quinta-feira, 17 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Economia

Reincidência na inadimplência chega a 86,41% e aprofunda ciclo de dívida entre famílias brasileiras

por Maria Helena Costa
27/03/2026 às 15h31
em Economia
Reincidência Na Inadimplência Chega A 86,41% E Aprofunda Ciclo De Dívida Entre Famílias Brasileiras - Gazeta Mercantil

Reincidência na inadimplência alcança 86,41% e revela ciclo cada vez mais duro de dívida entre famílias brasileiras

A reincidência na inadimplência atingiu um patamar que escancara a dificuldade crescente de milhões de brasileiros em restabelecer a própria vida financeira. Em fevereiro, 86,41% dos consumidores negativados voltaram a apresentar restrições depois de já terem enfrentado o mesmo problema nos 12 meses anteriores. O dado muda a qualidade da leitura sobre o endividamento no país. Já não se trata apenas de saber quantos brasileiros estão com o nome negativado, mas de entender por que tantos voltam ao cadastro de devedores em sequência, muitas vezes sem sequer conseguir quitar as pendências anteriores.

O avanço da reincidência na inadimplência funciona como um retrato mais duro da realidade do crédito no Brasil. Em vez de um consumidor que entra em atraso por um evento isolado e consegue se reorganizar depois, o que emerge é o perfil de um devedor recorrente, pressionado por renda insuficiente, custo de vida elevado, acúmulo de despesas essenciais e baixa margem para absorver qualquer novo choque financeiro. Nessa dinâmica, a dívida deixa de ser acidente pontual e passa a operar como rotina.

Esse quadro ganha ainda mais relevância porque o fenômeno avança junto com outros sinais de deterioração. Em 12 meses, o número de devedores reincidentes cresceu 12,49%. Na direção oposta, o total de consumidores que conseguiram limpar o nome caiu 7,12%. O resultado é um sistema de crédito em que cresce o contingente daqueles que voltam a dever, enquanto diminui a fatia de quem consegue sair da restrição de forma efetiva. A reincidência na inadimplência se transforma, assim, em um dos indicadores mais importantes para medir a profundidade do problema financeiro das famílias.

Por trás dessa estatística há uma mudança estrutural no comportamento do endividamento. A reincidência na inadimplência mostra que a fragilidade orçamentária deixou de estar restrita a emergências excepcionais. Ela passou a se conectar ao cotidiano: contas básicas, crédito caro, vencimentos sucessivos, negociações temporárias e renda incapaz de acompanhar a pressão das despesas. Quando o consumidor sai do cadastro e retorna pouco depois, ou sequer consegue encerrar o ciclo anterior antes de contrair novas dívidas, o sistema passa a produzir um tipo mais persistente de exclusão financeira.

Reincidência na inadimplência deixa de ser exceção e vira a regra

O número de 86,41% dá a medida exata da gravidade. A reincidência na inadimplência já representa a esmagadora maioria das negativações. Isso significa que apenas uma parcela pequena dos consumidores registrados como inadimplentes em fevereiro estava enfrentando restrição pela primeira vez no período de 12 meses. O resto já havia passado antes pela mesma experiência.

Essa mudança é decisiva para a leitura econômica. Durante muito tempo, a inadimplência foi interpretada principalmente como consequência de fatores específicos: desemprego, perda temporária de renda, doença, imprevisto familiar ou descontrole pontual do orçamento. Com a reincidência na inadimplência em nível tão elevado, essa explicação fica insuficiente. O que aparece agora é um problema mais profundo, no qual a dificuldade não está só em evitar a primeira dívida em atraso, mas em impedir o retorno contínuo ao mesmo estágio.

A leitura desse dado exige atenção porque ele altera a forma como empresas, credores e o próprio mercado enxergam o consumidor. A reincidência na inadimplência sugere que boa parte dos brasileiros negativados já não vive uma crise passageira, mas uma condição de vulnerabilidade prolongada. Isso afeta a concessão de crédito, encarece o risco, reduz a confiança das empresas no parcelamento e cria um ambiente de maior cautela para toda a economia de consumo.

Em termos sociais, a mensagem é ainda mais dura. A reincidência na inadimplência revela que sair da restrição deixou de ser sinônimo de recuperação. Para milhões, limpar o nome pode ser apenas um intervalo curto antes de uma nova negativação. E essa constatação muda o centro do debate: não basta discutir mecanismos de renegociação, é preciso entender por que a estabilização financeira se tornou tão difícil.

A maior parte dos reincidentes nem conseguiu quitar a dívida anterior

O dado mais preocupante dentro do levantamento é que 68,22% dos reincidentes ainda não haviam pago as pendências anteriores e, mesmo assim, voltaram a ser negativados. Outros 18,19% haviam conseguido sair do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Essa divisão ajuda a entender a profundidade da reincidência na inadimplência no país.

No primeiro grupo estão consumidores que não encerraram o ciclo antigo e já entraram em outro. No segundo, aqueles que até tiveram algum alívio momentâneo, mas não conseguiram sustentar a recuperação. Em ambos os casos, a reincidência na inadimplência indica que o problema vai além de um simples atraso. Trata-se de uma sequência de comprometimentos do orçamento, em que novas obrigações financeiras se acumulam antes mesmo de as antigas serem resolvidas.

Esse padrão é especialmente delicado porque mostra que o passivo do consumidor não está sendo liquidado, mas sobreposto. A reincidência na inadimplência passa a funcionar como uma espiral: uma conta vence, outra surge, a negociação de uma dívida abre espaço apenas temporário, e logo o orçamento volta a entrar em colapso. Em vez de recomposição, há empilhamento de pendências.

Do ponto de vista do crédito, isso desafia inclusive os modelos tradicionais de renegociação. Se a maioria dos reincidentes nem quitou o que devia antes de voltar a ser negativada, a reincidência na inadimplência deixa claro que acordos pontuais podem aliviar o cadastro, mas nem sempre resolvem a fragilidade financeira de fundo. O problema, nesse caso, não é apenas jurídico ou bancário; é estruturalmente econômico e doméstico.

O brasileiro volta a dever em menos de três meses

Outro dado decisivo para compreender a intensidade do problema é o intervalo médio entre uma dívida vencida e o surgimento de novas pendências. Em fevereiro, esse prazo foi de 72,9 dias. Ou seja, a reincidência na inadimplência tem ocorrido, em média, cerca de dois meses e meio após o vencimento da obrigação anterior.

Esse espaço de tempo é curto demais para sugerir reorganização consistente. Na prática, ele indica que muitos consumidores saem de uma dificuldade e rapidamente entram em outra, sem construir fôlego financeiro para estabilizar a rotina. A reincidência na inadimplência passa, assim, a refletir um orçamento permanentemente tensionado, incapaz de suportar despesas sucessivas.

Essa rapidez também mostra que a inadimplência recorrente não depende necessariamente de grandes rupturas. Quando o retorno ao cadastro de devedores acontece em 72,9 dias, a reincidência na inadimplência pode estar sendo alimentada por algo mais banal e, justamente por isso, mais grave: contas básicas, prestação acumulada, cartão de crédito, parcelamentos e pequenos atrasos que, somados, voltam a empurrar o consumidor para a restrição.

O dado do intervalo médio ajuda a desmontar a ilusão de que basta “ganhar um tempo” para reorganizar a vida financeira. Para quem já vive na margem, esse tempo não existe de fato. A reincidência na inadimplência sugere que milhões de brasileiros seguem transitando entre uma dívida e outra sem nunca alcançar uma zona mínima de estabilidade.

Crescimento de 12,49% confirma agravamento em 12 meses

Nos 12 meses encerrados em fevereiro, o número de devedores reincidentes aumentou 12,49% em relação ao período anterior. Esse avanço reforça que a reincidência na inadimplência não é apenas alta em proporção, mas também segue crescendo em volume absoluto.

Esse ponto importa porque revela tendência, e não episódio isolado. Se a reincidência na inadimplência já domina o perfil dos negativados e ainda cresce em número de casos, o país passa a conviver com uma deterioração mais persistente da qualidade do crédito ao consumidor. Não há apenas concentração do problema entre quem já devia; há também expansão dessa condição.

Para o varejo, isso é sinal de alerta. A reincidência na inadimplência reduz a confiança no parcelamento, pressiona a análise de risco, encarece o crédito e tende a restringir o espaço para vendas financiadas. Para bancos e financeiras, o indicador sugere maior dificuldade de recuperar clientes e de transformar renegociações em retomadas sustentáveis. Para a economia, o efeito é um consumo mais frágil e mais dependente de renda imediata.

O crescimento anual da reincidência na inadimplência também ajuda a explicar por que o debate sobre endividamento passou a ganhar novo tom. Já não basta medir o estoque de devedores. O essencial agora é entender quantos continuam rodando dentro do mesmo ciclo, incapazes de sair dele mesmo após acordos, pausas temporárias ou pequenos alívios no cadastro.

Faixa de 30 a 39 anos concentra a maior fatia dos reincidentes

A reincidência na inadimplência é mais forte entre consumidores de 30 a 39 anos, grupo que representa 26,58% do total de reincidentes. Essa concentração não é casual. Trata-se de uma faixa etária em que as pressões financeiras costumam se intensificar: aluguel ou financiamento, filhos, alimentação, transporte, escola, contas da casa, crédito pessoal, cartão e despesas de rotina.

É justamente nesse momento da vida que o uso do crédito tende a crescer. Também é quando a margem de erro no orçamento diminui. Por isso, a reincidência na inadimplência nessa faixa etária pode ser lida como consequência direta da sobrecarga financeira típica da vida adulta mais intensa. O consumidor ainda está em idade produtiva, mas precisa conciliar múltiplas responsabilidades ao mesmo tempo.

Esse dado é importante porque corrige uma percepção simplificada de que a inadimplência estaria concentrada apenas entre jovens inexperientes ou idosos mais vulneráveis. A reincidência na inadimplência atinge em cheio uma faixa central do consumo, do mercado de trabalho e da dinâmica familiar. Isso significa que o problema alcança justamente quem deveria estar em fase de consolidação patrimonial e financeira.

Ao afetar fortemente esse grupo, a reincidência na inadimplência gera efeitos que vão além do cadastro restritivo. Ela interfere em decisões de moradia, educação, planejamento familiar, compra de bens duráveis e capacidade de consumo corrente, com impacto direto sobre setores inteiros da economia.

Mulheres aparecem como maioria entre os devedores reincidentes

O levantamento mostra que 56,42% dos reincidentes são mulheres. Os homens respondem por 43,58%. A reincidência na inadimplência, portanto, tem peso maior sobre o público feminino no retrato mais recente.

Esse dado pode ser lido sob diferentes ângulos. Em muitos lares, as mulheres concentram a administração cotidiana do orçamento, das compras recorrentes e dos gastos com filhos. Ao mesmo tempo, ainda enfrentam desigualdades de renda e de inserção no mercado de trabalho. Nesse contexto, a reincidência na inadimplência tende a refletir não apenas decisões individuais de crédito, mas também uma carga econômica e social mais pesada sobre elas.

A predominância feminina entre os reincidentes também se conecta a um movimento mais amplo observado na última década, em que as mulheres passaram a ocupar parcela cada vez maior do universo de inadimplentes. A reincidência na inadimplência reforça esse cenário e indica que o problema não é conjuntural, mas parte de uma vulnerabilidade mais contínua.

Do ponto de vista de políticas de educação financeira, renegociação e concessão de crédito, esse perfil importa muito. A reincidência na inadimplência não se distribui de forma neutra pela sociedade. Ela recai com mais intensidade sobre grupos específicos, o que exige respostas mais segmentadas e mais realistas sobre a forma como o endividamento se forma e persiste no país.

Menos brasileiros conseguem limpar o nome

Enquanto a reincidência na inadimplência cresce, a recuperação de crédito perde força. Nos 12 meses encerrados em fevereiro, o número de consumidores que conseguiram sair dos cadastros de inadimplentes caiu 7,12% em comparação com os 12 meses anteriores.

Essa informação é central porque mostra que o sistema está se deteriorando em duas pontas ao mesmo tempo. De um lado, mais gente volta a dever. De outro, menos gente consegue sair do vermelho de forma efetiva. A reincidência na inadimplência passa a ser parte de uma engrenagem maior, na qual a restauração da saúde financeira se torna mais rara e mais lenta.

A queda foi ainda mais forte entre consumidores que levaram de quatro a cinco anos para quitar todas as pendências, grupo no qual a recuperação encolheu 23,67%. Isso reforça a leitura de que os casos mais antigos e pesados seguem enfrentando enorme dificuldade de resolução. A reincidência na inadimplência se alimenta justamente dessa lentidão, porque o consumidor que não consegue encerrar um ciclo tende a permanecer vulnerável ao próximo.

Esse ambiente enfraquece até mesmo os efeitos simbólicos de campanhas de renegociação. Embora possam aliviar momentaneamente o estoque de dívidas, elas não necessariamente interrompem a reincidência na inadimplência. Quando a renda continua comprimida e o orçamento segue exposto, o nome pode ser limpo sem que a condição financeira tenha sido realmente restaurada.

O valor pago para sair da restrição nem sempre resolve o problema

O valor médio pago por consumidor recuperado em fevereiro foi de R$ 2.030,66, considerando a soma de todas as dívidas quitadas. Ao mesmo tempo, 65,32% dos consumidores que recuperaram crédito pagaram até R$ 500. Esse dado ajuda a entender por que a reincidência na inadimplência segue elevada mesmo quando há algum movimento de saída do cadastro.

Em muitos casos, o consumidor consegue quitar valores menores ou fechar acordos pontuais, o que basta para retirar a restrição formal. Mas isso não significa, necessariamente, reorganização do orçamento. A reincidência na inadimplência mostra exatamente essa diferença entre limpar o nome e recuperar de fato a estabilidade financeira.

Quando o passivo é parcialmente resolvido, mas a renda continua apertada e novas obrigações vencem em seguida, a chance de retorno ao cadastro cresce. A reincidência na inadimplência passa a ser, então, o reflexo de saídas frágeis, construídas mais por alívio pontual do que por fortalecimento duradouro da capacidade de pagamento.

Esse é um dado relevante para empresas e instituições financeiras porque indica que o indicador de recuperação precisa ser lido com cautela. Nem toda saída do cadastro representa normalização efetiva. Em muitos casos, a reincidência na inadimplência prova que o consumidor apenas conseguiu respirar por pouco tempo antes de voltar a enfrentar o mesmo problema.

O estoque de inadimplentes mostra que o problema é estrutural

O quadro da reincidência na inadimplência ganha ainda mais peso quando observado ao lado do estoque total de inadimplentes no país. Em fevereiro de 2026, o Brasil registrou 81,7 milhões de pessoas com contas em atraso e mais de 332 milhões de dívidas. Trata-se de um universo massivo de restrição, que atinge cerca de 44,11% da população adulta.

Ao longo dos últimos dez anos, o número de brasileiros inadimplentes cresceu 38,1%. A dívida média por consumidor, corrigida pela inflação, avançou 12,2%, passando de R$ 5.880,02 para R$ 6.598,13. Dentro desse contexto, a reincidência na inadimplência não aparece como detalhe estatístico, mas como expressão de um modelo de endividamento que vem se tornando cada vez mais persistente e abrangente.

O levantamento de longo prazo também aponta que 42% dos inadimplentes atuais já estavam negativados há dez anos. Essa informação amplia a gravidade da reincidência na inadimplência porque mostra que, para uma parcela considerável da população, a restrição não é episódio recente nem intermitente. Ela pode atravessar anos e se tornar quase permanente.

Esse cenário indica que o Brasil convive com um problema de crédito que deixou de ser apenas conjuntural. A reincidência na inadimplência faz parte de uma estrutura em que a dívida se reproduz, se prolonga e se transfere entre etapas da vida, dificultando a mobilidade financeira e comprometendo o potencial de recuperação do consumo das famílias.

Crédito mais caro e consumo mais fraco são efeitos diretos do avanço

A reincidência na inadimplência não afeta só o consumidor. Ela tem efeitos diretos sobre o funcionamento da economia. Quanto mais frequente é o retorno de devedores ao cadastro de restrição, maior tende a ser a cautela de empresas e instituições financeiras. Isso significa crédito mais seletivo, exigências mais duras, menor disponibilidade de parcelamento e custo financeiro mais elevado.

Para o varejo, a reincidência na inadimplência enfraquece a base consumidora. O cliente negativado compra menos, posterga decisões, perde acesso a parte do crédito e tende a concentrar gastos em despesas essenciais. Para o sistema financeiro, aumenta a necessidade de provisionamento, revisão de risco e endurecimento dos critérios de concessão.

Há ainda um impacto psicológico e social relevante. A reincidência na inadimplência pressiona o cotidiano das famílias, eleva a ansiedade em torno das contas, reduz a capacidade de planejamento e compromete o horizonte de médio prazo. O consumidor passa a agir mais para apagar incêndios do que para construir estabilidade.

Esse é o ponto em que o indicador deixa de ser apenas um dado financeiro e se torna retrato mais amplo do país real. A reincidência na inadimplência mostra uma população operando no limite, em que pequenos desequilíbrios têm força suficiente para reabrir um ciclo de restrição, insegurança e perda de acesso ao crédito.

Quando limpar o nome já não significa sair do vermelho de verdade

O maior ensinamento dos dados recentes é que a reincidência na inadimplência redefiniu o significado de recuperação financeira no Brasil. Limpar o nome continua sendo importante, mas já não basta para garantir que o consumidor saiu, de fato, do ciclo da dívida. O retorno rápido ao cadastro de devedores mostra que a estabilidade do orçamento segue frágil para milhões de famílias.

Com 86,41% das negativações concentradas em reincidentes, alta de 12,49% no total desses devedores em 12 meses e queda de 7,12% na recuperação do crédito, a reincidência na inadimplência se firmou como o indicador que melhor traduz a dureza do atual quadro financeiro das famílias brasileiras. O problema já não está só em dever, mas em dever de novo, em pouco tempo, e muitas vezes sem ter resolvido o passivo anterior.

A força dessa estatística está exatamente aí. A reincidência na inadimplência expõe um sistema em que o consumidor sai mal da dívida e volta rapidamente a ela, sem conseguir reconstruir margem de segurança. É um retrato de instabilidade persistente, renda insuficiente e crédito que, em vez de funcionar como ponte de recuperação, frequentemente se torna parte do ciclo de deterioração.

LEIA MAIS

Governo Volta A Discutir Tributação De Lci E Lca E Reacende Alerta Sobre Custo Do Crédito Imobiliário-Gazeta Mercantil
Economia

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

A redução da Selic para 13,75% ao ano mudou pouco, por enquanto, a principal característica do mercado brasileiro de renda fixa: aplicações conservadoras continuam oferecendo retornos nominais elevados....

Leia MaisDetails
Copom Corta Selic Para 13,75% No Quinto Recuo Seguido Dos Juros - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

O Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu nesta quarta-feira, 16 de setembro, a taxa Selic de 14% para 13,75% ao ano, prolongando pelo quinto encontro consecutivo...

Leia MaisDetails
Empresas Ampliam Venda De Dívidas Vencidas Enquanto Crédito Segue Caro-Gazeta Mercantil
Economia

Empresas ampliam venda de dívidas vencidas enquanto crédito segue caro

Empresas brasileiras estão recorrendo com mais frequência à venda de carteiras de crédito inadimplente para transformar recebíveis de difícil recuperação em liquidez imediata. O mercado movimentou R$ 17...

Leia MaisDetails
Banco Mundial Nomeia Nobel Michael Kremer Como Novo Economista-Chefe-Gazeta Mercantil
Economia

Banco Mundial nomeia Nobel Michael Kremer como novo economista-chefe

O Banco Mundial nomeou nesta quarta-feira, 16 de setembro, o economista americano Michael Kremer, vencedor do Prêmio de Economia de 2019, para os cargos de economista-chefe do Grupo...

Leia MaisDetails
Super Quarta: Fed Pode Subir Juros Enquanto Copom Deve Cortar Selic Para 13,75%
Economia

Super Quarta: Fed pode subir juros enquanto Copom deve cortar Selic para 13,75%

Brasil e Estados Unidos chegam à Super Quarta desta quarta-feira, 16 de setembro, em momentos opostos de seus ciclos monetários. O Federal Reserve deve elevar os juros americanos...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

09:55:59
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Governo Volta A Discutir Tributação De Lci E Lca E Reacende Alerta Sobre Custo Do Crédito Imobiliário-Gazeta Mercantil
Economia

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

Leia MaisDetails
Percepção De Envolvimento De Aliados De Bolsonaro No Caso Master Sobe 12,9 Pontos, Diz Atlas
Política

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Leia MaisDetails
Flávio Bolsonaro Usou Recentemente Apartamento Que Pertenceu A Cunhado De Vorcaro
Política

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Leia MaisDetails
Copom Corta Selic Para 13,75% No Quinto Recuo Seguido Dos Juros - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP