quarta-feira, 16 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Economia

Participação dos EUA nas exportações do Brasil cai para menos de 10% pela primeira vez desde 1997 e China chega a 31,5%

Tarifaço de Trump derruba exportações aos EUA e acelera estratégia brasileira de ampliar acordos comerciais.

por Maria Helena Costa
15/07/2026 às 18h22
em Economia
Participação Dos Eua Nas Exportações Do Brasil Cai Para Menos De 10% Pela Primeira Vez Desde 1997 E China Chega A 31,5%-Gazeta Mercantil

O Brasil vendeu menos para os Estados Unidos do que em qualquer outro momento dos últimos 28 anos e, pela primeira vez na série histórica oficial, viu a fatia americana cair para menos de 10% da pauta de exportações. O recuo não foi compensado apenas por um ou dois mercados alternativos, mas por uma reorganização completa do comércio exterior que amplia o alcance de acordos preferenciais e, ao mesmo tempo, concentra quase um terço das vendas externas em um único comprador, a China. É nesse equilíbrio instável entre diversificação e nova dependência que se define o segundo semestre da balança comercial.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços mostram que as exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 16% no acumulado de janeiro a maio de 2026, para US$ 14,012 bilhões. A queda ocorreu após o anúncio de tarifas adicionais por Washington em julho de 2025 e marca o ponto mais baixo de embarques para o mercado americano em três décadas. Leia também: China busca vantagem na corrida pelos padrões 6G com tecnologia sem fio mais rápida | Mundo.

O impacto aparece com mais clareza na participação. A fatia dos EUA no total das exportações brasileiras despencou de 12,2% em outubro de 2024 para 6,9% no mês passado. No primeiro semestre, a participação dos EUA no comércio total do Brasil caiu para 9,7% ante 12,1% no mesmo período de 2025, sendo o nível mais baixo desde o início dos registros, em 1997. É a primeira vez na história que as exportações para os EUA representam menos de 10% da balança comercial brasileira. O recorte de janeiro a maio confirma a ruptura, com participação de 9,4%, também o menor nível para o período desde o início da série da Secex, em 1997.

Pela primeira vez, EUA ficam abaixo de 10% da pauta brasileira

A comparação com 200 anos, citada por historiadores do comércio, ajuda a dar dimensão política ao movimento, mas o dado oficial da Secex basta para mostrar a inflexão. De janeiro a maio de 2026, a corrente de comércio entre os dois países caiu 14,3% em relação ao mesmo período de 2025, para US$ 29,5 bilhões. As exportações brasileiras para os EUA recuaram 16%, somando US$ 14 bilhões no período. A retração não se limita aos produtos diretamente tarifados. Leia também: Em Pequim, Yellen pressiona a China por melhora na comunicação com os EUA para evitar riscos econômicos | Mundo.

Segundo levantamento preliminar da Secex, a tarifa adicional de 50% incidirá sobre 35,9% das exportações brasileiras para os Estados Unidos, o que correspondeu a US$ 14,5 bilhões em 2024. Estão expressamente excluídas da ordem executiva assinada por Trump 44,6% das vendas brasileiras para o mercado americano, mas o efeito indireto é maior. Importadores americanos anteciparam compras no fim de 2024, formaram estoques e passaram a exigir descontos e cláusulas de repasse cambial. Exportadores brasileiros, por sua vez, seguraram embarques, renegociaram prazos e buscaram rotas alternativas.

O diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do MDIC, Herlon Brandão, afirmou em apresentação recente que a retração nos embarques para os EUA não está restrita aos itens com tarifa cheia. Há queda em máquinas, móveis, autopeças e alimentos processados, setores que não foram alvo principal, mas que sofrem com incerteza contratual. É o que a literatura chama de efeito confiança, quando o risco regulatório contamina toda a cadeia, mesmo onde a alíquota não mudou. Leia também: Casino anuncia venda de sua participação restante no Assaí.

Do café solúvel ao aço, o choque nas empresas que viviam de mercado americano

Para entender o impacto econômico, é preciso sair do agregado e entrar nas fábricas. Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior e hoje consultor de empresas exportadoras, lembra que muitos setores estruturaram plantas, turnos e certificações em torno do mercado americano. No setor de café solúvel, 50% da exportação brasileira ia para os Estados Unidos. As empresas aumentaram vendas para outros destinos, mas a participação era muito grande. A mesma coisa ocorre com aço, alumínio e cobre. Para calçados, os EUA não são um grande destino para o setor como um todo, mas algumas empresas em particular dependiam muito do mercado americano.

A lógica se repete em madeira, suco de laranja, pescados e rochas ornamentais. São setores com ticket médio mais alto e margem estreita, onde perder um cliente que compra há 20 anos significa recomeçar do zero em outro país, com nova certificação, novo agente comercial e novo padrão de embalagem. Em Novo Hamburgo, Franca e Ubá, polos calçadistas que exportavam para redes americanas, houve redução de turno no fim de 2025. Em Minas e Espírito Santo, siderúrgicas que atendiam a construção civil nos EUA redirecionaram placas para o mercado interno, pressionando preço doméstico. Leia também: Petrobras prepara primeira emissão externa desde 2021, segundo fontes.

Do outro lado, o choque chegou ao consumidor e à indústria americana. Grandes empresas como Coca-Cola e Tesla sinalizaram que não é simples substituir o café, o suco de laranja e os metais raros que compravam do Brasil com tarifas baixas. O suco concentrado brasileiro responde por mais de 60% da oferta mundial e não tem substituto imediato na Flórida, afetada por quebras de safra. O nióbio e o ferro-níquel brasileiros entram na cadeia de baterias e ligas especiais. Quando a tarifa sobe, o custo sobe junto e vai para o preço final em supermercado e concessionária.

Em maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na Casa Branca para se reunir com Trump, mas o encontro não evitou o anúncio de novas tarifas logo depois. A foto oficial não se traduziu em trégua. Washington manteve a estratégia de usar tarifas como instrumento de negociação bilateral, enquanto Brasília optou por não retaliar de imediato e por levar o tema à Organização Mundial do Comércio e aos canais do G20. Leia também: Bolsas da Ásia fecham sem sinal único na expectativa por BCs e China | Finanças.

Acordos com UE, Efta e Singapura dobram comércio com tarifa preferencial

Se o tarifaço fechou uma porta, ele acelerou a abertura de outras que já estavam entreabertas. Desde 2023, o Mercosul assinou acordo de livre comércio com Singapura, concluiu em setembro de 2025 o acordo com a Associação Europeia de Livre Comércio, formada por Noruega, Suíça, Liechtenstein e Islândia, e finalizou em janeiro de 2026 o acordo de parceria com a União Europeia. São três acordos que, juntos, representam a maior expansão da rede de acordos comerciais da história do Brasil.

Os acordos com Singapura, União Europeia e EFTA representam a maior expansão da rede de acordos comerciais do Brasil e uma mudança histórica no perfil da inserção internacional brasileira. Em conjunto, ampliam de 12,2% para 30,8% a parcela da corrente de comércio do país coberta por acordos comerciais. Em outra medição do MDIC, com esses acordos, a corrente de comércio brasileira beneficiada por preferências comerciais mais que dobra, passando de 12% para 31,2%. Leia também: Agenda: Haddad participa de primeira reunião da câmara técnica do Conselhão | Brasil.

Em valores, a corrente de comércio brasileira coberta por acordos de livre comércio aumentará em 2,5 vezes, passando de US$ 73,1 bilhões para US$ 184,5 bilhões, considerando os acordos do Mercosul com EFTA, Singapura e União Europeia. Em conjunto, esses três acordos concluídos desde 2023 representam um aumento de 152% da corrente de comércio brasileira beneficiada por preferências comerciais. Para o governo, os ganhos acumulados alcançam R$ 1,7 trilhão no PIB até 2040, além de impacto positivo sobre investimentos e produtividade.

Até 2024, apenas 12% das exportações brasileiras eram cobertas por acordos comerciais, e a parcela subiu para 31% no ano passado. O MDIC confirmou recordes de exportações para 42 países em 2025, com destaque para Alemanha, que se consolidou como quarta maior parceira comercial do Brasil e pretende dobrar as trocas nos próximos cinco anos. Além dos três acordos fechados, o Brasil negocia com Emirados Árabes Unidos, Canadá, Japão, Vietnã e Indonésia, e discute ampliação de preferências com Índia e México.

A secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, afirmou em audiência no Senado que a nova rede muda o perfil da inserção brasileira, porque deixa de ser baseada apenas em Sistema Geral de Preferências e entra em livre comércio recíproco, com regras de origem, salvaguardas e disciplinas de compras públicas. Na prática, isso significa que máquinas agrícolas, autopeças, cosméticos e alimentos processados brasileiros passarão a entrar na Europa com tarifa zero ou reduzida, enquanto bens de capital e insumos europeus entrarão mais baratos aqui, com efeito sobre custo de investimento.

Por que 31,5% de dependência da China preocupa mais que os EUA

A queda de 6,6% nas importações do Brasil pelos Estados Unidos foi compensada por aumento equivalente para a China e a Argentina, respectivamente primeiro e terceiro principais parceiros comerciais. Hoje, Pequim absorve quase um terço das exportações brasileiras. No primeiro semestre, a fatia chegou a 31,5%, segundo compilação da RFI com base no MDIC.

Para Carlos Frederico Coelho, professor de comércio internacional da PUC-Rio, o tarifaço não inaugurou o movimento de afastamento dos EUA, mas o acelera. O decoupling já ocorria nos últimos 20 anos. O Brasil deixou de ter os EUA como maior parceiro há mais de uma década, e a curva era de queda constante. O choque de 2025 apenas antecipou decisões que empresas já avaliavam por custo logístico, câmbio e crescimento menor da economia americana.

O ponto sensível é o que vem depois. Quando você analisa essa pauta com a China, quase 90% está concentrado em quatro produtos: carnes, minério, soja e petróleo. Isso deveria nos assustar, porque se a China desacelerar, o Brasil vai sofrer imensamente. Não é desejável, para países tão distantes, que o Brasil tenha 30% das exportações indo para um só país. A crítica não é à China em si, mas à concentração em commodities com pouca transformação.

Welber Barral concorda com o risco, mas pondera que a Ásia como um todo tem ampliado compras e que outros países podem ganhar peso. Índia, Indonésia e Vietnã já aumentaram importações de proteína animal e de grãos, e podem se tornar grandes importadores no futuro, principalmente de commodities agrícolas. Ainda assim, substituir a escala chinesa exige infraestrutura, acordos sanitários e financiamento que levam anos para maturar.

A Gazeta Mercantil apurou que o governo tenta atacar o problema em duas frentes. Na primeira, acelerar habilitações de frigoríficos e de plantas de farelo para novos mercados, reduzindo a exposição a uma única autoridade sanitária. Na segunda, usar os acordos com UE e Efta para exportar mais produtos industrializados, que hoje representam menos de 15% da pauta para a China, contra mais de 50% para a Argentina e cerca de 30% para os EUA.

O que muda para dólar, inflação e investimento no segundo semestre

Para o câmbio, a troca de parceiros tem efeito ambíguo. Menos exportação para os EUA significa menos contratos em dólar com prazo curto e menos hedge natural para empresas que têm dívida em moeda estrangeira. Mais exportação para a China significa mais contratos atrelados a commodities cujo preço oscila com o ciclo global. No primeiro semestre, o superávit comercial total ainda ficou positivo em US$ 9,7 bilhões em junho, mas abaixo das expectativas, porque o preço médio de soja e minério cedeu enquanto o volume de importados de maior valor, como veículos e eletrônicos, subiu.

Para a inflação, o efeito é indireto. Menos aço e alumínio exportados para os EUA aumentam oferta interna e podem aliviar preços de construção e de embalagens. Mais carne e soja exportadas para a China pressionam preços no atacado, mas a cota chinesa para carne bovina em 2026, com tarifa de 55% sobre o excedente, funciona como freio parcial. Para o investimento, a nova rede de acordos tende a baratear máquinas e equipamentos importados da Europa, o que reduz o custo de modernização industrial.

O calendário dos próximos meses será decisivo. O MDIC divulga em julho o detalhamento por fator agregado, que mostrará quanto da queda para os EUA veio de preço e quanto veio de volume. A Secex publica o balanço de salvaguardas e antidumping, com foco em aço e químicos. O Mercosul deve assinar formalmente o acordo com a UE até o fim do ano, mas a entrada em vigor depende de ratificação nos parlamentos europeus, o que pode levar de 18 a 36 meses. Até lá, o Brasil segue operando em um mundo de tarifas altas nos EUA, preferências crescentes na Europa e dependência elevada da China.

A lição econômica do semestre é simples e dura. Diversificar é mais caro e mais lento do que concentrar, mas protege contra choques políticos. O tarifaço de Trump empurrou o Brasil para fora dos EUA mais rápido do que qualquer plano industrial faria. Cabe agora transformar a diversificação forçada em estratégia permanente, com mais indústria exportando para mais países, e não apenas mais soja e petróleo indo para um único destino.

LEIA MAIS

Copom Corta Selic Para 13,75% No Quinto Recuo Seguido Dos Juros - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

O Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu nesta quarta-feira, 16 de setembro, a taxa Selic de 14% para 13,75% ao ano, prolongando pelo quinto encontro consecutivo...

Leia MaisDetails
Empresas Ampliam Venda De Dívidas Vencidas Enquanto Crédito Segue Caro-Gazeta Mercantil
Economia

Empresas ampliam venda de dívidas vencidas enquanto crédito segue caro

Empresas brasileiras estão recorrendo com mais frequência à venda de carteiras de crédito inadimplente para transformar recebíveis de difícil recuperação em liquidez imediata. O mercado movimentou R$ 17...

Leia MaisDetails
Banco Mundial Nomeia Nobel Michael Kremer Como Novo Economista-Chefe-Gazeta Mercantil
Economia

Banco Mundial nomeia Nobel Michael Kremer como novo economista-chefe

O Banco Mundial nomeou nesta quarta-feira, 16 de setembro, o economista americano Michael Kremer, vencedor do Prêmio de Economia de 2019, para os cargos de economista-chefe do Grupo...

Leia MaisDetails
Super Quarta: Fed Pode Subir Juros Enquanto Copom Deve Cortar Selic Para 13,75%
Economia

Super Quarta: Fed pode subir juros enquanto Copom deve cortar Selic para 13,75%

Brasil e Estados Unidos chegam à Super Quarta desta quarta-feira, 16 de setembro, em momentos opostos de seus ciclos monetários. O Federal Reserve deve elevar os juros americanos...

Leia MaisDetails
Minha Casa Minha Vida - Gazeta Mercantil
Economia

Minha Casa, Minha Vida recebe R$ 500 milhões extras e subsídios chegam a R$ 13 bilhões

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aumentou em R$ 500 milhões o orçamento destinado aos subsídios habitacionais do Minha Casa, Minha Vida...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

22:10:01
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Copom Corta Selic Para 13,75% No Quinto Recuo Seguido Dos Juros - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

Leia MaisDetails
Brb Recebe R$ 376 Milhões Da Xp Por Créditos Ligados Ao Banco Master-Gazeta Mercantil
Empresas

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Política

Lula diz que Flávio Bolsonaro participou da aprovação de Kassio e Mendonça no STF

Leia MaisDetails
Jpmorgan Corta Preço-Alvo Do Banco Do Brasil Para R$ 22 E Mantém Recomendação Neutra-Gazeta Mercantil
Empresas

Banco do Brasil (BBAS3): JPMorgan corta preço-alvo para R$ 22 e reduz projeções de lucro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

Lula diz que Flávio Bolsonaro participou da aprovação de Kassio e Mendonça no STF

Banco do Brasil (BBAS3): JPMorgan corta preço-alvo para R$ 22 e reduz projeções de lucro

Investimentos têm desempenhos diferentes nos governos Bolsonaro e Lula, aponta levantamento

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP