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Banco Central confirma regulação do Pix Parcelado para o fim de outubro

Nova modalidade permitirá dividir pagamentos via Pix em parcelas, com foco em ampliar o acesso ao crédito e aumentar a segurança das transações digitais

por Redação
06/10/2025 às 10h25
em Economia, Destaque, Notícias
Nova Modalidade Permitirá Dividir Pagamentos Via Pix Em Parcelas, Com Foco Em Ampliar O Acesso Ao Crédito E Aumentar A Segurança Das Transações Digitais - Gazeta Mercantil

BC confirma publicação da regulação do Pix Parcelado para o fim de outubro

O Banco Central (BC) anunciou que a regulação do Pix Parcelado será publicada apenas na última semana de outubro, adiando novamente o lançamento oficial dessa modalidade de pagamento. A ferramenta, que permitirá ao consumidor parcelar valores enviados via Pix, mesmo sem limite no cartão de crédito, é considerada uma das evoluções mais aguardadas do sistema de pagamentos instantâneos do país.

O que é o Pix Parcelado e por que o mercado aguarda sua regulação

O Pix Parcelado é uma nova modalidade de crédito que permitirá ao usuário dividir o valor de uma transferência Pix em várias parcelas, com juros definidos pelas instituições financeiras. Diferente do Pix tradicional — que é uma operação de pagamento à vista —, o parcelado funcionará como um empréstimo instantâneo, em que o banco do pagador antecipará o valor ao recebedor e cobrará as parcelas posteriormente do cliente.

Esse modelo já vinha sendo testado por diversas instituições financeiras de forma privada, mas ainda sem uma regulação padronizada pelo BC. A expectativa é que, com a publicação das regras oficiais, o mercado ganhe transparência, padronização e segurança, tanto para quem oferece quanto para quem utiliza o serviço.

Novo cronograma do Banco Central

Previsto inicialmente para setembro, o lançamento oficial do Pix Parcelado foi adiado. Segundo o Banco Central, a primeira etapa da regulação, a ser publicada no fim de outubro, trará a padronização da definição do produto e das práticas de mercado, de modo a melhorar a experiência dos usuários e evitar confusões entre diferentes tipos de crédito associados ao Pix.

Já a segunda etapa será divulgada no início de dezembro, com detalhes sobre os procedimentos operacionais e a padronização da jornada do usuário — tanto na contratação do crédito quanto no pagamento das parcelas. Após essa publicação, haverá um período de adaptação para que as instituições financeiras e de pagamento ajustem seus sistemas às novas regras.

Regulamentação busca transparência e proteção ao consumidor

A decisão de estruturar o Pix Parcelado em etapas faz parte da estratégia do Banco Central de assegurar clareza regulatória e padronizar a experiência do consumidor. Hoje, algumas instituições já oferecem produtos semelhantes — como o “Pix com limite” ou “Pix Crédito” —, mas cada uma com regras próprias de taxas, limites e prazos.

Com a regulação, o BC pretende garantir que todas as instituições sigam parâmetros comuns, especialmente no que diz respeito à informação clara sobre taxas de juros, encargos e prazos de pagamento. Assim, o consumidor poderá comparar ofertas de forma mais justa e tomar decisões mais conscientes sobre o uso do crédito.

Além disso, o órgão reforça que a criação do Pix Parcelado é parte de um movimento de democratização do crédito no Brasil, uma vez que permitirá o acesso a financiamentos rápidos, mesmo para quem não possui cartão de crédito.

Como funcionará o Pix Parcelado

Na prática, o Pix Parcelado funcionará de forma muito similar ao cartão de crédito tradicional, mas com a agilidade e o alcance do Pix. O cliente fará a transferência no valor total, e o banco ou fintech credora antecipará o pagamento ao recebedor, assumindo o risco da operação. Em seguida, o usuário pagará as parcelas mensais conforme o contrato firmado no momento da transação.

As parcelas poderão incluir juros e encargos administrativos, determinados pela instituição financeira, respeitando os limites e diretrizes estabelecidos pelo BC. O modelo também permitirá a integração com o Open Finance, o que facilitará o compartilhamento de informações de crédito e o acesso a melhores condições de pagamento.

Impactos esperados no mercado financeiro

O Pix Parcelado promete transformar a maneira como os brasileiros realizam pagamentos e utilizam crédito. Para os consumidores, ele representa uma alternativa mais ágil e acessível de parcelamento, sem a necessidade de cartão. Para os lojistas e prestadores de serviço, o modelo garante recebimento imediato, reduzindo o risco de inadimplência.

Instituições financeiras, por sua vez, veem na novidade uma oportunidade de ampliar sua base de clientes e aumentar a competitividade no mercado de crédito pessoal, especialmente frente a fintechs que já oferecem soluções de parcelamento instantâneo.

O mercado estima que o Pix Parcelado pode movimentar bilhões de reais nos primeiros meses após a regulamentação, consolidando o Brasil como referência global em inovação de pagamentos digitais.

Reunião do Fórum Pix e decisão do Banco Central

O adiamento da publicação da regulação foi comunicado durante a última reunião do Fórum Pix, grupo consultivo permanente que reúne cerca de 300 representantes do sistema financeiro e da sociedade civil. O comitê tem papel estratégico na definição das normas e procedimentos que orientam o funcionamento do sistema de transferências instantâneas no país.

Segundo o BC, a participação dos integrantes do Fórum é essencial para assegurar a governança colaborativa do Pix e garantir que as inovações — como o Pix Parcelado — sejam implementadas de forma segura e sustentável.

Segurança reforçada: bloqueio de chaves suspeitas

Além da regulação do Pix Parcelado, o Banco Central também anunciou novas medidas para reforçar a segurança do sistema. A partir de 6 de outubro, o BC passou a bloquear automaticamente chaves Pix identificadas pelas instituições financeiras como associadas a golpes ou fraudes.

O objetivo é proteger os usuários e aumentar a confiabilidade do sistema de pagamentos instantâneos, um dos mais utilizados do país. Desde o lançamento do Pix, em 2020, mais de 160 milhões de pessoas já aderiram à ferramenta, que se tornou essencial na rotina financeira dos brasileiros.

Adesão em massa e a próxima fase de evolução

O sucesso do Pix no Brasil é incontestável. Segundo dados do Banco Central, o sistema movimenta trilhões de reais mensalmente, superando cartões e boletos como principal meio de pagamento digital. A chegada do Pix Parcelado é vista como a nova etapa dessa revolução financeira, unindo conveniência e acesso ao crédito em um único ecossistema.

Com a regulação, espera-se que mais pessoas tenham acesso a crédito formal, reduzindo a dependência de modalidades informais ou de alto custo, como o cheque especial e o crédito rotativo. Além disso, a ferramenta deverá impulsionar o comércio eletrônico, oferecendo novas opções de pagamento para consumidores e lojistas.

Expectativas para o lançamento oficial

O mercado financeiro, as fintechs e os consumidores aguardam com expectativa o lançamento oficial do Pix Parcelado. A promessa é de simplicidade, segurança e inclusão financeira, fatores que devem consolidar ainda mais o Brasil como líder global em inovação de pagamentos.

Quando a regulação for publicada, em outubro, as instituições terão de se adaptar rapidamente às novas normas para poderem oferecer o serviço de forma padronizada e segura até o fim do ano. Assim, a expectativa é que os primeiros Pix Parcelados cheguem ao público já no início de 2026.

Tags: Banco Centralcrédito digitalEconomiafintechsFórum Pixinovação financeira.Open Financepagamentos instantâneosparcelamento via PixPix Parceladoregulação do Pix

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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