terça-feira, 13 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Nubank (ROXO34) concentra maior parte do lucro das fintechs brasileiras no 1T26

Sete fintechs listadas somaram R$ 7,75 bilhões em lucro no trimestre, mas inadimplência e crédito seguem no radar dos investidores.

por João Souza
11/06/2026 às 11h12
em Empresas
Nubank (Roxo34) - Gazeta Mercantil

O Nubank (ROXO34) concentrou a maior parte do lucro das fintechs brasileiras listadas em bolsa no primeiro trimestre de 2026, em um resultado que reforça a consolidação do setor financeiro digital no país e a mudança no equilíbrio competitivo com os grandes bancos tradicionais. Juntas, Nubank, XP, Stone, PagBank, Inter, PicPay e Agibank registraram lucro líquido consolidado de R$ 7,75 bilhões entre janeiro e março, segundo levantamento do Finsiders Brasil. Desse total, o Nubank respondeu por aproximadamente R$ 4,56 bilhões, equivalente à maior fatia do resultado combinado das principais companhias digitais do setor.

O desempenho mostra que as fintechs brasileiras entraram em uma nova fase. Depois de anos marcados por crescimento acelerado de base de clientes, subsídios comerciais e disputa por escala, as empresas digitais passaram a ser cobradas por rentabilidade, controle de risco e geração recorrente de caixa. O primeiro trimestre de 2026 indica que parte relevante do setor conseguiu transformar expansão em lucro, embora a inadimplência siga como ponto de atenção para investidores e reguladores.

Leia também: Operação Juro Zero investiga BRB, PicPay e ex-secretário do DF por suposto esquema de R$ 80 milhões

Leia também: Retornos acima de 100% do CDI com crédito privado? O que está por trás do crescimento explosivo dos FIDCs

O Nubank encerrou o trimestre com lucro líquido de US$ 871 milhões, alta de 41% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado pela própria companhia. A empresa também ultrapassou US$ 5 bilhões em receitas trimestrais pela primeira vez e chegou a 135 milhões de clientes em sua operação global. O retorno sobre o patrimônio líquido ficou em 29%, indicador observado pelo mercado para medir eficiência e rentabilidade de instituições financeiras.

A liderança do Nubank no lucro das fintechs ocorre em um momento de maior competição no crédito digital. Bancos tradicionais, plataformas de pagamentos e novas instituições financeiras ampliaram ofertas de cartões, empréstimos pessoais, contas digitais, investimentos e seguros. Ainda assim, a companhia manteve avanço de receitas, expansão internacional e maior monetização de sua base de clientes.

Nubank responde pela maior fatia do resultado do setor

O lucro conjunto de R$ 7,75 bilhões registrado pelas sete fintechs listadas em bolsa evidencia a maturidade do mercado financeiro digital brasileiro. O Nubank aparece como principal vetor desse resultado, seguido por XP, PagBank, Stone, Inter, PicPay e Agibank. O levantamento mostra que o banco digital respondeu sozinho por R$ 4,56 bilhões do lucro consolidado do grupo no primeiro trimestre de 2026.

A diferença de escala ajuda a explicar a liderança. O Nubank construiu uma base de clientes superior à população de muitos países e passou a ampliar a oferta de produtos para usuários já incorporados ao ecossistema. O modelo combina conta digital, cartão de crédito, empréstimos, investimentos, seguros e soluções para pequenas empresas.

Essa estratégia aumenta a receita média por cliente sem exigir o mesmo custo de aquisição observado nos primeiros anos de operação. Em termos financeiros, a monetização da base existente é um dos principais fatores para a expansão da lucratividade.

O resultado também reforça a mudança de percepção sobre o setor. As fintechs deixaram de ser avaliadas apenas pelo crescimento de usuários e passaram a competir em métricas tradicionais do sistema financeiro, como lucro líquido, retorno sobre patrimônio, custo de risco, eficiência operacional e inadimplência.

Receita trimestral supera US$ 5 bilhões pela primeira vez

O Nubank informou que suas receitas ultrapassaram US$ 5 bilhões no primeiro trimestre de 2026, marca inédita para a companhia. O resultado foi impulsionado pela ampliação da carteira de crédito, maior uso de produtos financeiros e crescimento da base ativa de clientes.

A companhia também informou taxa de atividade de 83%, sinalizando que a maior parte dos clientes utiliza produtos do banco de forma recorrente. Esse indicador é relevante porque reduz o risco de uma base inflada por contas inativas e mostra capacidade de gerar receita a partir dos usuários cadastrados.

No Brasil, o Nubank se aproxima de 100 milhões de clientes ativos, segundo comunicação institucional da empresa. No exterior, México e Colômbia ganharam peso estratégico. A operação mexicana atingiu equilíbrio operacional, etapa considerada importante para validar a expansão internacional do modelo de negócios.

A internacionalização é uma das principais apostas do Nubank para sustentar crescimento nos próximos anos. O mercado brasileiro ainda oferece espaço para aumento de produtos por cliente, mas a expansão para países latino-americanos amplia o potencial de receita e dilui a dependência de uma única geografia.

XP mantém força em investimentos e diversificação

A XP permanece entre os maiores nomes do setor financeiro digital brasileiro, embora opere com um modelo diferente dos bancos digitais voltados ao varejo massivo. A companhia construiu sua posição a partir da distribuição de investimentos, assessoria financeira, plataformas para investidores e oferta de produtos de maior valor agregado.

A empresa se beneficia da expansão do mercado de capitais, do aumento do número de investidores pessoas físicas e da diversificação de receitas em segmentos como renda fixa, fundos, previdência, seguros, cartões e crédito colateralizado.

O avanço da XP mostra que o setor de fintechs brasileiras não é homogêneo. Enquanto Nubank, Inter, PicPay e Agibank têm maior exposição a crédito, contas digitais e cartões, a XP concentra parte relevante de sua receita em investimentos e serviços financeiros de maior tíquete.

Essa diferença de modelo influencia a leitura de risco. Empresas mais expostas a crédito tendem a ser mais sensíveis à inadimplência, provisões e custo de captação. Plataformas de investimentos, por outro lado, dependem mais do comportamento do mercado, da taxa de juros e da disposição dos clientes para alocar recursos.

Inter cresce, mas inadimplência ganha peso na análise

O Banco Inter apresentou crescimento relevante no primeiro trimestre, com avanço de lucro, carteira de crédito e rentabilidade. Segundo os dados do período, o lucro da instituição cresceu 37,8% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, enquanto a carteira de crédito avançou mais de 33%.

O ponto de atenção está na inadimplência. O índice chegou a 5,1%, movimento que passou a ser acompanhado de perto por investidores e analistas. Em bancos e fintechs de crédito, a inadimplência é uma das variáveis mais sensíveis para a projeção de lucro futuro.

Quando atrasos aumentam, as instituições precisam elevar provisões para perdas, o que reduz o resultado contábil. Além disso, uma deterioração persistente da carteira pode levar o mercado a exigir maior prêmio de risco nas ações e pressionar a avaliação das companhias.

No caso do Inter, o desafio é equilibrar expansão da carteira com controle de qualidade do crédito. A capacidade de crescer sem deteriorar margens será decisiva para sustentar a confiança dos investidores nos próximos trimestres.

PicPay estreia na conta com avanço forte de crédito

O PicPay passou a integrar o grupo de fintechs brasileiras listadas e já entrou na análise com números expressivos. A companhia, que realizou oferta pública inicial nos Estados Unidos em 2026, buscou uma avaliação de até US$ 2,46 bilhões em sua listagem, segundo informações divulgadas pela Reuters no início do ano.

No primeiro trimestre, o PicPay apresentou crescimento de lucro, receita e carteira de crédito. O lucro avançou 92% em relação ao ano anterior, a receita cresceu 70% e a carteira de crédito teve alta de 116%, segundo o levantamento setorial.

O avanço mostra que a empresa conseguiu ampliar a monetização de sua base de usuários, originalmente formada em torno de pagamentos digitais e carteira eletrônica. A transformação em uma plataforma financeira mais completa aumentou o potencial de receita, mas também elevou a exposição a risco de crédito.

A inadimplência acima de 90 dias atingiu 8,9%, patamar que exige atenção. O crescimento acelerado da carteira pode impulsionar receitas no curto prazo, mas exige controle rigoroso de concessão, cobrança e precificação do risco.

Agibank cresce em clientes, mas lucro recua

O Agibank também passou a compor o grupo de fintechs brasileiras listadas após abrir capital nos Estados Unidos. A empresa levantou US$ 240 milhões em sua oferta pública inicial na Bolsa de Nova York, em uma operação que avaliou a companhia em US$ 1,92 bilhão.

No primeiro trimestre de 2026, o Agibank apresentou avanço operacional, com crescimento de receita, carteira de crédito e base de clientes ativos. A receita totalizou R$ 3 bilhões, alta anual de 23,6%, enquanto a carteira de crédito cresceu 30,3% e a base de clientes ativos aumentou mais de 50%.

Apesar disso, o lucro líquido recuou 47,7% na comparação anual, para R$ 186,5 milhões. O desempenho reflete pressão sobre margens, mudança no mix de crédito e ajustes operacionais em meio à expansão.

O caso do Agibank ilustra a complexidade do atual momento das fintechs. Crescer em clientes e carteira não garante, isoladamente, expansão de lucro. A rentabilidade depende da qualidade dos ativos, do custo de captação, da eficiência operacional e da capacidade de precificar risco.

Stone e PagBank seguem relevantes em pagamentos

Stone e PagBank continuam entre os principais nomes do mercado de pagamentos no Brasil. As duas empresas têm forte presença entre pequenas e médias empresas, com soluções de maquininhas, contas digitais, recebíveis, antecipação, crédito e serviços bancários para empreendedores.

O setor de adquirência passou por forte competição nos últimos anos. A entrada de novos participantes, a compressão de margens e a disputa por clientes reduziram parte do crescimento explosivo observado em ciclos anteriores. Ainda assim, empresas com base ampla e relacionamento direto com lojistas mantêm relevância estratégica.

A diversificação para serviços financeiros é uma resposta a esse ambiente. Ao oferecer conta, crédito, gestão de caixa e produtos de valor agregado, companhias de pagamentos buscam aumentar receita por cliente e reduzir dependência exclusiva das taxas de transação.

Para investidores, a leitura sobre Stone e PagBank passa por três pontos: margem no negócio de pagamentos, qualidade da carteira de crédito e capacidade de retenção de lojistas. A concorrência permanece elevada, mas o mercado ainda oferece espaço para empresas com escala e tecnologia.

Inadimplência é principal teste das fintechs em 2026

Apesar do lucro bilionário, a inadimplência aparece como o principal risco para as fintechs brasileiras em 2026. O crescimento das carteiras de crédito foi um dos motores da expansão do setor, mas também elevou a exposição a atrasos, provisões e perdas.

O crédito digital tem vantagens operacionais relevantes, como análise automatizada, uso de dados alternativos, menor custo de atendimento e aprovação mais rápida. No entanto, esses mesmos elementos exigem modelos robustos de risco, especialmente em momentos de renda pressionada, juros elevados ou desaceleração econômica.

A deterioração da carteira pode afetar diretamente o lucro. Quando a inadimplência sobe, a instituição precisa reconhecer perdas esperadas, aumentar provisões e, muitas vezes, reduzir a velocidade de concessão. Esse ajuste pode diminuir crescimento de receita e pressionar o valor de mercado.

O desafio das fintechs será manter a expansão sem repetir ciclos de crédito agressivo seguidos por perdas elevadas. Companhias com melhor governança de risco, maior diversificação de receitas e base de clientes mais engajada tendem a atravessar melhor esse período.

Banco Central amplia supervisão sobre inovação financeira

O avanço das fintechs ocorre em paralelo ao aumento da supervisão regulatória. O Banco Central tem ampliado o monitoramento sobre instituições de pagamento, bancos digitais, arranjos de pagamento, Open Finance, Pix, prevenção a fraudes, segurança cibernética e governança.

A regulação não elimina a inovação, mas muda o padrão competitivo. Empresas que cresceram rapidamente precisam demonstrar capacidade de cumprir exigências de capital, controles internos, prevenção à lavagem de dinheiro, proteção de dados e gestão de riscos.

Ao mesmo tempo, iniciativas do próprio Banco Central ajudaram a impulsionar o setor. Pix, Open Finance, modernização regulatória e projetos ligados ao Drex abriram espaço para novos modelos de negócios, reduziram barreiras de entrada e aumentaram a competição com bancos tradicionais.

Para o Nubank e outras fintechs listadas, a regulação é simultaneamente risco e oportunidade. Exigências mais rígidas podem elevar custos, mas também favorecem empresas com escala, capital e capacidade tecnológica para se adaptar.

Lucro reforça nova disputa com bancos tradicionais

O lucro conjunto de R$ 7,75 bilhões no primeiro trimestre mostra que as fintechs brasileiras já não ocupam posição periférica no sistema financeiro. Nubank, XP, Stone, PagBank, Inter, PicPay e Agibank disputam clientes, receitas e produtos em áreas antes dominadas pelos grandes bancos.

A diferença é que a competição deixou de ocorrer apenas em conta digital ou cartão sem anuidade. Hoje, a disputa envolve crédito, investimentos, seguros, adquirência, serviços para empresas, banking as a service, previdência e produtos de maior margem.

O Nubank lidera esse movimento por escala, rentabilidade e presença internacional. A companhia mostrou no primeiro trimestre que consegue gerar lucro expressivo ao mesmo tempo em que amplia clientes e receitas. O resultado coloca pressão sobre concorrentes digitais e bancos tradicionais.

Ainda assim, o setor terá de provar que a rentabilidade é sustentável. A combinação entre inadimplência, competição no crédito, regulação e custo de captação deve definir quais fintechs conseguirão preservar margens e continuar crescendo nos próximos trimestres.

Nubank consolida liderança em fase mais seletiva das fintechs

O resultado do primeiro trimestre de 2026 consolida o Nubank como principal nome entre as fintechs brasileiras listadas em bolsa. Com lucro líquido de US$ 871 milhões, receitas acima de US$ 5 bilhões e 135 milhões de clientes, a companhia concentrou a maior parte do lucro do setor e reforçou sua posição na disputa com bancos tradicionais.

A leitura para o mercado, porém, vai além do resultado trimestral. As fintechs brasileiras entraram em uma fase mais seletiva, na qual crescimento de clientes precisa vir acompanhado de qualidade de crédito, rentabilidade e disciplina de capital.

Nubank, XP, Stone, PagBank, Inter, PicPay e Agibank mostram que o setor financeiro digital já alcançou escala suficiente para gerar lucros bilionários. A próxima etapa será demonstrar capacidade de manter esse desempenho em um ambiente de maior inadimplência, concorrência intensa e supervisão regulatória crescente.

LEIA MAIS

Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Companhia do ramo de alimentos e panificação supera 500 mil hectares e expande programa no Brasil; meta é obter todos ingredientes-chave desse modelo até 2050

Leia MaisDetails
Taxa De Juros - Gazeta Mercantil
Mercados

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Nova pesquisa BTG/Nexus mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 48% das intenções de voto no segundo turno, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Leia MaisDetails
Dinheiro Esquecido - Gazeta Mercantil
Economia

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões; veja como sacar

O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (13) que ainda há R$ 5,79 bilhões em dinheiro esquecido em bancos e outras

Leia MaisDetails
Dolar Hoje - Gazeta Mercantil
Dólar

Dólar hoje (13/10): moeda fecha a R$ 5,02, sobe 0,74% e contraria queda no exterior após pesquisas eleitorais

O dólar encerrou o pregão desta terça-feira (13) em alta de 0,74%, cotado a R$ 5,0227 no mercado à vista, recuperando parte das perdas acumuladas na semana anterior,...

Leia MaisDetails
Vivara Aprova Emissão De R$ 300 Milhões Em Debêntures Com Vencimento Em 2031-Gazeta Mercantil
Empresas

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

A Vivara (VIVA3) aprovou uma emissão de debêntures simples no valor de R$ 300 milhões, em uma operação voltada principalmente à reorganização de passivos e ao reforço da...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

20:49:19
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Petróleo Hoje - Gazeta Mercantil
Mercados

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Leia MaisDetails
Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Leia MaisDetails
Taxa De Juros - Gazeta Mercantil
Mercados

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Leia MaisDetails
Nunes Marques - Gazeta Mercantil
Política

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Política

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões; veja como sacar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP