor da economia, em uma...

Leia MaisDetails
Itaú, Banco Do Brasil, Bradesco Ou Nubank: Qual Banco Vale Mais A Pena Investir Agora?
Mercados

Itaú, Banco do Brasil, Bradesco ou Nubank: qual banco vale mais a pena investir agora?

O ambiente econômico brasileiro tornou a escolha de ações bancárias mais difícil em 2026. Juros elevados, endividamento das famílias em níveis historicamente altos, aumento da inadimplência e dificuldades...

Leia MaisDetails
Juros Futuros Devolvem Ganhos Após Risco Político Ligado Ao Caso Master-Gazeta Mercantil
Economia

Juros futuros devolvem ganhos após risco político ligado ao caso Master

As taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) terminaram a sessão desta sexta-feira (11) próximas da estabilidade, depois de uma mudança de direção ao longo do pregão. A...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

00:18:45
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Diretor De Dark Horse Diz Que Us$ 24 Milhões Incluíam Marketing; Pf Apura Destino De Repasses
Política

Diretor de Dark Horse diz que US$ 24 milhões incluíam marketing; PF apura destino de repasses

Leia MaisDetails
Varejo Brasileiro Enfrenta Juros Altos E Muda Foco Para Geração De Caixa E Produtividade-Gazeta Mercantil
Economia

Varejo brasileiro enfrenta juros altos e muda foco para geração de caixa e produtividade

Leia MaisDetails
Salário Mínimo Paulista 2026 É De R$ 1.874,36; Veja Quem Tem Direito - Gazeta Mercantil - Trabalho
Trabalho

Salário mínimo paulista 2026 é de R$ 1.874,36; veja quem tem direito

Leia MaisDetails
Mensagens De Vorcaro Mostram Cobrança Por Aporte No Tayayá E Citam R$ 35 Milhões Em Operações - Gazeta Mercantil - Trabalho
Política

Mensagens de Vorcaro mostram cobrança por aporte no Tayayá e citam R$ 35 milhões em operações

Leia MaisDetails
Orçamento De 2027 Prevê R$ 133,8 Bi Em Investimentos E R$ 61,5 Bi Para O Novo Pac - Gazeta Mercantil - Trabalho
Economia

Orçamento de 2027 prevê R$ 133,8 bi em investimentos e R$ 61,5 bi para o Novo PAC

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Diretor de Dark Horse diz que US$ 24 milhões incluíam marketing; PF apura destino de repasses

Varejo brasileiro enfrenta juros altos e muda foco para geração de caixa e produtividade

Salário mínimo paulista 2026 é de R$ 1.874,36; veja quem tem direito

Mensagens de Vorcaro mostram cobrança por aporte no Tayayá e citam R$ 35 milhões em operações

Orçamento de 2027 prevê R$ 133,8 bi em investimentos e R$ 61,5 bi para o Novo PAC

BASF prepara IPO de divisão agrícola com quatro bancos e mira Bolsa de Frankfurt

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP