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Natura Cosméticos conclui incorporação da Natura&Co e retoma código NATU3 na B3 com recompra de ações

por Redação
23/06/2025 às 09h55 - Atualizado em 14/05/2026 às 17h10
em Negócios, Destaque, Notícias
Natura Cosméticos Conclui Incorporação Da Natura&Amp;Co E Retoma Código Natu3 Na B3 Com Recompra De Ações Gazeta Mercantil

🌿 Natura Cosméticos conclui incorporação da Natura&Co e retoma código NATU3 na B3

Reestruturação societária marca nova fase da Natura Cosméticos com foco em simplificação, eficiência e valorização das ações

A Natura Cosméticos, um dos maiores nomes do setor de beleza no Brasil e reconhecida internacionalmente por sua atuação sustentável e inovadora, está prestes a concluir um importante marco estratégico: a incorporação de sua controladora, a Natura&Co. O processo, que foi aprovado em todas as instâncias necessárias, será finalizado oficialmente em 1º de julho de 2025, com a retomada da negociação das ações da companhia sob o código NATU3 a partir do dia 2 de julho na B3.

Esse movimento representa um passo decisivo na trajetória da empresa rumo à simplificação de sua estrutura societária, à redução de custos operacionais e ao fortalecimento da governança corporativa. Com a unificação das operações e o retorno ao Novo Mercado, a Natura Cosméticos busca reafirmar seu compromisso com a transparência e a geração de valor para seus acionistas.


Natura Cosméticos retoma o código NATU3 na B3 após reestruturação

Um dos pontos de maior simbolismo nesta nova fase é o retorno do código NATU3, utilizado pela Natura no momento de sua abertura de capital (IPO) em 2004. A volta ao Novo Mercado da B3 reforça o foco da companhia em boas práticas de governança, além de aumentar a atratividade para investidores institucionais e estrangeiros.

Com a conclusão da incorporação, os acionistas da Natura&Co receberão automaticamente ações da Natura Cosméticos na proporção de uma NATU3 para cada NTCO3, o que garante continuidade no patrimônio e participação no capital da nova companhia unificada.


Mudanças na gestão: Fábio Barbosa deixa o comando executivo e assume o conselho

Em paralelo à incorporação, a empresa também promove alterações na estrutura de sua alta gestão. O executivo Fábio Barbosa, que ocupava o cargo de CEO da Natura&Co, deixa as funções executivas e assume a presidência do conselho de administração da Natura Cosméticos, reforçando o direcionamento estratégico da companhia nesta nova fase.

A atual CFO, Silvia Vilas Boas, acumula agora também a função de diretora de relações com investidores, garantindo continuidade na comunicação com o mercado e fortalecendo a transparência das operações.


Natura Cosméticos anuncia novo programa de recompra de ações

Em um movimento que demonstra confiança na valorização de suas ações, a Natura Cosméticos anunciou um programa de recompra de até 34,16 milhões de ações ordinárias, o equivalente a 2,49% do total de ações emitidas e até 4,07% das ações em circulação no mercado.

A recompra, com duração inicial de 12 meses, visa maximizar o valor para os acionistas por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital, incluindo eventual cancelamento dos papéis, manutenção em tesouraria ou alienação futura.

Essa iniciativa ocorre após o encerramento do programa de recompra da Natura&Co, que incluiu o cancelamento de 16,49 milhões de ações, sem redução do capital social, diminuindo a base acionária total da controladora e abrindo espaço para a nova estratégia da empresa unificada.


Incorporação da Natura&Co: objetivos e impactos esperados

A operação de incorporação da Natura&Co pela Natura Cosméticos tem como principais objetivos:

  • Simplificação societária: reduzindo complexidades administrativas e jurídicas, e tornando a estrutura da empresa mais enxuta.

  • Redução de custos: com menos entidades legais, há economia em auditorias, obrigações regulatórias e operacionais.

  • Maior foco estratégico: com operações centralizadas, a companhia pode agir com mais agilidade e coerência.

  • Valorização das ações: a recompra e a maior transparência tendem a atrair mais investidores e favorecer a performance dos papéis.

Esse modelo segue uma tendência de mercado em que empresas buscam desenhar estruturas corporativas mais lineares e eficientes, aumentando o valor percebido pelo mercado e tornando-se mais competitivas frente aos pares globais.


Histórico e relevância da Natura Cosméticos no setor

Fundada em 1969, a Natura Cosméticos consolidou-se como uma das maiores marcas de cosméticos da América Latina. Sua trajetória é marcada pelo compromisso com a sustentabilidade, a valorização da biodiversidade brasileira e o respeito aos direitos humanos em todas as etapas da cadeia de produção.

Ao longo dos anos, a empresa protagonizou movimentos de expansão internacional e aquisições relevantes, como as marcas The Body Shop e Aesop, posteriormente desinvestidas como parte de uma nova estratégia de foco.

A incorporação da controladora é mais um capítulo importante na história da empresa, que se reinventa para fortalecer sua posição no mercado e buscar maior rentabilidade e crescimento sustentável.


Expectativas do mercado com o novo momento da Natura Cosméticos

O retorno da NATU3 ao Novo Mercado da B3 está sendo observado de perto por analistas e investidores. O mercado enxerga a reorganização como uma oportunidade para a valorização dos ativos e melhoria da eficiência operacional da companhia.

A recompra de ações é outro fator considerado positivo, pois além de sinalizar confiança da administração na retomada da lucratividade, pode gerar efeitos diretos na cotação ao reduzir a oferta de ações disponíveis.

Além disso, com uma gestão mais enxuta e uma estrutura mais simples, a Natura Cosméticos poderá concentrar seus esforços em frentes fundamentais como:

  • Inovação em produtos e fórmulas sustentáveis;

  • Digitalização da venda direta;

  • Expansão internacional em mercados com maior margem;

  • Fortalecimento da marca nos canais digitais e de e-commerce.


Próximos passos da Natura Cosméticos após a incorporação

Com a efetivação da incorporação e as ações NATU3 voltando ao mercado, a empresa deverá concentrar seus esforços na execução de um novo plano estratégico, que inclui:

  • Reestruturação operacional com foco em rentabilidade;

  • Redução de endividamento e alavancagem;

  • Iniciativas ESG mais robustas;

  • Ampliação da base de clientes com uso intensivo de dados e tecnologia;

  • Fortalecimento da liderança em cosméticos naturais e veganos.

A expectativa é que os próximos trimestres tragam atualizações mais detalhadas sobre a performance da nova fase da Natura Cosméticos, bem como resultados financeiros que reflitam os impactos positivos da reorganização.


Natura Cosméticos inicia nova era com NATU3, reestruturação e recompra de ações

A Natura Cosméticos dá um passo decisivo em sua trajetória com a incorporação da Natura&Co, sinalizando ao mercado sua intenção de simplificar a operação, reforçar a governança e maximizar o valor ao acionista. Com o retorno ao código NATU3, o anúncio de recompra de ações e a redefinição da liderança, a companhia caminha para um novo ciclo de crescimento e inovação.

O mercado agora observa com atenção os desdobramentos dessa nova fase, que pode transformar a Natura Cosméticos em um case de valorização sustentável dentro da B3, alinhando propósito, resultado e excelência operacional.

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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