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Família Vorcaro: Obra irregular em restinga na Bahia atrai investigações e risco ambiental

por Antônio Lima - Repórter de Economia
20/01/2026
em Economia, Business, Destaque, News
Família Vorcaro: Obra Irregular Em Restinga Na Bahia Atrai Investigações E Risco Ambiental - Gazeta Mercantil

Reprodução Agência Pública

Família Vorcaro no centro de controvérsia ambiental: obra em restinga na Bahia atrai escrutínio regulatório e riscos de compliance

A intersecção entre o desenvolvimento imobiliário de alto padrão e a preservação ambiental tornou-se, mais uma vez, o epicentro de um embate jurídico e reputacional envolvendo grandes nomes do empresariado nacional. Desta vez, a Família Vorcaro, conhecida por sua atuação no setor financeiro e bancário, enfrenta um escrutínio rigoroso devido a uma intervenção urbanística em uma das zonas mais sensíveis do litoral brasileiro. Uma apuração detalhada revela que uma empresa controlada por parentes diretos do banqueiro Daniel Vorcaro está executando uma construção considerada irregular em área de restinga na região de Porto Seguro, extremo sul da Bahia.

O caso transcende a esfera de uma simples infração local e lança luz sobre os desafios de governança corporativa e responsabilidade socioambiental (ESG) que cercam o clã. A obra, localizada na estratégica Estrada da Balsa, em Arraial d’Ajuda, não apenas desafia as normas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), mas também conecta a Família Vorcaro a um novo capítulo de exposição pública, somando-se a investigações financeiras preexistentes que já orbitam o grupo.

A Milo Investimentos e a conexão corporativa

No cerne da disputa territorial está a Milo Investimentos S.A., pessoa jurídica responsável pelo empreendimento que visa, segundo informações de mercado, a instalação de um sofisticado beach club. A análise dos registros imobiliários e societários estabelece o vínculo direto: a empresa tem como proprietários Henrique Moura Vorcaro e Natalia Bueno Vorcaro Zettel. Ambos são integrantes da Família Vorcaro, sendo, respectivamente, pai e irmã de Daniel Vorcaro, figura central no controle do Banco Master.

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A Milo Investimentos não é uma operação de pequeno porte. Com um capital social robusto de R$ 15 milhões e sede em Nova Lima, Minas Gerais — reduto de grandes fortunas e corporações mineiras —, a empresa representa o braço de investimentos reais da Família Vorcaro. A escolha de Arraial d’Ajuda para este aporte de capital demonstra uma estratégia de diversificação de portfólio, focada no turismo de luxo. Contudo, a execução do projeto parece ter colidido frontalmente com a legislação ambiental federal, gerando um passivo jurídico que pode custar caro à imagem do grupo.

A atuação da Família Vorcaro através da Milo Investimentos levanta questões sobre a due diligence realizada antes do início das obras. Em empreendimentos deste calibre, a análise prévia de viabilidade ambiental é mandatória para evitar justamente o tipo de paralisação e publicidade negativa que agora se abate sobre o projeto.

O ecossistema em risco: A importância da Restinga

Para compreender a gravidade da denúncia que pesa sobre a Família Vorcaro, é imperativo entender o objeto da controvérsia: a restinga. O terreno de aproximadamente seis mil metros quadrados onde as máquinas operam não é um loteamento comum; trata-se de uma área de preservação permanente (APP) de facto, dada a sua função ecológica.

A restinga é um ecossistema costeiro associado ao Bioma Mata Atlântica, protegido por legislação específica (Lei da Mata Atlântica nº 11.428/2006 e Código Florestal). Ela atua como uma barreira física natural contra o avanço do mar e a erosão costeira, além de ser fundamental para a fixação de dunas e a manutenção do lençol freático. A intervenção humana desordenada nessas áreas, como a atribuída à empresa da Família Vorcaro, pode causar danos irreversíveis, acelerando processos erosivos que colocam em risco não apenas a biodiversidade local, mas a própria infraestrutura turística da região a longo prazo.

Ativistas e especialistas ambientais apontam que a remoção da cobertura vegetal nativa — evidenciada por troncos cortados e areia revolvida — desestabiliza todo o ecossistema local. A Família Vorcaro, ao avançar com um projeto nessas condições, coloca-se na contramão das práticas globais de sustentabilidade, atraindo para si a responsabilidade objetiva por danos ambientais, que no Brasil é imprescritível e independe de culpa, bastando o nexo causal.

O Iphan e a irregularidade administrativa

A complexidade do caso aumenta com a intervenção do Iphan. A região de Porto Seguro e seus distritos, como Arraial d’Ajuda, possuem tombamento histórico, o que exige que qualquer nova edificação passe pelo crivo do órgão federal de proteção ao patrimônio. A confirmação, por parte do Iphan, de que a obra da empresa da Família Vorcaro carece de licenças ambientais válidas é um golpe duro na legitimidade do projeto.

Mais alarmante para os investidores da Milo é a suspeita de sobreposição com áreas de marinha. Terrenos de marinha são bens da União, geridos pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU). Se confirmado que a construção da Família Vorcaro invade área da União sem a devida concessão ou aforamento, o empreendimento pode sofrer embargo total e até demolição, além de multas pesadas.

O Iphan foi taxativo ao solicitar a notificação da SPU. Isso indica que, mesmo que a empresa da Família Vorcaro possuísse alvarás municipais — muitas vezes obtidos com menos rigor técnico em prefeituras do interior —, estes não teriam validade legal frente à ausência de anuência federal. O princípio do federalismo cooperativo na proteção ambiental estabelece que a licença municipal não se sobrepõe às restrições federais, criando um imbróglio jurídico de difícil resolução para os empreendedores.

Repercussão social e ativismo digital

A era da informação impõe uma fiscalização descentralizada. A denúncia contra a obra da Família Vorcaro ganhou tração não por canais burocráticos, mas pelas redes sociais. O vídeo divulgado pelo ativista ambiental Tadeu Prosdocimi, mostrando a devastação na Praia de Araçaípe, viralizou como um exemplo de “crime na cara de todos”.

A imagem pública da Família Vorcaro sofre com essa exposição. Em um mercado onde a reputação é um ativo financeiro, ser associado à destruição de patrimônio natural gera um “risco de imagem” que pode contaminar outros negócios do grupo. a narrativa de que poderosos grupos econômicos, como a Família Vorcaro, estariam agindo acima da lei encontra eco na indignação popular, pressionando o Ministério Público e os órgãos ambientais a agirem com celeridade e rigor exemplar.

O ativismo digital funciona como um catalisador de enforcement. O que antes poderia ser resolvido nos bastidores burocráticos de uma secretaria municipal, agora exige respostas públicas e transparentes. A Família Vorcaro se vê, assim, obrigada a dar explicações não apenas aos órgãos reguladores, mas à sociedade civil organizada.

O Contexto Financeiro: Operação Compliance e investigações paralelas

A controvérsia ambiental não ocorre no vácuo. Ela se soma a um cenário já turbulento envolvendo a Família Vorcaro na esfera criminal e financeira. A reportagem da Agência Pública destaca que Henrique Moura Vorcaro e Natalia Bueno Vorcaro Zettel — os mesmos proprietários da Milo Investimentos — figuram como alvos na Operação Compliance.

As investigações da Polícia Federal (PF) desenham um quadro complexo de movimentações financeiras atípicas. Uma transferência de R$ 9 milhões para Henrique Vorcaro foi sinalizada como suspeita, levantando dúvidas sobre a origem e o destino dos recursos que circulam entre as empresas da Família Vorcaro. Henrique, um empresário com participação em mais de meia centena de CNPJs e proprietário de um imóvel na Flórida avaliado em R$ 180 milhões, personifica o poder econômico que agora é questionado.

A situação é ainda mais delicada para Natalia Bueno Vorcaro Zettel. Seu marido, Fabiano Campos Zettel, também investigado, protagonizou um episódio recente de tentativa de saída do país, sendo detido pela PF no Aeroporto Internacional de Guarulhos prestes a embarcar para Dubai. Esse fato adiciona um elemento de “risco de fuga” e urgência às investigações, mantendo a Família Vorcaro sob holofotes constantes da mídia policial e econômica.

A interconexão entre crimes ambientais e financeiros

No âmbito do compliance moderno, crimes ambientais e financeiros andam frequentemente de mãos dadas. A lavagem de dinheiro, muitas vezes, utiliza o mercado imobiliário e obras de construção civil como vetores para conferir aparência de legalidade a recursos ilícitos. Embora não haja condenação formada, a coincidência de atores da Família Vorcaro envolvidos tanto em investigações sobre fluxos financeiros quanto em obras irregulares acende um alerta vermelho para as autoridades.

A construção de um beach club em área nobre e restrita, como a restinga de Arraial d’Ajuda, movimenta cifras milionárias na compra de materiais, contratação de serviços e valorização fundiária. Se a origem do capital da Milo Investimentos — pertencente à Família Vorcaro — já está sob escrutínio na Operação Compliance, a irregularidade ambiental adiciona uma camada extra de ilicitude potencial que pode ser explorada pelos promotores de justiça.

Investidores e parceiros comerciais do Banco Master e de outras empresas ligadas à Família Vorcaro observam com cautela. A materialização de riscos ambientais pode levar ao bloqueio de bens, multas milionárias e, em última instância, à inidoneidade dos sócios para atuar no mercado financeiro regulado.

O papel da SPU e o futuro da obra

O envolvimento da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) é o ponto de inflexão técnico deste caso. A demarcação de terrenos de marinha é baseada na Linha do Preamar Médio de 1831, um critério técnico complexo. Se a obra da Família Vorcaro estiver, de fato, em área da União, configura-se a usurpação de patrimônio público.

A SPU tem o poder de polícia para embargar imediatamente a obra e exigir a recuperação da área degradada (PRAD). Para a Família Vorcaro, isso significaria não apenas a perda do investimento realizado na construção, mas o custeio da reflorestação da restinga, um processo caro e de longo prazo. Além disso, a responsabilização pode migrar para a esfera criminal, com base na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), que prevê sanções penais para quem constrói em local não edificável ou destrói vegetação de preservação permanente.

A estratégia de defesa da Família Vorcaro provavelmente passará pela contestação dos laudos do Iphan e da SPU, alegando direitos adquiridos ou questionando a demarcação da área de marinha. Contudo, a visibilidade do caso joga contra soluções discricionárias.

Consequências para o ambiente de negócios

O caso da obra irregular na Bahia serve como um case study sobre os riscos de governança em grupos familiares. A Família Vorcaro, ao expandir seus negócios para o setor real sem a devida blindagem ambiental, expôs todo o seu conglomerado a um risco sistêmico.

No mercado financeiro atual, regido por princípios ESG (Environmental, Social and Governance), a tolerância para infrações ambientais é cada vez menor. Fundos de investimento, agências de rating e parceiros institucionais tendem a se afastar de nomes envolvidos em escândalos ecológicos. A Família Vorcaro pode enfrentar dificuldades de crédito ou desvalorização de ativos se a crise não for gerida com transparência e medidas corretivas imediatas.

A insistência em manter uma obra sob suspeita de irregularidade, frente a evidências apresentadas por órgãos federais como o Iphan, denota uma postura de enfrentamento que pode não ser bem recebida pelo Judiciário. A jurisprudência brasileira tem sido severa com crimes ambientais corporativos, especialmente em áreas de alta relevância ecológica como a Mata Atlântica e a Zona Costeira.

O impasse e o caminho a seguir

O cenário para a Família Vorcaro é de alta complexidade. De um lado, o avanço de uma obra imobiliária em área nobre que promete retornos financeiros elevados; de outro, a barreira intransponível da legislação ambiental e a vigilância atenta das autoridades federais e da sociedade civil.

A paralisação da obra parece ser o desfecho mais provável no curto prazo, enquanto se desenrola o litígio administrativo e judicial. Para a Família Vorcaro, o episódio em Arraial d’Ajuda deve servir como um ponto de inflexão na gestão de seus ativos. A blindagem patrimonial e a expansão dos negócios não podem prescindir de uma conformidade ambiental rigorosa.

Resta aguardar os desdobramentos das análises da SPU e as próximas movimentações da Operação Compliance. O que é certo é que a Família Vorcaro continuará ocupando as manchetes, seja pelas cifras de seus negócios bancários, seja pelo impacto físico de seus empreendimentos no litoral baiano. A sociedade brasileira, cada vez mais atenta à preservação de seu patrimônio natural, exige que a lei seja aplicada de forma isonômica, independentemente do sobrenome ou do capital social envolvido. O caso da restinga em Porto Seguro é um teste de força das instituições contra o poder econômico desmedido.

Tags: crime ambiental restingaDaniel Vorcaro Banco MasterFamília VorcaroHenrique Moura VorcaroIphan Porto Seguromeio ambiente Bahia.Milo Investimentos S.A.Natalia Bueno Vorcaro Zettelobra irregular Arraial d'AjudaOperação Compliance PF

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