quarta-feira, 19 de agosto de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Nubank (ROXO34) concentra maior parte do lucro das fintechs brasileiras no 1T26

Sete fintechs listadas somaram R$ 7,75 bilhões em lucro no trimestre, mas inadimplência e crédito seguem no radar dos investidores.

por João Souza
11/06/2026 às 11h12
em Empresas
Nubank (Roxo34) - Gazeta Mercantil

O Nubank (ROXO34) concentrou a maior parte do lucro das fintechs brasileiras listadas em bolsa no primeiro trimestre de 2026, em um resultado que reforça a consolidação do setor financeiro digital no país e a mudança no equilíbrio competitivo com os grandes bancos tradicionais. Juntas, Nubank, XP, Stone, PagBank, Inter, PicPay e Agibank registraram lucro líquido consolidado de R$ 7,75 bilhões entre janeiro e março, segundo levantamento do Finsiders Brasil. Desse total, o Nubank respondeu por aproximadamente R$ 4,56 bilhões, equivalente à maior fatia do resultado combinado das principais companhias digitais do setor.

O desempenho mostra que as fintechs brasileiras entraram em uma nova fase. Depois de anos marcados por crescimento acelerado de base de clientes, subsídios comerciais e disputa por escala, as empresas digitais passaram a ser cobradas por rentabilidade, controle de risco e geração recorrente de caixa. O primeiro trimestre de 2026 indica que parte relevante do setor conseguiu transformar expansão em lucro, embora a inadimplência siga como ponto de atenção para investidores e reguladores.

O Nubank encerrou o trimestre com lucro líquido de US$ 871 milhões, alta de 41% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado pela própria companhia. A empresa também ultrapassou US$ 5 bilhões em receitas trimestrais pela primeira vez e chegou a 135 milhões de clientes em sua operação global. O retorno sobre o patrimônio líquido ficou em 29%, indicador observado pelo mercado para medir eficiência e rentabilidade de instituições financeiras.

A liderança do Nubank no lucro das fintechs ocorre em um momento de maior competição no crédito digital. Bancos tradicionais, plataformas de pagamentos e novas instituições financeiras ampliaram ofertas de cartões, empréstimos pessoais, contas digitais, investimentos e seguros. Ainda assim, a companhia manteve avanço de receitas, expansão internacional e maior monetização de sua base de clientes.

Nubank responde pela maior fatia do resultado do setor

O lucro conjunto de R$ 7,75 bilhões registrado pelas sete fintechs listadas em bolsa evidencia a maturidade do mercado financeiro digital brasileiro. O Nubank aparece como principal vetor desse resultado, seguido por XP, PagBank, Stone, Inter, PicPay e Agibank. O levantamento mostra que o banco digital respondeu sozinho por R$ 4,56 bilhões do lucro consolidado do grupo no primeiro trimestre de 2026.

A diferença de escala ajuda a explicar a liderança. O Nubank construiu uma base de clientes superior à população de muitos países e passou a ampliar a oferta de produtos para usuários já incorporados ao ecossistema. O modelo combina conta digital, cartão de crédito, empréstimos, investimentos, seguros e soluções para pequenas empresas.

Essa estratégia aumenta a receita média por cliente sem exigir o mesmo custo de aquisição observado nos primeiros anos de operação. Em termos financeiros, a monetização da base existente é um dos principais fatores para a expansão da lucratividade.

O resultado também reforça a mudança de percepção sobre o setor. As fintechs deixaram de ser avaliadas apenas pelo crescimento de usuários e passaram a competir em métricas tradicionais do sistema financeiro, como lucro líquido, retorno sobre patrimônio, custo de risco, eficiência operacional e inadimplência.

Receita trimestral supera US$ 5 bilhões pela primeira vez

O Nubank informou que suas receitas ultrapassaram US$ 5 bilhões no primeiro trimestre de 2026, marca inédita para a companhia. O resultado foi impulsionado pela ampliação da carteira de crédito, maior uso de produtos financeiros e crescimento da base ativa de clientes.

A companhia também informou taxa de atividade de 83%, sinalizando que a maior parte dos clientes utiliza produtos do banco de forma recorrente. Esse indicador é relevante porque reduz o risco de uma base inflada por contas inativas e mostra capacidade de gerar receita a partir dos usuários cadastrados.

No Brasil, o Nubank se aproxima de 100 milhões de clientes ativos, segundo comunicação institucional da empresa. No exterior, México e Colômbia ganharam peso estratégico. A operação mexicana atingiu equilíbrio operacional, etapa considerada importante para validar a expansão internacional do modelo de negócios.

A internacionalização é uma das principais apostas do Nubank para sustentar crescimento nos próximos anos. O mercado brasileiro ainda oferece espaço para aumento de produtos por cliente, mas a expansão para países latino-americanos amplia o potencial de receita e dilui a dependência de uma única geografia.

XP mantém força em investimentos e diversificação

A XP permanece entre os maiores nomes do setor financeiro digital brasileiro, embora opere com um modelo diferente dos bancos digitais voltados ao varejo massivo. A companhia construiu sua posição a partir da distribuição de investimentos, assessoria financeira, plataformas para investidores e oferta de produtos de maior valor agregado.

A empresa se beneficia da expansão do mercado de capitais, do aumento do número de investidores pessoas físicas e da diversificação de receitas em segmentos como renda fixa, fundos, previdência, seguros, cartões e crédito colateralizado.

O avanço da XP mostra que o setor de fintechs brasileiras não é homogêneo. Enquanto Nubank, Inter, PicPay e Agibank têm maior exposição a crédito, contas digitais e cartões, a XP concentra parte relevante de sua receita em investimentos e serviços financeiros de maior tíquete.

Essa diferença de modelo influencia a leitura de risco. Empresas mais expostas a crédito tendem a ser mais sensíveis à inadimplência, provisões e custo de captação. Plataformas de investimentos, por outro lado, dependem mais do comportamento do mercado, da taxa de juros e da disposição dos clientes para alocar recursos.

Inter cresce, mas inadimplência ganha peso na análise

O Banco Inter apresentou crescimento relevante no primeiro trimestre, com avanço de lucro, carteira de crédito e rentabilidade. Segundo os dados do período, o lucro da instituição cresceu 37,8% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, enquanto a carteira de crédito avançou mais de 33%.

O ponto de atenção está na inadimplência. O índice chegou a 5,1%, movimento que passou a ser acompanhado de perto por investidores e analistas. Em bancos e fintechs de crédito, a inadimplência é uma das variáveis mais sensíveis para a projeção de lucro futuro.

Quando atrasos aumentam, as instituições precisam elevar provisões para perdas, o que reduz o resultado contábil. Além disso, uma deterioração persistente da carteira pode levar o mercado a exigir maior prêmio de risco nas ações e pressionar a avaliação das companhias.

No caso do Inter, o desafio é equilibrar expansão da carteira com controle de qualidade do crédito. A capacidade de crescer sem deteriorar margens será decisiva para sustentar a confiança dos investidores nos próximos trimestres.

PicPay estreia na conta com avanço forte de crédito

O PicPay passou a integrar o grupo de fintechs brasileiras listadas e já entrou na análise com números expressivos. A companhia, que realizou oferta pública inicial nos Estados Unidos em 2026, buscou uma avaliação de até US$ 2,46 bilhões em sua listagem, segundo informações divulgadas pela Reuters no início do ano.

No primeiro trimestre, o PicPay apresentou crescimento de lucro, receita e carteira de crédito. O lucro avançou 92% em relação ao ano anterior, a receita cresceu 70% e a carteira de crédito teve alta de 116%, segundo o levantamento setorial.

O avanço mostra que a empresa conseguiu ampliar a monetização de sua base de usuários, originalmente formada em torno de pagamentos digitais e carteira eletrônica. A transformação em uma plataforma financeira mais completa aumentou o potencial de receita, mas também elevou a exposição a risco de crédito.

A inadimplência acima de 90 dias atingiu 8,9%, patamar que exige atenção. O crescimento acelerado da carteira pode impulsionar receitas no curto prazo, mas exige controle rigoroso de concessão, cobrança e precificação do risco.

Agibank cresce em clientes, mas lucro recua

O Agibank também passou a compor o grupo de fintechs brasileiras listadas após abrir capital nos Estados Unidos. A empresa levantou US$ 240 milhões em sua oferta pública inicial na Bolsa de Nova York, em uma operação que avaliou a companhia em US$ 1,92 bilhão.

No primeiro trimestre de 2026, o Agibank apresentou avanço operacional, com crescimento de receita, carteira de crédito e base de clientes ativos. A receita totalizou R$ 3 bilhões, alta anual de 23,6%, enquanto a carteira de crédito cresceu 30,3% e a base de clientes ativos aumentou mais de 50%.

Apesar disso, o lucro líquido recuou 47,7% na comparação anual, para R$ 186,5 milhões. O desempenho reflete pressão sobre margens, mudança no mix de crédito e ajustes operacionais em meio à expansão.

O caso do Agibank ilustra a complexidade do atual momento das fintechs. Crescer em clientes e carteira não garante, isoladamente, expansão de lucro. A rentabilidade depende da qualidade dos ativos, do custo de captação, da eficiência operacional e da capacidade de precificar risco.

Stone e PagBank seguem relevantes em pagamentos

Stone e PagBank continuam entre os principais nomes do mercado de pagamentos no Brasil. As duas empresas têm forte presença entre pequenas e médias empresas, com soluções de maquininhas, contas digitais, recebíveis, antecipação, crédito e serviços bancários para empreendedores.

O setor de adquirência passou por forte competição nos últimos anos. A entrada de novos participantes, a compressão de margens e a disputa por clientes reduziram parte do crescimento explosivo observado em ciclos anteriores. Ainda assim, empresas com base ampla e relacionamento direto com lojistas mantêm relevância estratégica.

A diversificação para serviços financeiros é uma resposta a esse ambiente. Ao oferecer conta, crédito, gestão de caixa e produtos de valor agregado, companhias de pagamentos buscam aumentar receita por cliente e reduzir dependência exclusiva das taxas de transação.

Para investidores, a leitura sobre Stone e PagBank passa por três pontos: margem no negócio de pagamentos, qualidade da carteira de crédito e capacidade de retenção de lojistas. A concorrência permanece elevada, mas o mercado ainda oferece espaço para empresas com escala e tecnologia.

Inadimplência é principal teste das fintechs em 2026

Apesar do lucro bilionário, a inadimplência aparece como o principal risco para as fintechs brasileiras em 2026. O crescimento das carteiras de crédito foi um dos motores da expansão do setor, mas também elevou a exposição a atrasos, provisões e perdas.

O crédito digital tem vantagens operacionais relevantes, como análise automatizada, uso de dados alternativos, menor custo de atendimento e aprovação mais rápida. No entanto, esses mesmos elementos exigem modelos robustos de risco, especialmente em momentos de renda pressionada, juros elevados ou desaceleração econômica.

A deterioração da carteira pode afetar diretamente o lucro. Quando a inadimplência sobe, a instituição precisa reconhecer perdas esperadas, aumentar provisões e, muitas vezes, reduzir a velocidade de concessão. Esse ajuste pode diminuir crescimento de receita e pressionar o valor de mercado.

O desafio das fintechs será manter a expansão sem repetir ciclos de crédito agressivo seguidos por perdas elevadas. Companhias com melhor governança de risco, maior diversificação de receitas e base de clientes mais engajada tendem a atravessar melhor esse período.

Banco Central amplia supervisão sobre inovação financeira

O avanço das fintechs ocorre em paralelo ao aumento da supervisão regulatória. O Banco Central tem ampliado o monitoramento sobre instituições de pagamento, bancos digitais, arranjos de pagamento, Open Finance, Pix, prevenção a fraudes, segurança cibernética e governança.

A regulação não elimina a inovação, mas muda o padrão competitivo. Empresas que cresceram rapidamente precisam demonstrar capacidade de cumprir exigências de capital, controles internos, prevenção à lavagem de dinheiro, proteção de dados e gestão de riscos.

Ao mesmo tempo, iniciativas do próprio Banco Central ajudaram a impulsionar o setor. Pix, Open Finance, modernização regulatória e projetos ligados ao Drex abriram espaço para novos modelos de negócios, reduziram barreiras de entrada e aumentaram a competição com bancos tradicionais.

Para o Nubank e outras fintechs listadas, a regulação é simultaneamente risco e oportunidade. Exigências mais rígidas podem elevar custos, mas também favorecem empresas com escala, capital e capacidade tecnológica para se adaptar.

Lucro reforça nova disputa com bancos tradicionais

O lucro conjunto de R$ 7,75 bilhões no primeiro trimestre mostra que as fintechs brasileiras já não ocupam posição periférica no sistema financeiro. Nubank, XP, Stone, PagBank, Inter, PicPay e Agibank disputam clientes, receitas e produtos em áreas antes dominadas pelos grandes bancos.

A diferença é que a competição deixou de ocorrer apenas em conta digital ou cartão sem anuidade. Hoje, a disputa envolve crédito, investimentos, seguros, adquirência, serviços para empresas, banking as a service, previdência e produtos de maior margem.

O Nubank lidera esse movimento por escala, rentabilidade e presença internacional. A companhia mostrou no primeiro trimestre que consegue gerar lucro expressivo ao mesmo tempo em que amplia clientes e receitas. O resultado coloca pressão sobre concorrentes digitais e bancos tradicionais.

Ainda assim, o setor terá de provar que a rentabilidade é sustentável. A combinação entre inadimplência, competição no crédito, regulação e custo de captação deve definir quais fintechs conseguirão preservar margens e continuar crescendo nos próximos trimestres.

Nubank consolida liderança em fase mais seletiva das fintechs

O resultado do primeiro trimestre de 2026 consolida o Nubank como principal nome entre as fintechs brasileiras listadas em bolsa. Com lucro líquido de US$ 871 milhões, receitas acima de US$ 5 bilhões e 135 milhões de clientes, a companhia concentrou a maior parte do lucro do setor e reforçou sua posição na disputa com bancos tradicionais.

A leitura para o mercado, porém, vai além do resultado trimestral. As fintechs brasileiras entraram em uma fase mais seletiva, na qual crescimento de clientes precisa vir acompanhado de qualidade de crédito, rentabilidade e disciplina de capital.

Nubank, XP, Stone, PagBank, Inter, PicPay e Agibank mostram que o setor financeiro digital já alcançou escala suficiente para gerar lucros bilionários. A próxima etapa será demonstrar capacidade de manter esse desempenho em um ambiente de maior inadimplência, concorrência intensa e supervisão regulatória crescente.

Tags: 1T26AgibankBanco Centralbancos digitaiscrédito digitalEmpresasfintechsfintechs brasileirasInadimplênciaInterlucro líquidoMercado FinanceiroNubankPagBankPicPayStoneXP

LEIA MAIS

Risco-País Da Argentina Volta Aos 511 Pontos E Mercado Aumenta Cautela Com Milei - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

A Argentina encerrou esta terça-feira (18) com uma mudança importante no humor dos mercados. O risco-país avançou para 511 pontos-base, alta de 4,5% em relação aos 489 pontos...

Leia MaisDetails
Dólar Hoje Fecha A R$ 5,22 Com Tensão No Oriente Médio E Ata Do Fed No Radar - Gazeta Mercantil - Economia
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

O dólar hoje fechou esta terça-feira (18) em alta de 0,40%, cotado a R$ 5,2216, em uma sessão marcada pela cautela dos investidores com o agravamento das tensões...

Leia MaisDetails
Ibovespa Hoje - B3 - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa hoje cai pela 11ª sessão seguida e fecha aos 166 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,22

O Ibovespa hoje fechou esta terça-feira (18) em queda de 0,27%, aos 166.334,86 pontos, completando a 11ª sessão consecutiva no campo negativo. A Bolsa brasileira chegou a ensaiar...

Leia MaisDetails
Fidcs - Gazeta Mercantil
Mercados

FIDCs já respondem por 37% das operações do mercado de capitais em 2026

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) deixaram de ocupar uma posição periférica no mercado financeiro brasileiro. No primeiro semestre de 2026, esses veículos movimentaram R$ 53,1...

Leia MaisDetails
Apex Partners Revela Passivo De R$ 985,6 Milhões E Busca Proteção Judicial - Gazeta Mercantil
Empresas

Apex Partners: Justiça bloqueia bens de Fernando Cinelli e quebra sigilo bancário

A Justiça do Espírito Santo determinou o bloqueio dos bens de Fernando Antonio Kulnig Cinelli, fundador e ex-presidente da Apex Partners, e a quebra de seu sigilo bancário...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

02:26:57
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DOLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado

Veja Também

Crise Na Propaganda Eleitoral: Dança Das Cadeiras Atinge Marqueteiros Políticos Em 2026 - Gazeta Mercantil
Política

Crise na propaganda eleitoral: dança das cadeiras atinge marqueteiros políticos em 2026

Leia MaisDetails
Risco-País Da Argentina Volta Aos 511 Pontos E Mercado Aumenta Cautela Com Milei - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

Leia MaisDetails
3 Funções Do Celular Que Você Deve Desligar Quando Não Estiver Usando - Gazeta Mercantil - Economia
Tecnologia

3 funções do celular que você deve desligar quando não estiver usando

Leia MaisDetails
Renan Santos - Gazeta Mercantil
Política

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Leia MaisDetails
Valuation: O Que É, Como Calcular E Quais Métodos Definem O Valor De Uma Empresa - Gazeta Mercantil
Negócios

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Crise na propaganda eleitoral: dança das cadeiras atinge marqueteiros políticos em 2026

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

3 funções do celular que você deve desligar quando não estiver usando

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP