terça-feira, 18 de agosto de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Itaú (ITUB4) lucra R$ 12,4 bilhões, mantém inadimplência em 1,9% e corta guidance

Carteira de crédito alcança R$ 1,52 trilhão e ROE sobe em 12 meses, mas banco reduz projeção para receitas de serviços e seguros em 2026

por João Souza
07/08/2026 às 12h01
em Empresas
Itaú (Itub4 - Gazeta Mercantil

O Itaú Unibanco (ITUB4) registrou resultado recorrente gerencial de R$ 12,407 bilhões no segundo trimestre de 2026, crescimento de 7,8% em relação ao mesmo período do ano passado e de 1% frente aos três primeiros meses deste ano. A carteira de crédito atingiu R$ 1,522 trilhão, enquanto a inadimplência acima de 90 dias permaneceu em 1,9% pelo sexto trimestre consecutivo.

O retorno recorrente gerencial sobre o patrimônio líquido médio anualizado, o ROE, ficou em 24,3%. O indicador avançou 1 ponto percentual sobre os 23,3% do segundo trimestre de 2025, embora tenha recuado 0,5 ponto frente aos 24,8% registrados no primeiro trimestre. Considerando apenas as operações brasileiras, o retorno ficou em 25,7%.

O resultado ficou praticamente em linha com as estimativas acompanhadas pelo próprio Itaú. O consenso divulgado pela companhia apontava lucro gerencial de R$ 12,466 bilhões, diferença negativa de 0,5% em relação ao realizado. A instituição manteve quase todas as projeções financeiras para 2026, mas reduziu significativamente a faixa esperada para receitas de prestação de serviços e resultado de seguros.

A revisão ocorre em um ambiente de juros ainda elevados, desaceleração gradual da atividade econômica e aumento dos índices de inadimplência no sistema financeiro brasileiro. O balanço do Itaú, porém, continuou mostrando uma qualidade de crédito superior à média do mercado, resultado de uma política de concessão mais seletiva e de mudanças realizadas na composição da carteira nos últimos anos.

Carteira de crédito cresce 9,6% e supera R$ 1,5 trilhão

A carteira total de crédito aumentou 2,7% entre março e junho e 9,6% em 12 meses, alcançando R$ 1,522 trilhão. Sem o efeito da variação cambial, a expansão anual foi de 10,3%. As operações no Brasil somaram R$ 1,269 trilhão, enquanto a América Latina respondeu por R$ 253 bilhões.

Entre pessoas físicas, o saldo chegou a R$ 487,1 bilhões, avanço de 7,8% em relação a junho de 2025. O crédito imobiliário apresentou uma das maiores expansões, de 13,3% em 12 meses, para R$ 152,2 bilhões. A modalidade cresceu 3,9% somente no segundo trimestre.

O crédito consignado alcançou R$ 81,3 bilhões, alta anual de 11,7% e trimestral de 3,5%. Dentro desse segmento, o consignado privado apresentou avanço de 14,3% apenas entre março e junho. A originação dessa modalidade cresceu 90,1% sobre o primeiro trimestre, segundo os indicadores divulgados pela instituição.

O Itaú vem ampliando sua exposição ao consignado destinado aos trabalhadores do setor privado por considerar que a estrutura de desconto vinculada à renda permite oferecer taxas menores e manter controle de risco. O banco, entretanto, continua utilizando critérios de capacidade de pagamento e perfil individual na concessão, estratégia destinada a evitar que o crescimento da carteira se converta em aumento proporcional da inadimplência.

A carteira de cartões de crédito somou R$ 150,4 bilhões, crescimento de 6,6% em 12 meses, enquanto o crédito pessoal ficou praticamente estável, em R$ 68,1 bilhões. Financiamentos de veículos recuaram 3,3%, para R$ 35,1 bilhões.

Crédito empresarial avança em dois dígitos

A expansão também ocorreu entre empresas. A carteira destinada a micro, pequenas e médias companhias atingiu R$ 307,4 bilhões, crescimento de 11,6% em 12 meses. Nas grandes empresas, o saldo aumentou 10,1%, para R$ 474,9 bilhões.

O desempenho empresarial ajudou a elevar a margem financeira com clientes para R$ 32,6 bilhões no trimestre. A linha cresceu 3,3% frente ao primeiro trimestre e 5,1% na comparação anual, favorecida tanto pelo aumento dos ativos de crédito quanto pelo maior número de dias corridos no período.

Para um banco, a margem financeira com clientes representa a diferença entre as receitas obtidas com crédito e outros ativos remunerados e os custos associados à captação e às operações. A expansão da carteira pode aumentar essa receita, mas também amplia a necessidade de provisões caso a qualidade dos empréstimos se deteriore.

No Itaú, esse segundo efeito permaneceu controlado no trimestre. O banco conseguiu aumentar a carteira sem alterar o indicador consolidado de atrasos superiores a 90 dias.

Inadimplência fica em 1,9% pelo sexto trimestre

A inadimplência consolidada acima de 90 dias terminou junho em 1,9%, mesmo patamar observado desde o primeiro trimestre de 2025. O indicador permaneceu estável tanto em relação a março quanto na comparação com junho do ano passado.

No Brasil, o atraso superior a 90 dias ficou em 2,1%. Entre pessoas físicas, a taxa chegou a 3,7%, ante 3,6% em março. Nas grandes empresas, o indicador permaneceu próximo de níveis residuais, enquanto a carteira de pequenas e médias companhias apresentou comportamento mais elevado, mas ainda dentro dos parâmetros administrados pelo banco.

Os atrasos entre 15 e 90 dias, utilizados como sinal antecedente da inadimplência mais longa, apresentaram alguns movimentos de alta em segmentos específicos. Ainda assim, o banco classifica a qualidade global da carteira como compatível com sua política de risco.

O custo anualizado do crédito permaneceu em 2,7% da carteira média. Em valores absolutos, o custo de crédito atingiu R$ 10,1 bilhões no trimestre, acima dos R$ 10 bilhões registrados nos três primeiros meses e dos R$ 9,4 bilhões do segundo trimestre de 2025.

A diferença entre estabilidade da inadimplência e aumento nominal do custo de crédito decorre, entre outros fatores, do próprio crescimento da carteira. Uma base maior de empréstimos exige provisões maiores mesmo quando a proporção de clientes inadimplentes permanece controlada.

Itaú reduz quase pela metade faixa de crescimento de serviços e seguros

O principal ajuste nas perspectivas para 2026 ocorreu na receita de prestação de serviços e no resultado de seguros. O Itaú passou a projetar crescimento entre 2% e 5%, contra uma faixa anterior de 5% a 9%.

Segundo a instituição, a alteração está relacionada principalmente à volatilidade do mercado de capitais acima da considerada no início do ano. As demais linhas do guidance permaneceram sem mudanças.

No segundo trimestre, as receitas de serviços e seguros somaram R$ 14,1 bilhões, avanço de apenas 0,4% sobre o trimestre anterior e de 3,6% na comparação anual. No primeiro semestre, totalizaram R$ 28,1 bilhões, crescimento de 4,4%.

As receitas relacionadas à conta corrente de pessoas físicas continuaram pressionadas por mudanças comerciais nos pacotes de tarifas. A companhia vem reduzindo ou reorganizando determinadas cobranças à medida que aumenta o relacionamento do cliente com o banco, movimento que diminui receitas tradicionais de tarifas e procura ampliar a vinculação a outros produtos.

Em sentido contrário, administração de recursos e seguros contribuíram positivamente. A instituição afirmou que o crescimento do resultado de seguros foi favorecido pela expansão dos prêmios ganhos.

Restante do guidance de 2026 é preservado

Para a carteira total de crédito, o banco continua projetando crescimento entre 5,5% e 9,5% em 2026. No Brasil, a previsão permanece entre 6,5% e 10,5%.

A expectativa para margem financeira com clientes continua em expansão entre 5% e 9%. O custo do crédito segue projetado entre R$ 38,5 bilhões e R$ 43,5 bilhões no ano, enquanto a margem financeira com o mercado permanece estimada entre R$ 2,5 bilhões e R$ 5,5 bilhões.

As despesas não decorrentes de juros devem crescer entre 5% e 9%, e a alíquota efetiva de Imposto de Renda e Contribuição Social continua prevista entre 29,5% e 32,5%.

A manutenção dessas projeções indica que a administração não identificou, até a divulgação do balanço, deterioração suficiente do ambiente econômico para alterar suas hipóteses centrais de crédito, margem ou custo de risco.

A redução específica no guidance de serviços e seguros, porém, mostra que determinadas áreas são mais sensíveis à volatilidade dos mercados financeiros e à transformação da relação comercial com os clientes.

Despesas chegam a R$ 16,7 bilhões

As despesas não decorrentes de juros somaram R$ 16,7 bilhões, aumento de 3,3% sobre o primeiro trimestre e de 3,1% em relação ao mesmo período de 2025. No primeiro semestre, atingiram R$ 32,9 bilhões, crescimento anual de 3,9%.

No Brasil, as despesas totalizaram R$ 14,6 bilhões. Gastos comerciais e administrativos com pessoal ficaram em R$ 6,5 bilhões, enquanto despesas transacionais chegaram a R$ 4,1 bilhões. Os custos relacionados a tecnologia somaram R$ 3,1 bilhões, alta de 4,4% em 12 meses.

O índice de eficiência das operações brasileiras atingiu 35,5%. Quanto menor esse indicador, menor é a parcela das receitas consumida pela estrutura operacional do banco. O desempenho reflete os investimentos realizados em digitalização, automação e modernização dos sistemas.

A instituição também intensificou o uso de inteligência artificial nos processos de relacionamento, atendimento e análise de crédito. A estratégia pretende aumentar produtividade e capacidade de personalização sem exigir crescimento equivalente da estrutura física e operacional.

Capital principal sobe para 12,3%

O índice de capital principal CET1 atingiu 12,3% em junho, ante 12% em março. A melhora refletiu principalmente a geração de lucro, parcialmente compensada pelo crescimento dos ativos ponderados pelo risco e pela distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio.

O nível oferece uma margem superior às exigências regulatórias e dá ao banco capacidade para continuar expandindo a carteira sem necessidade imediata de reforço relevante de capital.

Essa posição é particularmente importante em um ambiente de juros altos. Um período prolongado de política monetária restritiva tende a aumentar o custo financeiro de famílias e empresas e pode resultar em piora da qualidade do crédito, exigindo capital e provisões adicionais dos bancos.

A estratégia do Itaú tem sido evitar crescimento indiscriminado da carteira e concentrar originação em clientes e linhas nas quais a relação entre risco e retorno permaneça favorável.

Juros altos e desaceleração mantêm cautela sobre crédito

Os próprios indicadores macroeconômicos acompanhados pelo Itaú apontam para uma economia em processo gradual de desaceleração. A área econômica da instituição mantinha projeção de crescimento de 1,9% para o PIB brasileiro em 2026 e vinha identificando perda de ritmo no consumo, no varejo e em atividades mais sensíveis às condições de crédito.

Ao mesmo tempo, a inflação continuava acima da meta, apesar de sinais mais favoráveis em determinados componentes. Esse quadro manteve a política monetária em território restritivo e reduziu a velocidade esperada de flexibilização dos juros.

O cenário é relevante para o balanço dos bancos porque taxas elevadas produzem efeitos distintos. De um lado, podem beneficiar determinadas margens financeiras e aplicações de tesouraria. De outro, aumentam o comprometimento da renda, encarecem a dívida das empresas e elevam a probabilidade de atraso nos pagamentos.

O Itaú entra nessa fase com indicadores de inadimplência historicamente baixos e uma carteira considerada mais defensiva pela própria administração. A capacidade de preservar esses níveis durante a desaceleração econômica será um dos principais testes para os próximos balanços.

Expansão do crédito será testada no segundo semestre

O resultado do segundo trimestre confirmou a combinação que tem sustentado a rentabilidade do Itaú: crescimento de crédito próximo de dois dígitos, inadimplência estável, margem financeira em expansão e aumento moderado das despesas.

O lucro recorrente de R$ 12,4 bilhões e o ROE de 24,3% mantêm a rentabilidade em patamar elevado mesmo com a Selic e as condições financeiras pressionando famílias e empresas. A carteira de R$ 1,52 trilhão amplia a capacidade de geração de receita, mas também aumenta a exposição do banco a uma eventual deterioração do ciclo de crédito.

A principal sinalização de cautela foi a redução da previsão para serviços e seguros. Fora dessa linha, a administração manteve suas projeções para 2026, indicando confiança na capacidade de controlar custos, risco e capital durante o restante do exercício.

Os próximos trimestres deverão mostrar se a expansão do consignado privado, do crédito imobiliário e das operações empresariais continuará ocorrendo sem aumento significativo da inadimplência. Esse equilíbrio será determinante para a manutenção do ROE em níveis próximos aos registrados no primeiro semestre.

Tags: balanço do Itaúbancoscarteira de créditoEmpresasInadimplênciaItaúITUB4lucro do Itaúresultados 2T26

LEIA MAIS

Casas Bahia Lança Debêntures De R$ 3,95 Bilhões Para Reestruturar Dívida - Gazeta Mercantil
Empresas

BHIA3 perde 99,9% desde pico de 2020; entenda a derrocada das ações da Casas Bahia

A trajetória das ações do Grupo Casas Bahia (BHIA3) nos últimos seis anos resume em números a deterioração financeira de uma das empresas mais conhecidas do varejo brasileiro....

Leia MaisDetails
Braskem (Brkm5) -Gazeta Mercantil
Empresas

Braskem (BRKM5) sofre rebaixamento da Fitch para ‘RD’ após calote em juros

A crise financeira da Braskem (BRKM5) entrou em uma nova fase depois que a Fitch Ratings rebaixou a classificação de crédito da petroquímica de “C” para “RD” —...

Leia MaisDetails
Bancários Aprovam Paralisação De 24 Horas Em 20 De Agosto
Economia

Bancários aprovam paralisação de 24 horas em 20 de agosto

Bancários de algumas das principais bases sindicais do país aprovaram uma paralisação de 24 horas para quinta-feira, 20 de agosto, depois de rejeitarem a proposta apresentada pela Federação...

Leia MaisDetails
Nestlé - Gazeta Mercantil
Empresas

Nestlé mira usuários de Ozempic e Mounjaro e transforma GLP-1 em novo mercado

A Nestlé está transformando uma das maiores ameaças recentes à indústria de alimentos processados em uma nova frente de negócios. O avanço dos medicamentos da classe GLP-1, associados...

Leia MaisDetails
Anthropic Cobra Extra Por Fable 5 E Encerra Plano Ilimitado Do Claude Em 19 De Julho-Gazeta Mercantil
Empresas

Anthropic mira IPO de até US$ 3 trilhões em outubro para superar recorde de US$ 1,77 tri da SpaceX

A Anthropic, desenvolvedora dos modelos Claude, trabalha com banqueiros para uma oferta pública inicial prevista para outubro com meta de avaliação entre US$ 2 trilhões e US$ 3...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL MERCADO AGORA

11:18:27
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DOLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado

Veja Também

Vale (Vale3) Gazeta Mercantil
Ibovespa

Vale (VALE3) entra na lista de compra do BB; Gerdau (GGBR4) sai após alta de 7,7%

Leia MaisDetails
Casas Bahia Lança Debêntures De R$ 3,95 Bilhões Para Reestruturar Dívida - Gazeta Mercantil
Empresas

BHIA3 perde 99,9% desde pico de 2020; entenda a derrocada das ações da Casas Bahia

Leia MaisDetails
Fiis Fundos Imobiliários (Imagem: Jabkitticha/ Istockphoto)
Fundos Imobiliários

5 FIIs pagam dividendos hoje; IRIM11 rende 1,28% e RBRY11 paga R$ 1 por cota

Leia MaisDetails
Braskem (Brkm5) -Gazeta Mercantil
Empresas

Braskem (BRKM5) sofre rebaixamento da Fitch para ‘RD’ após calote em juros

Leia MaisDetails
Bancários Aprovam Paralisação De 24 Horas Em 20 De Agosto
Economia

Bancários aprovam paralisação de 24 horas em 20 de agosto

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Vale (VALE3) entra na lista de compra do BB; Gerdau (GGBR4) sai após alta de 7,7%

BHIA3 perde 99,9% desde pico de 2020; entenda a derrocada das ações da Casas Bahia

5 FIIs pagam dividendos hoje; IRIM11 rende 1,28% e RBRY11 paga R$ 1 por cota

Braskem (BRKM5) sofre rebaixamento da Fitch para ‘RD’ após calote em juros

Bancários aprovam paralisação de 24 horas em 20 de agosto

PIB cresce 0,3% no 2º trimestre, aponta Monitor da FGV

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP