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Cassação de Eduardo Bolsonaro avança após faltas excessivas

por Júlia Campos - Repórter de Política
09/12/2025 às 19h42
em Política, Destaque, Notícias
Cassação De Eduardo Bolsonaro Avança Após Faltas Excessivas - Gazeta Mercantil

Cassação de Eduardo Bolsonaro entra na fase decisiva e Câmara acelera processo após série de faltas

A possibilidade de cassação de Eduardo Bolsonaro ganhou força inédita nesta terça-feira, após o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmar publicamente que o parlamentar ultrapassou o limite de ausências permitido pela Constituição e deve perder o mandato. A declaração abre um dos capítulos mais tensos da legislatura e coloca a Casa diante de uma decisão com repercussões políticas profundas, ainda mais em um ano marcado por disputas acirradas entre Executivo, Legislativo e Judiciário.

O deputado do PL, que está nos Estados Unidos desde fevereiro, alegando perseguição judicial, deixou de comparecer à esmagadora maioria das sessões deliberativas do ano. Pelos registros oficiais, foram 71 sessões realizadas em 2025, das quais ele faltou a 56 — um índice próximo de 79% de ausência, número que desrespeita o limite constitucional de faltas permitido a um parlamentar no exercício regular do mandato.

A análise preliminar da Mesa Diretora aponta que a soma das ausências, aliada ao fim do período de licença temporária que Eduardo havia solicitado no início do ano, cria um cenário irreversível. Segundo Hugo Motta, não há mais margem jurídica ou regimental para justificar que um deputado permaneça no cargo sem exercer efetivamente suas funções. Em suas palavras, “é impossível o exercício do mandato parlamentar fora do território nacional”, afirmando que a cassação de Eduardo Bolsonaro deverá ser decidida em breve.

A base jurídica da cassação

A Constituição estabelece que um deputado perde o mandato quando deixa de comparecer a um terço ou mais das sessões sem justificativa adequada. Ao retornar de sua licença temporária, vencida em julho, Eduardo Bolsonaro passou a ter todas as faltas registradas automaticamente. Manobras regimentais apresentadas por aliados, como tentativas de atuação remota ou justificativas posteriores, não foram aceitas pela Mesa Diretora.

O Regimento Interno prevê que o processo de análise das faltas seja concluído apenas em março do ano seguinte, mas Hugo Motta decidiu antecipar o procedimento. A medida tem apoio de setores que consideram que o prolongamento do caso enfraqueceria a credibilidade da Câmara e alimentaria um discurso de seletividade institucional.

A partir desta terça-feira, o deputado terá cinco sessões para apresentar sua defesa formal. A Mesa Diretora avaliará os argumentos e deliberará sobre o encaminhamento final. Se a decisão for pela perda do mandato, o caso segue para votação em plenário, exigindo maioria simples para confirmação da cassação de Eduardo Bolsonaro.

O impacto político da ausência prolongada

A situação de Eduardo Bolsonaro se diferencia de casos anteriores por envolver um parlamentar de grande visibilidade nacional, investigado pelo Supremo Tribunal Federal por suposta participação na articulação de atos destinados a reverter o resultado das eleições de 2022. Embora o processo de cassação de Eduardo Bolsonaro não esteja relacionado diretamente às investigações sobre a trama golpista, o peso político de ambos os temas se entrelaça no debate público.

Fora do país há dez meses, o deputado afirma ser vítima de perseguição política, mas ainda não apresentou previsão de retorno ao Brasil. A permanência prolongada nos Estados Unidos, sem cumprimento das obrigações parlamentares, ampliou o desgaste interno entre seus colegas. Lideranças afirmam que não houve tentativa eficaz de acompanhar votações ou manter atuação legislativa mínima.

Setores da oposição consideram que a cassação enfraquece o grupo político vinculado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Já aliados avaliam que o cenário pode intensificar a narrativa de que o Judiciário e o Legislativo atuam politicamente contra figuras da direita. Mesmo assim, parlamentares próximos ao Palácio do Planalto e ao centro político veem a cassação de Eduardo Bolsonaro como consequência lógica e inevitável do descumprimento de deveres constitucionais.

Um processo acelerado e monitorado de perto

A decisão de abreviar o rito da cassação foi interpretada como um movimento estratégico de Hugo Motta para evitar que a questão avance para 2026, quando o ambiente eleitoral deve tornar o debate ainda mais inflamado. A Câmara busca preservar sua autonomia e demonstrar que cumpre critérios objetivos, independentemente da filiação partidária do parlamentar envolvido.

Nos bastidores, integrantes da Mesa Diretora afirmam que não há disposição para flexibilizar regras constitucionais com o objetivo de preservar mandatos. A ausência de Eduardo ultrapassou limites considerados aceitáveis, deixando a Câmara vulnerável a críticas de omissão caso não haja resposta institucional.

A avaliação jurídica é clara: a hipótese de cassação de Eduardo Bolsonaro se enquadra no capítulo de deveres parlamentares, e não envolve crimes de natureza eleitoral. Portanto, mesmo em caso de perda do mandato, o deputado não se tornaria automaticamente inelegível. Poderia concorrer novamente, desde que não haja outra condenação em paralelo que imponha inelegibilidade.

A defesa e seus próximos passos

Aliados de Eduardo Bolsonaro devem insistir na tese de perseguição política e na alegação de que o parlamentar estaria impedido de atuar plenamente no Brasil em razão de medidas que consideram arbitrárias. No entanto, a Mesa Diretora avalia que tais argumentos não anulam o fato objetivo: o deputado não compareceu à ampla maioria das sessões, não justificou adequadamente as ausências e não se manteve em território nacional para o exercício do mandato.

A defesa deve tentar sensibilizar parlamentares, argumentando que a cassação de Eduardo Bolsonaro pode acirrar tensões políticas e aprofundar a polarização nacional. Ainda assim, lideranças do centro e da esquerda afirmam que o processo não pode ser tratado como decisão político-partidária, mas como verificação de descumprimento de regras claras previstas no ordenamento jurídico.

O peso institucional da decisão

A eventual cassação de um dos principais nomes do bolsonarismo será interpretada como marco significativo no equilíbrio entre poderes. Ao mesmo tempo em que reforça a obrigação parlamentar de comparecer às sessões, também sinaliza que a Câmara pretende exercer protagonismo na defesa de seus ritos, evitando que futuramente parlamentares deixem o país e permaneçam no cargo sem participação efetiva.

A tensão entre Legislativo e Judiciário também permeia o debate. O caso de Eduardo Bolsonaro ocorre paralelamente à discussão sobre a revisão de penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro. A Câmara, ao conduzir rigorosamente o processo de faltas do parlamentar, tenta demonstrar independência e maturidade institucional diante de temas sensíveis.

Para analistas, o desfecho da cassação de Eduardo Bolsonaro será interpretado como termômetro da disposição da Casa em zelar pelo cumprimento das responsabilidades de seus membros. A defesa argumenta que a perseguição política é o cerne do caso, mas a Mesa Diretora sustenta que o foco é técnico e regimental: comparecimento às sessões e exercício do mandato.

Impactos no cenário político mais amplo

O clã Bolsonaro enfrenta um dos momentos mais delicados desde 2018. Com o ex-presidente condenado a 27 anos pelo Supremo Tribunal Federal e impedido de disputar eleições, aliado a inquéritos envolvendo nomes próximos, o peso político da família passa por forte desgaste institucional.

A possível cassação de Eduardo Bolsonaro pode reconfigurar parte da bancada de direita e influenciar estratégias para as eleições de 2026. Embora o parlamentar possa se candidatar novamente caso deseje, a perda do mandato cria um precedente simbólico de grande impacto. Para adversários, representará a queda de um dos deputados mais influentes do bolsonarismo. Para apoiadores, alimentará o discurso de vitimização e resistência.

Mesmo assim, líderes das principais bancadas avaliam que a Câmara precisa seguir estritamente o que determinam suas normas. A decisão final, prevista para a próxima semana, deve ocorrer em meio a forte mobilização pública e intensa repercussão nacional.

Um fim anunciado?

A leitura predominante no Congresso é de que a cassação é provável. O discurso de Hugo Motta ao anunciar que Eduardo ultrapassou “claramente” os limites regimentais indica que a Mesa Diretora já formou entendimento técnico. A defesa terá espaço, mas dificilmente conseguirá reverter o quadro.

Para a Câmara, trata-se de preservar o princípio de que o mandato parlamentar exige presença, votação, debate e atuação consistente. A ausência prolongada e injustificada compromete a função legislativa e afronta o pacto institucional firmado com o eleitor.

O país espera, agora, o desfecho de um processo que deve marcar a história recente do Parlamento. A decisão sobre a cassação de Eduardo Bolsonaro não resolverá as tensões políticas existentes, mas definirá os limites da atuação parlamentar diante de ausências prolongadas e do abandono das funções constitucionais.

Tags: ausência parlamentarcassação na CâmaraEduardo Bolsonaro mandatofaltas de parlamentaresHugo Motta Câmaraperda de mandatoregras de assiduidadeSTF investigação Bolsonaro

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Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. 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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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