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BNDES aprova crédito de US$ 71,4 milhões para expansão da Alupar no Chile

por Redação
18/09/2025 às 13h18 - Atualizado em 15/05/2026 às 16h52
em Destaque, Brasil, Negócios
Bndes Aprova Crédito De Us$ 71,4 Milhões Para Expansão Da Alupar No Chile - Gazeta Mercantil

BNDES aprova crédito de US$ 71,4 milhões para projeto da Alupar no Chile

O BNDES aprova crédito de US$ 71,4 milhões para financiar a expansão internacional da Alupar, uma das maiores empresas brasileiras do setor de transmissão de energia elétrica. O valor será destinado à subsidiária chilena da companhia, a Sincro Energía del Desierto (SED), que utilizará os recursos na construção de duas novas subestações localizadas nas províncias de Antofagasta e Atacama, regiões estratégicas para o fornecimento energético do Chile.


Detalhes do financiamento do BNDES

O financiamento aprovado pelo BNdeS representa mais uma etapa da política de apoio à internacionalização de empresas brasileiras, estimulando a competitividade da indústria nacional. O aporte de US$ 71,4 milhões permitirá a instalação das subestações Ana María e Illapa, que serão operadas pela Alupar por 25 anos.

Além de fortalecer a presença da companhia no mercado chileno, o projeto envolve a exportação de equipamentos produzidos no Brasil pela WEG, uma das maiores fabricantes globais de motores e equipamentos elétricos, gerando impacto positivo na indústria e na geração de empregos no país.


Importância da Alupar no setor energético

A Alupar, listada na B3 sob o ticker ALUP11, é reconhecida como a única transmissora de energia 100% brasileira com presença internacional consolidada. A empresa atua em países da América Latina como Peru, Colômbia e agora reforça seu retorno ao Chile, após uma experiência bem-sucedida entre 2005 e 2016.

A estratégia de expansão internacional da companhia reforça sua posição como protagonista no setor energético, levando tecnologia e know-how brasileiros para projetos de alta relevância regional.


O papel do BNDES na internacionalização de empresas brasileiras

O fato de o BNDES aprovar crédito para iniciativas como a da Alupar mostra o papel estratégico do banco de fomento. A instituição não apenas apoia empresas nacionais na conquista de novos mercados, mas também promove a exportação de bens e serviços produzidos no Brasil.

Entre os principais impactos dessa linha de financiamento estão:

  • Fortalecimento da indústria nacional: empresas como a WEG são beneficiadas ao fornecer equipamentos para projetos internacionais.

  • Geração de empregos no Brasil: ao estimular a cadeia produtiva, o banco contribui para manter postos de trabalho.

  • Projeção internacional: companhias brasileiras ampliam sua competitividade em mercados externos.


Infraestrutura energética no Chile: oportunidades para o Brasil

O Chile é um dos países mais dinâmicos em investimentos em energia na América Latina. Com foco em ampliar a matriz renovável e garantir segurança energética, a demanda por novas subestações e linhas de transmissão tem crescido.

A entrada da Alupar por meio da SED posiciona a companhia como parceira estratégica do país, levando soluções modernas e confiáveis. Para o Brasil, o projeto significa também a consolidação da reputação de suas empresas de engenharia e manufatura no setor elétrico internacional.


Benefícios diretos do projeto

  • Para a Alupar: fortalecimento da presença internacional, diversificação geográfica e receitas de longo prazo com contratos de 25 anos.

  • Para o Brasil: exportação de equipamentos nacionais e geração de empregos na indústria elétrica.

  • Para o Chile: ampliação da infraestrutura energética, aumento da segurança de fornecimento e integração de novas fontes de energia.


Alupar: trajetória de crescimento regional

Depois de consolidar operações no Brasil, a Alupar expandiu para países vizinhos e tornou-se referência no setor de transmissão. A volta ao Chile reforça a capacidade da companhia de competir em projetos de grande porte.

Entre os diferenciais da empresa estão a expertise técnica, a capacidade de financiamento e a reputação consolidada como player de confiança em projetos de infraestrutura energética.


Perspectivas para o setor de energia na América Latina

O financiamento do BNDES à Alupar sinaliza que o Brasil pode desempenhar um papel central na integração energética da América Latina. A região vive um momento de transição para matrizes mais sustentáveis, e empresas brasileiras estão bem posicionadas para atender essa demanda.

A parceria entre BNDES, Alupar e WEG mostra um modelo bem-sucedido de cooperação, no qual todos os envolvidos saem fortalecidos: o banco cumpre sua função de fomento, a indústria nacional ganha mercado e o país vizinho recebe infraestrutura essencial.

O anúncio de que o BNDES aprova crédito de US$ 71,4 milhões para a Alupar no Chile demonstra a importância da integração entre financiamento público e expansão privada. A iniciativa fortalece a indústria nacional, gera empregos no Brasil e amplia a presença do país no mercado internacional de energia.

Para a Alupar, trata-se de um passo estratégico que reforça sua posição como uma das líderes do setor de transmissão na América Latina. Já para o Chile, o projeto representa modernização e segurança no fornecimento de energia, beneficiando milhões de consumidores.

Tags: ALUP11Alupar no ChileBNDES aprova créditoBrasilfinanciamento BNDESinfraestrutura elétrica Chileinvestimentos em energianegóciossetor de energiatransmissão de energia AluparWEG exportações

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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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