terça-feira, 18 de agosto de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Economia

Ameaça com tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil mira Pix, etanol, Lava Jato e exportações

Proposta do USTR ainda não entrou em vigor, mas expõe uma lista ampla de queixas de Washington contra políticas brasileiras e pode elevar a tensão comercial entre os dois países.

por Álvaro Lima
02/06/2026 às 11h54
em Economia
Tarifa De 25% Dos Eua Contra O Brasil Mira Pix, Etanol, Lava Jato E Exportações - Gazeta Mercantil

O governo dos Estados Unidos avançou, nesta segunda-feira (1º), em Washington, com uma proposta de tarifa adicional de 25% sobre parte das importações brasileiras, após concluir uma investigação sobre práticas adotadas pelo Brasil em áreas como pagamentos digitais, etanol, tecnologia, propriedade intelectual, combate à corrupção e meio ambiente. A medida, anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos, o USTR, ainda não entrou em vigor e será submetida a consulta pública antes de uma decisão final prevista para julho.

A proposta representa uma escalada na relação comercial entre Brasil e Estados Unidos e amplia a pressão sobre o governo Lula em um momento de maior disputa global por mercados, tecnologia e influência regulatória. No centro do relatório norte-americano estão críticas ao Pix, ao tratamento dado a plataformas digitais, à política tarifária brasileira sobre etanol, à demora na concessão de patentes pelo INPI e a questionamentos ligados à Operação Lava Jato.

Segundo o USTR, o conjunto de práticas brasileiras seria “irrazoável, discriminatório ou restritivo” ao comércio dos Estados Unidos. A investigação foi conduzida com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana, instrumento usado por Washington para reagir a medidas consideradas desleais ou prejudiciais às empresas do país.

A proposta de tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil, porém, não atinge todos os produtos exportados pelo país. O documento prevê uma ampla lista de exceções, incluindo itens relevantes da pauta brasileira, como petróleo bruto, minério de ferro, café, suco de laranja, carne bovina, fertilizantes, frutas, aeronaves, medicamentos e vacinas.

Pix vira alvo em disputa sobre meios de pagamento

O Pix aparece como um dos pontos mais sensíveis do relatório norte-americano. O sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central é tratado pelo USTR como uma infraestrutura que teria recebido vantagens institucionais em relação a soluções privadas concorrentes, incluindo serviços oferecidos por empresas dos Estados Unidos.

A crítica de Washington está concentrada no papel duplo do Banco Central brasileiro. Para o governo norte-americano, a autoridade monetária atua simultaneamente como reguladora do mercado de pagamentos e operadora do Pix, o que teria criado condições favoráveis para a expansão do sistema.

O relatório sustenta que o Brasil teria prejudicado empresas norte-americanas que atuam em serviços de pagamento eletrônico ao promover uma alternativa doméstica de ampla escala. O USTR classifica o Pix como uma espécie de “campeão nacional”, em uma leitura que eleva o sistema brasileiro ao centro de uma disputa comercial internacional.

A avaliação tem forte impacto político e econômico porque o Pix se tornou uma das principais infraestruturas financeiras do país. Desde seu lançamento, em 2020, o sistema passou a ser usado por pessoas físicas, empresas, instituições financeiras e órgãos públicos, reduzindo custos de transação e mudando a dinâmica dos pagamentos no Brasil.

Na análise da Gazeta Mercantil, a inclusão do Pix no relatório amplia o alcance da disputa porque coloca uma infraestrutura pública brasileira sob questionamento comercial externo. O tema envolve não apenas bancos, fintechs e empresas de tecnologia, mas também a autonomia regulatória do Banco Central e a capacidade do Brasil de desenvolver sistemas próprios de pagamento.

Plataformas digitais entram na lista de queixas dos EUA

A proposta de tarifa de 25% também inclui críticas ao tratamento dado por autoridades brasileiras a plataformas digitais. O USTR afirma que tribunais do Brasil teriam expedido ordens sigilosas para remoção de conteúdos políticos e suspensão de contas em plataformas como X, Meta e Google.

Segundo o relatório, algumas decisões teriam afetado usuários localizados nos Estados Unidos e imposto restrições à divulgação das determinações pelas empresas. Para Washington, esse ambiente criaria insegurança jurídica para companhias norte-americanas de tecnologia.

O ponto adiciona uma camada institucional à disputa comercial. Nos últimos anos, o Brasil ampliou o debate sobre regulação das redes sociais, combate à desinformação, responsabilidade das plataformas e limites de atuação judicial sobre conteúdos digitais.

Para os Estados Unidos, parte dessas medidas pode afetar diretamente empresas de tecnologia sediadas no país. Para o Brasil, o tema envolve soberania judicial, proteção institucional e aplicação de decisões em território nacional.

A presença das big techs no relatório indica que a disputa não se limita a bens industriais ou agrícolas. A agenda comercial norte-americana passou a incorporar temas digitais, dados, moderação de conteúdo e governança de plataformas, áreas cada vez mais relevantes para empresas globais.

Lava Jato e acordos de leniência são citados pelo USTR

Outro ponto de atrito envolve o combate à corrupção e os desdobramentos jurídicos da Operação Lava Jato. O USTR menciona a anulação de provas e questiona a capacidade do Brasil de investigar casos de suborno que envolvam agentes estrangeiros.

O relatório afirma que decisões brasileiras podem afetar a confiança pública em acordos de leniência e colaboração, além de criar dúvidas sobre previsibilidade jurídica para pessoas jurídicas. A formulação é cautelosa, mas indica que Washington vê reflexos econômicos em decisões judiciais ligadas ao combate à corrupção.

A inclusão da Lava Jato em um processo comercial é relevante porque desloca um tema jurídico e político interno para o campo das relações econômicas bilaterais. Para os Estados Unidos, fragilidades na aplicação de regras anticorrupção podem interferir na concorrência entre empresas e no ambiente de negócios.

No Brasil, os desdobramentos da Lava Jato seguem produzindo efeitos sobre companhias, acordos, órgãos de controle e decisões judiciais. O tema permanece sensível e envolve debates sobre validade de provas, limites de atuação de autoridades, reparação econômica e segurança jurídica.

Etanol aumenta pressão sobre política comercial brasileira

No campo tarifário, o etanol é um dos principais pontos de reclamação dos Estados Unidos. Washington afirma que o Brasil abandonou, em 2017, um regime tarifário considerado recíproco e manteve uma alíquota de 18% sobre o etanol importado dos EUA.

O tema atinge uma cadeia estratégica para os dois países. O Brasil é grande produtor de etanol de cana-de-açúcar, enquanto os Estados Unidos lideram a produção de etanol de milho. A disputa envolve acesso a mercado, proteção de produtores locais, política energética e competitividade internacional.

Para exportadores norte-americanos, a tarifa brasileira reduz a competitividade do etanol dos EUA no mercado nacional. Para o Brasil, a política tarifária também está relacionada à defesa da cadeia produtiva local e ao equilíbrio de um setor relevante para o agronegócio e para a matriz de combustíveis.

O setor automotivo também aparece no relatório. O USTR critica acordos preferenciais firmados pelo Brasil com países como México e Índia, que concederiam vantagens tarifárias não estendidas aos exportadores norte-americanos.

Essa reclamação tem peso porque a indústria automotiva opera em cadeias globais de produção, com decisões de investimento influenciadas por tarifas, regras de origem, acordos bilaterais e previsibilidade regulatória.

INPI, patentes e pirataria entram no radar de Washington

A propriedade intelectual é outro eixo central da investigação. O USTR afirma que o Brasil demora excessivamente para conceder patentes, especialmente no setor biofarmacêutico, e falha no combate à pirataria e à falsificação de produtos.

O relatório menciona o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o INPI, e aponta que pedidos de patentes biofarmacêuticas podem levar até 109 meses para serem analisados.

A crítica atinge diretamente empresas de medicamentos, tecnologia, bens industriais e inovação. Para companhias que dependem de proteção patentária, atrasos prolongados aumentam a incerteza sobre retorno de investimentos, defesa de direitos e lançamento de produtos no mercado brasileiro.

No setor biofarmacêutico, a demora na análise de patentes costuma ser tema de disputa entre empresas inovadoras, fabricantes de genéricos, reguladores e formuladores de política pública. O desafio é equilibrar incentivo à inovação, acesso a medicamentos e previsibilidade jurídica.

O combate à pirataria e à falsificação também aparece como preocupação. Para o governo norte-americano, falhas nessa área prejudicam empresas dos EUA, reduzem a proteção a marcas e enfraquecem a confiança no ambiente de negócios brasileiro.

Meio ambiente amplia alcance da disputa comercial

O relatório do USTR também inclui críticas à fiscalização ambiental no Brasil. Washington argumenta que falhas no combate ao desmatamento ilegal podem reduzir artificialmente os custos de produção de commodities agrícolas e produtos de madeira.

Segundo a avaliação norte-americana, produtores brasileiros associados a cadeias com irregularidades ambientais poderiam obter vantagem competitiva sobre empresas dos Estados Unidos submetidas a regras mais rígidas.

A inclusão do meio ambiente na proposta de tarifa de 25% reforça uma tendência global: temas climáticos e de sustentabilidade passaram a influenciar decisões comerciais. Rastreabilidade, desmatamento, fiscalização e regularidade das cadeias produtivas estão cada vez mais presentes em disputas internacionais.

Para o Brasil, o ponto é sensível porque envolve setores centrais da economia, como agronegócio, madeira, proteína animal e commodities agrícolas. Mesmo quando determinados produtos ficam fora da tarifa, a menção ao tema pode afetar a percepção de risco sobre exportadores brasileiros.

Produtos estratégicos ficam fora da tarifa de 25%

Apesar do tom duro do relatório, a proposta norte-americana foi desenhada com uma lista extensa de exceções. O USTR reservou dezenas de páginas para detalhar códigos tarifários que não seriam atingidos pela cobrança adicional.

Entre os produtos poupados estão algumas das principais exportações brasileiras para os Estados Unidos. A lista inclui minério de ferro, petróleo bruto, fertilizantes, café, suco de laranja, carne bovina e diversas frutas.

A exclusão desses itens indica que Washington buscou evitar impacto direto sobre cadeias consideradas relevantes para a própria economia norte-americana. Ao preservar alimentos, insumos industriais e produtos energéticos, o governo dos EUA reduz o risco de pressão sobre preços internos e abastecimento.

A cadeia aeroespacial também foi poupada. Aeronaves e componentes de aviação civil ficaram fora da proposta, o que preserva exportações de empresas como a Embraer e evita interrupções em cadeias de fornecimento usadas por companhias aéreas e fabricantes dos Estados Unidos.

Medicamentos, vacinas e outros produtos ligados à saúde também foram excluídos da medida. A decisão busca impedir efeitos sobre o abastecimento do mercado norte-americano e sobre custos em um setor considerado sensível.

Sobretaxa não será acumulada em todos os casos

A proposta do USTR também prevê limites para evitar a sobreposição de algumas tarifas já existentes. A cobrança adicional de 25% não será aplicada a produtos brasileiros que já enfrentam sobretaxas relacionadas à segurança nacional, impostas com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962.

Esse grupo inclui produtos sujeitos a tarifas de 50% sobre aço, alumínio e cobre, além de alíquota de 25% sobre bens manufaturados a partir desses metais.

Veículos e autopeças também seguem enquadrados em tarifas setoriais já em vigor. Na prática, isso significa que parte dos produtos mais sensíveis continuará submetida ao regime tarifário anterior, sem acúmulo automático com a nova proposta.

Ainda assim, empresas brasileiras com exposição ao mercado norte-americano precisarão avaliar o impacto por produto, contrato e cadeia de fornecimento. Uma tarifa adicional de 25% pode reduzir margens, encarecer exportações, provocar renegociações comerciais e abrir espaço para concorrentes de outros países.

Decisão final dos EUA está prevista para julho

A tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil ainda depende de etapas formais antes de qualquer aplicação. O processo prevê consulta pública, envio de manifestações escritas e audiência em Washington.

O prazo final para solicitar participação na audiência pública termina em 22 de junho de 2026. As manifestações escritas poderão ser enviadas ao USTR até 1º de julho. A audiência está marcada para 6 de julho, em Washington. A decisão final do governo norte-americano está prevista para 15 de julho de 2026.

Até lá, empresas, associações setoriais, representantes do governo brasileiro e demais partes interessadas poderão apresentar argumentos contra ou a favor da medida.

O governo brasileiro deve tentar demonstrar que as práticas questionadas têm fundamento regulatório, jurídico ou institucional. Também deverá argumentar que uma tarifa adicional pode prejudicar cadeias integradas entre os dois países e afetar empresas norte-americanas que dependem de produtos brasileiros.

Para exportadores, o período até julho será decisivo para mapear riscos, revisar contratos e avaliar exposição ao mercado dos Estados Unidos. Setores incluídos na lista de exceções tendem a enfrentar menor pressão imediata, enquanto empresas atingidas pela proposta precisarão calcular os efeitos sobre preços e competitividade.

Disputa comercial coloca Brasília e Washington sob nova pressão

A proposta de tarifa de 25% amplia a tensão entre Brasil e Estados Unidos e mostra que a agenda comercial bilateral passou a envolver temas muito além de impostos de importação. Pix, plataformas digitais, Lava Jato, etanol, patentes, pirataria e meio ambiente foram reunidos em um mesmo processo, com potencial para afetar diferentes áreas do governo e do setor privado.

A resposta brasileira exigirá coordenação entre Itamaraty, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Ministério da Fazenda, Banco Central, INPI, órgãos ambientais e representantes empresariais.

A decisão final de Washington, prevista para 15 de julho, indicará se a proposta será convertida em tarifa efetiva ou se haverá espaço para negociação. Até lá, a cobrança adicional permanece em fase de análise, mas já produz efeitos políticos e comerciais sobre a relação entre as duas maiores economias das Américas.

Tags: Banco CentralBrasilcomércio exteriorEconomiaEmbraerEstados Unidosetanolexportações brasileirasgoverno Lulaimportações brasileirasINPILava JatopatentesPIXtarifa de 25% dos EUAUSTR

LEIA MAIS

Risco-País Da Argentina Volta Aos 511 Pontos E Mercado Aumenta Cautela Com Milei - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

A Argentina encerrou esta terça-feira (18) com uma mudança importante no humor dos mercados. O risco-país avançou para 511 pontos-base, alta de 4,5% em relação aos 489 pontos...

Leia MaisDetails
Projeto Permite Deduzir Academia E Personal Trainer Do Imposto De Renda - Gazeta Mercantil
Economia

Projeto permite deduzir academia e personal trainer do Imposto de Renda

Mensalidades de academia, contratação de personal trainer e até a compra de esteiras, bicicletas ergométricas, halteres e outros equipamentos para exercícios físicos poderão ser abatidas da base de...

Leia MaisDetails
Governo Volta A Discutir Tributação De Lci E Lca E Reacende Alerta Sobre Custo Do Crédito Imobiliário-Gazeta Mercantil
Economia

Governo volta a discutir tributação de LCI e LCA e reacende alerta sobre custo do crédito imobiliário

O debate sobre o fim da isenção de Imposto de Renda para Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) voltou ao centro da...

Leia MaisDetails
Brasil Pode Ter Deflação Em Agosto; Entenda Por Que Inflação Ainda Deve Fechar 2026 Em 5,02% - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Brasil pode ter deflação em agosto; entenda por que inflação ainda deve fechar 2026 em 5,02%

O Brasil pode registrar deflação em agosto de 2026, com queda média dos preços ao consumidor pela primeira vez em um ano. O movimento, porém, não significa que...

Leia MaisDetails
Bancários Aprovam Paralisação De 24 Horas Em 20 De Agosto
Economia

Bancários aprovam paralisação de 24 horas em 20 de agosto

Bancários de algumas das principais bases sindicais do país aprovaram uma paralisação de 24 horas para quinta-feira, 20 de agosto, depois de rejeitarem a proposta apresentada pela Federação...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

23:50:01
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DOLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado

Veja Também

Crise Na Propaganda Eleitoral: Dança Das Cadeiras Atinge Marqueteiros Políticos Em 2026 - Gazeta Mercantil
Política

Crise na propaganda eleitoral: dança das cadeiras atinge marqueteiros políticos em 2026

Leia MaisDetails
Risco-País Da Argentina Volta Aos 511 Pontos E Mercado Aumenta Cautela Com Milei - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

Leia MaisDetails
3 Funções Do Celular Que Você Deve Desligar Quando Não Estiver Usando - Gazeta Mercantil - Economia
Tecnologia

3 funções do celular que você deve desligar quando não estiver usando

Leia MaisDetails
Renan Santos - Gazeta Mercantil
Política

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Leia MaisDetails
Valuation: O Que É, Como Calcular E Quais Métodos Definem O Valor De Uma Empresa - Gazeta Mercantil
Negócios

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Crise na propaganda eleitoral: dança das cadeiras atinge marqueteiros políticos em 2026

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

3 funções do celular que você deve desligar quando não estiver usando

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP